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A Lendária CS 1.6 pelos Olhos dos Jogadores Modernos

Imagina só: você abre o PC depois de um dia cansativo em 2026, liga o Counter-Strike 1.6, entra num servidor brasileiro lotado e ouve aquele som clássico do menu. De repente, o coração acelera como se fosse 2005 de novo. Milhares de jogadores atuais – muitos que cresceram jogando CS2 ou Valorant – ainda voltam pra essa versão pixelada e “antiga”. Por quê? Porque CS 1.6 não é só um jogo velho: é uma lenda viva, cult e viciante que continua batendo forte no peito de quem entende de tiro em primeira pessoa.

A nostalgia que não envelhece

Você, que talvez tenha começado no CS:GO ou CS2, já deve ter ouvido os veteranos falando: “1.6 era diferente, cara”. E eles têm razão. Jogadores modernos que experimentam baixar e instalar CS 1.6 pela primeira vez ficam surpresos com a pureza do feeling. O recoil da AK47 flui de um jeito que parece natural, o som do spray é seco e satisfatório, e um wallbang bem dado na Long A de Inferno ainda faz o chat explodir em “NOOOOSSA!”.

Muitos jovens jogadores voltam porque CS2, com seus gráficos pesados e subtick polêmico, às vezes frustra. Em 1.6, tudo é direto: entra, joga, fraga. Sem enrolação. Aqueles que jogam CS2 competitivamente usam 1.6 pra treinar aim puro – sem aim assist, sem frescuras. É como voltar pra academia básica depois de anos em máquinas high-tech: dói, mas fortalece.

Mecânicas que ainda são referência

Vamos falar técnico, mas sem complicar. O movimento em CS 1.6 é lendário. Bunnyhop sem scripts forçados, strafe perfeito, air control que permite manobras insanas. Jogadores atuais que vêm de jogos com movement overhaul (como Apex ou Valorant) testam bhop em surf maps e ficam viciados. “Como isso era feito em 2003 e ainda parece melhor?”, eles perguntam.

O aim também é rei. Hitboxes precisas, sem hitreg duvidoso. Um no-scope com AWP ou um clutch 1v3 com Deagle ainda dá arrepio. Muitos pros brasileiros que migraram pro CS:GO/CS2 (tipo fnx, cogu, FalleN) dizem que o aim de 1.6 era o mais honesto. Hoje, quem joga ranked em CS2 volta pro 1.6 pra “sentir o aim de verdade” – sem distrações visuais.

E os ecos? Os eco rounds caóticos com Glock e USP viram lendas. Forçar com pistola, dropar uma flash perfeita e virar o round – isso não tem preço. Jogadores modernos adoram porque é skill-based ao extremo: sem economia complexa demais, só cérebro e dedo.

A comunidade brasileira: o motor que nunca para

Aqui no Brasil a coisa é diferente. Enquanto no resto do mundo 1.6 sobrevive em nichos, aqui é cultura. Servidores 4fun lotados 24/7, clãs antigos ressurgindo, LANs locais acontecendo. Você entra num pub e vê piadas no chat, “rush B sem parar”, memes com Gaules ecoando. A galera jovem que nunca viveu a era das lan houses descobre isso e vicia.

Mods mantêm tudo fresco. Zombie Plague transforma o jogo em survival horror com jetpacks e lasers – milhares jogam todo dia. Surf e bhop viram esporte à parte, com records caindo toda semana. Jailbreak traz risadas com wardens trollando rebels. Gungame pra grindar frags sem parar. Esses mods são criados e atualizados pela comunidade – AMX Mod X permite tudo.

Jogadores atuais amam isso: variedade infinita sem precisar comprar battle pass. Um dia você joga competitivo vanilla, no outro vira zumbi correndo atrás de humanos. É caótico, divertido e acolhedor.

Por que os novos jogadores estão migrando de volta?

Em 2026, CS2 exige PC forte – RTX, CPU boa, muito RAM. Muitos com notebook fraco ou PC de trabalho não rodam bem. CS 1.6? Roda em qualquer batata: 100+ FPS em máquina de 10 anos. Jogadores modernos dizem: “Baixei pra testar, agora jogo todo dia porque não trava nunca”.

Além disso, a toxicidade. Em CS2 ranked às vezes o chat é guerra. Em 1.6 pubs brasileiros, rola zoação, mas é família. Admin ban rápido, VIP grátis, eventos com skin drop. É mais relax, mais humano.

E tem o fator social. Discord cheio de grupos “CS 1.6 BR 2026”, clãs recrutando no WhatsApp. Você faz amigos reais, marca scrim, joga mix. Muitos que jogam CS2 competitivamente usam 1.6 como “esquenta” ou diversão após rage quit.

Os ícones brasileiros que inspiram até hoje

Jogadores modernos olham pros lendas do 1.6 e se inspiram. Cogu, fnx, nak, bit1, FalleN – todos começaram aí. Eles contam histórias de LANs épicas, títulos mundiais com MIBR em 2006. Quem joga hoje vê demo antigo e pensa: “Quero ser assim”. Turnês nostálgicas, FastCup com premiação, comunidades mantendo o legado vivo.

Mesmo pros que nunca viram Major de 1.6, o hype é real. Gaules streamando, contando causos da era antiga – isso puxa nova geração.

Como entrar nessa vibe em 2026?

Quer sentir na pele? É simples:

  1. Procure um pack atualizado Counter-Strike 1.6 (versão limpa ou PT-BR).
  2. Instale – leva uns 5 minutos, 200-300 MB.
  3. Abra o jogo, configure gráficos baixos pra FPS alto.
  4. Consola (~): fps_max 101 ou 1000 com config boa.
  5. Bind útil: bind “f” “use weapon_knife” pra rápido.
  6. Entre em servidor: favorites > add > IP de pub BR (procure “Dust2 1000 FPS” ou “Zombie Plague BR”).
  7. Divirta-se: comece com Dust2 clássico, depois teste mods.

Dica pro: baixe config pra 1000 FPS – aim fica mais suave.

A lendária CS 1.6 não morreu – ela evoluiu nas mãos de quem ama o jogo de verdade. Jogadores modernos descobrem que por trás dos pixels há uma alma: skill pura, amigos, risadas e aquele frio na barriga de um clutch perfeito. É mais que nostalgia; é um lembrete de que os melhores momentos do gaming são simples e eternos.

Agora vai lá, baixa, instala e entra num servidor. O Dust2 te espera, o chat vai zoar seu nick novo, mas no final você vai dropar um ace e sentir que pertence a algo maior. Milhares de brasileiros já estão lá – qual vai ser o seu primeiro rush hoje? Bora jogar!

Novo Life is Strange será revelado na próxima semana

Através do seu perfil oficial no X, a desenvolvedora Don't Nod confirmou que revelará um novo Life is Strange na próxima semana.

Através do seu perfil oficial no X, a desenvolvedora Don’t Nod confirmou que revelará um novo Life is Strange na próxima semana.

De acordo com a Don’t Nod, o próximo jogo da franquia Life is Strange será revelado no dia 20 de janeiro, terça-feira. Infelizmente, a desenvolvedora não revelou detalhes em torno do game, embora tenha destacado um possível personagem com uma jaqueta com o símbolo de uma ave, que pode ser um dos elementos principais da narrativa do game.

O último Life is Strange lançado nos consoles e PC foi o True Colors, que chegou em 09 de setembro de 2021. Confira a publicação da desenvolvedora:

Separe o real do boato… Junte-se a nós para a revelação exclusiva do próximo jogo Life is Strange.

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Ubisoft cortou raytracing do Assassin’s Creed Shadows no Xbox Series S por falta de RAM

O Assassin's Creed Shadows recebeu uma nova gameplay!

Um artigo recente publicada pela Digital Foundry trouxe novos detalhes sobre o desenvolvimento de Assassin’s Creed Shadows para o Switch 2, mas acabou revelando informações importantes também sobre as versões de consoles atuais — especialmente o Xbox Series S. Segundo a própria Ubisoft, o console da Microsoft enfrentou limitações severas de memória RAM, o que levou à remoção do raytracing na versão final do jogo.

Em entrevista ao site, o arquiteto técnico de renderização do projeto, Nicolas Lopez, explicou que o RTGI (raytracing de iluminação global) chegou a funcionar corretamente no Series S durante o desenvolvimento. Tecnicamente, o recurso estava estável e visualmente satisfatório. O problema, no entanto, não era desempenho bruto, e sim memória RAM disponível.

De acordo com Lopez, o time estava “muito curto de memória” ao se aproximar da versão final do jogo. Como resultado, a Ubisoft decidiu remover o RTGI da maior parte da experiência, mantendo o recurso ativo apenas em uma área específica: a zona de esconderijo do jogador. O próprio desenvolvedor descreveu a decisão como frustrante, mas necessária para viabilizar o lançamento.

A fala reforça uma realidade já conhecida do Xbox Series S: apesar de sua GPU competente para a proposta do console, o orçamento de memória — especialmente de memória gráfica — é um dos maiores gargalos da plataforma quando se trata de recursos modernos como raytracing.

Series S, Switch 2 e as escolhas técnicas

A menção ao Series S surge no contexto da versão de Switch 2 porque, segundo a Digital Foundry, os dois sistemas possuem capacidades técnicas relativamente próximas, principalmente quando se analisa limites de memória e largura de banda. Isso ajuda a explicar por que determinadas tecnologias precisam ser ajustadas ou removidas nesses hardwares, mesmo quando funcionam bem em consoles mais robustos como o Series X ou o PlayStation 5.

Assassin's Creed Shadows

No caso de Assassin’s Creed Shadows, a Ubisoft optou por preservar estabilidade, qualidade geral da imagem e consistência de mundo, abrindo mão de um recurso visual avançado para evitar cortes mais profundos em outros aspectos do jogo.

Por que o raytracing consome tanta VRAM?

O alto consumo de VRAM pelo raytracing não é coincidência. Diferente das técnicas tradicionais de iluminação, o raytracing exige que o jogo mantenha muito mais dados simultaneamente na memória.

Entre os principais fatores estão:

  • Estruturas de aceleração (como BVHs), que armazenam a geometria da cena para cálculo dos raios
  • Múltiplos buffers adicionais, incluindo dados de iluminação, reflexão, oclusão e sombras
  • Texturas de maior precisão, já que o raytracing se beneficia de dados mais detalhados
  • Histórico temporal, usado para reduzir ruído e estabilizar a imagem ao longo dos frames

Além disso, recursos como RTGI são particularmente pesados porque afetam toda a iluminação global da cena, exigindo cálculos constantes e armazenamento de informações para praticamente todos os ambientes visíveis.

Em consoles com memória unificada e limitada — como o Xbox Series S — esse uso elevado de VRAM entra em conflito direto com outros sistemas essenciais do jogo, como texturas, animações, streaming de mundo aberto e lógica de IA. Quando a memória se esgota, a única alternativa é cortar recursos, não importa o quão bem eles estejam rodando em termos de FPS.

No fim das contas, o caso de Assassin’s Creed Shadows ilustra bem o desafio atual da indústria: o raytracing já é tecnicamente viável, mas continua sendo um luxo caro em termos de memória — especialmente em hardwares mais enxutos.

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Amazon confirma que desligará servidores do New World: Aeternum em 2027

New World pode estar chegando no Xbox!

A Amazon Games confirmou oficialmente o encerramento de New World: Aeternum, marcando o fim do ciclo de vida do MMORPG após anos de atualizações e mudanças estruturais. Segundo o comunicado divulgado pelo estúdio, o jogo será removido das lojas digitais hoje (15), enquanto os servidores permanecerão ativos até 31 de janeiro de 2027, quando o título será desligado de forma definitiva e ficará inacessível para sempre.

A decisão vem meses após a desenvolvedora informar à comunidade que não haveria novos conteúdos após a atualização Refúgio Noturno, sinalizando que o projeto havia entrado em sua fase final. Agora, a Amazon Games detalha o cronograma completo de encerramento e esclarece como ficará a experiência dos jogadores até o desligamento dos servidores.

Cronograma de encerramento já definido

Durante esse período final, a temporada do Refúgio Noturno será estendida, servindo como o conteúdo definitivo do jogo até seu desligamento. Não haverá novas expansões ou grandes atualizações, consolidando essa fase como uma despedida prolongada do mundo de Aeternum.

Conteúdo congelado, mas jogo seguirá funcional

A Amazon Games reforça que não haverá novos conteúdos, fusões de servidores ou grandes mudanças ao longo do último ano de operação. Ainda assim, a equipe continuará monitorando bugs, estabilidade e desempenho, garantindo que o jogo permaneça jogável e funcional até o encerramento.

Em uma declaração no seu site oficial, a Amazon confirmou que desligará servidores do New World: Aeternum em 2027.

Eventos já existentes, como chefes de mundo e semanas de bônus, continuarão ocorrendo normalmente, mantendo uma rotina mínima de atividades para os jogadores que decidirem permanecer até o fim.

Compras dentro do jogo também serão encerradas

Outro ponto importante diz respeito à economia interna do jogo. A partir de 20 de julho de 2026, os jogadores não poderão mais comprar Marcas da Sorte nem qualquer outro item pago. Compras realizadas antes dessa data não serão reembolsadas, e a desenvolvedora deixa claro que não haverá política de reembolso para moedas virtuais.

Apesar disso, quem já possui o jogo poderá baixá-lo e instalá-lo novamente sempre que quiser, desde que o faça antes do desligamento definitivo dos servidores.

Uma despedida planejada da comunidade

No comunicado, a Amazon Games adota um tom de agradecimento à comunidade, destacando a importância dos jogadores na construção do mundo de Aeternum. O estúdio reconhece que o encerramento é um momento difícil, mas afirma estar comprometido em oferecer uma despedida digna, permitindo que os jogadores tenham tempo suficiente para concluir suas jornadas e celebrar a experiência vivida no MMORPG.

Com isso, New World: Aeternum entra oficialmente em sua reta final, encerrando um capítulo marcante da Amazon Games e reforçando uma tendência cada vez mais comum na indústria: ciclos de vida mais curtos e encerramentos planejados para jogos como serviço.

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SEGA celebra os 35 anos de Sonic the Hedgehog

SEGA celebra os 35 anos de Sonic the Hedgehog
SEGA celebra os 35 anos de Sonic the Hedgehog

Sonic the Hedgehog, um dos mais icônicos e amados personagens da indústria, anuncia as comemorações de seu 35º aniversário este ano! Desde a estreia em 1991, Sonic definiu gerações com sua velocidade, atitude e estilo marcantes, expandindo para além de sua origem inovadora nos games com novos personagens, mundos, filmes de sucesso, animações para TV, músicas, produtos e mais.

Durante o ano, a SEGA fará uma série de ações de aniversário comemorativas para celebrar o legado de Sonic enquanto une fãs do mundo todo. Atividades planejadas incluem conteúdos digitais que destacam a evolução de Sonic durante as décadas, encontros de fãs e comunidade, parcerias de produtos e marcas exclusivas com mercadorias limitadas, exposições temporárias e mostras de arte em museus, celebrações em concertos ao vivo e um inédito podcast narrativo.

“Estamos incrivelmente orgulhosos em celebrar os 35 anos de nossa amada franquia Sonic com nossos fãs”, comenta Marcella Churchill, Vice-Presidente de Brand Marketing de SEGA/ATLUS na SEGA of America. “Este marco não é apenas uma reflexão do passado, mas também um vislumbre do futuro ao continuarmos inovando e evoluindo. Queremos juntar nossa comunidade e criar experiências memoráveis para todos ao longo de 2026!”

Mais novidades sobre as celebrações, experiências para fãs, parcerias e produtos planejados para o 35º aniversário serão reveladas ao longo do ano. Confira o site oficial do Aniversário de 35 anos do  Sonic the Hedgehog para notícias mais recentes, atualizações e informações de mídia sobre a programação anual.

Para ficar por dentro de tudo sobre Sonic the Hedgehog, siga o Sonic no XInstagram e TikTok. Curta o Sonic no Facebook e inscreva-se nos canais da Twitch e do YouTube. Fãs podem conferir a loja do Sonic the Hedgehog na Amazon para adquirir produtos da Amazon Merch on Demand referentes ao 35º Aniversário!

Xbox libera vários jogos da EA no Free Play Days

Chegou a lista de grandes títulos para jogar de graça neste fim de semana através do Free Play Days. Assinantes do Game Pass Ultimate, Premium e Essential poderão jogar cinco jogos a partir de hoje, quinta-feira (15), até o próximo domingo (18).

Você pode encontrar e instalar os jogos do Free Play Days aqui no Xbox.com. O clique enviará você para a Microsoft Store, onde você deve estar conectado para ver a opção de instalação com sua associação ao Xbox Game Pass. Para fazer o download no console, clique na área de membro no painel inicial do seu Xbox One e Xbox Series X|S.

Confira os jogos que foram disponibilizados:

  • EA Sports FC 26
  • Madden NFL 26
  • College Football 26
  • NHL 26
  • F1 25
  • UFC 5
  • PGA Tour

Se você gostar do que jogou e desejar continuar a diversão, pode comprar os jogos e outras edições com desconto e continuar jogando enquanto mantém sua pontuação de jogador e as conquistas obtidas no jogo durante o evento! Observe que a porcentagem de desconto pode variar de acordo com a região.

E aí, você vai aproveitar os novos jogos do Free Play Days liberados pelo Xbox? Conta para gente nos comentários!

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UM NOVO JOGO chegou no Game Pass! – 15 de janeiro

No YouTube, a publicadora No More Robots revelou um novo trailer do Little Rocket Lab, que chegará no Game Pass em outubro.

Conforme revelado na semana passada, um novo jogo chegou no Game Pass hoje (15 de janeiro), o serviço de jogos por assinatura do Xbox.

Vale lembrar que outros jogos estão programados para chegar no Xbox Game Pass em breve. Além disso, outros jogos deixarão o catálogo do serviço na metade do mês, clique aqui para mais detalhes. Confira quais os novos jogos que chegaram no Game Pass:
Nota: horário de disponibilidade pode variar.

  • My Little Pony: A Zephyr Heights Mystery (nuvem, console, portátil e PC)
    Xbox Game Pass Ultimate, Xbox Game Pass Premium e PC Game Pass

Através do Xbox Wire, a Microsoft divulgou os novos jogos que chegarão no catálogo do Xbox Game Pass para Console, xCloud e PC em janeiro.

Bem-vindos ao ano novo, amigos! Feliz por estar de volta com mais jogos e mais diversão. Vamos nessa!

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Jogos do Xbox venderam quase dez milhões de cópias no PlayStation em 2025, aponta relatório

Phil Spencer garantiu que as pessoas ainda irão querer um Xbox por conta de seu hardware!

A estratégia multiplataforma da Microsoft segue dando resultados expressivos. De acordo com estimativas da Alinea Analytics, diversos jogos publicados pela Xbox em 2025 ultrapassaram a marca de 100 mil cópias vendidas no PlayStation, somando milhões de unidades comercializadas no console da Sony.

Os dados, divulgados pelo analista e compartilhados nas redes sociais, mostram como o catálogo da Xbox vem encontrando um público significativo fora de seu ecossistema tradicional, reforçando a mudança de postura da empresa nos últimos anos.

Oblivion Remastered lidera com folga

O grande destaque do levantamento é The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered, que aparece no topo da lista com 1,1 milhão de cópias vendidas no PlayStation. O desempenho evidencia a força da franquia The Elder Scrolls, mesmo em um relançamento de um título originalmente associado ao ecossistema Xbox e PC.

Logo atrás, Gears of War: Reloaded também apresentou números sólidos, alcançando cerca de 572 mil cópias, seguido por DOOM: The Dark Ages, com 495 mil unidades, e Indiana Jones e o Grande Círculo, praticamente empatado, com 493 mil cópias vendidas.

Catálogo diversificado mantém vendas consistentes

Outros títulos publicados pela Xbox também superaram a marca de 100 mil cópias no PlayStation, ainda que em volumes menores. Entre eles estão:

  • Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 – 227 mil cópias
  • Ninja Gaiden 4 – 206 mil cópias
  • Microsoft Flight Simulator – 167 mil cópias
  • Age of Empires II: Definitive Edition – 147 mil cópias
  • The Outer Worlds 2 – 135 mil cópias
  • Age of Mythology: Retold – 111 mil cópias

Somados, os títulos listados ultrapassam 4 milhões de unidades vendidas no PlayStation, segundo as estimativas da Alinea Analytics – sem contar com o Forza Horizon 5. Confira:

Um novo relatório da Alinea Analytics apontou que os jogos do Xbox venderam quase dez milhões de cópias no PlayStation em 2025.

Forza e Call of Duty ficaram de fora

É importante destacar que o levantamento de hoje não inclui jogos da franquia Forza nem Call of Duty, que tradicionalmente figuram entre os maiores sucessos de vendas da Microsoft. Entretanto, é importante destacar que o Forza Horizon 5 pode ter vendido mais de cinco milhões de unidades no PS5, o que contribuiu para o alto número do relatório.

Infelizmente, como não existe uma estimativa de vendas do Black Ops 7 no PS5 e PS4, ele não foi incluído no relatório. Porém, a própria Sony já sugeriu que o jogo fez sucesso (na medida do possível) ao revelar a lista de jogos mais baixados em sua plataforma, clique aqui para mais detalhes.

A estratégia “Isto é um Xbox” em prática com as vendas dos jogos do Xbox no PlayStation

Os números reforçam o impacto da atual estratégia da Microsoft, resumida no slogan “Isto é um Xbox”, que busca posicionar a marca não apenas como uma plataforma, mas como uma publicadora presente em diferentes ecossistemas.

Ao levar seus principais jogos para o PlayStation, a Xbox amplia seu alcance, monetiza franquias consolidadas e reduz a dependência exclusiva de hardware — uma mudança que, à luz desses dados, vem se mostrando comercialmente eficaz.

E aí, o que achou das vendas dos jogos do Xbox no PlayStation? Conta para gente nos comentários!

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Adeus: estes jogos deixarão o Game Pass hoje (15)

Conforme revelado ontem (02), seis novos jogos chegaram no Game Pass hoje (03 de dezembro), o serviço de jogos por assinatura do Xbox.

Com a chegada do mês de janeira e com a primeira leva de jogos do Game Pass já revelada, a Microsoft reforçou os jogos que estão saindo do catálogo no dia 15 de janeiro, metade do mês.

A Microsoft divulgou que estes jogos sairão do catálogo no dia 15 de janeiro, portanto se você ainda não jogou algum deles, aproveite. Vamos atualizar mensalmente, os jogos que saem tanto do Xbox, Xbox Cloud Gaming e PC.

O Xbox revelou quais jogos que estão saindo do catálogo do Xbox Game Pass na metade de janeiro, dia 15. São seis jogos.

É importante destacar que a segunda leva de jogos do Game Pass deverá ser revelada na próxima semana, mas novos jogos ainda estão chegando no serviço. Fique de olho aqui na Central Xbox para descobrir o que vem por aí!

Jogos que estão saindo do Game Pass hoje (15):

  • Flintlock The Siege of Dawn (nuvem, portátil, PC, e Xbox Series X|S);
  • Neon White (nuvem, console, portátil e PC);
  • Road 96 (nuvem, console, portátil e PC);
  • The Ascent (nuvem, console, portátil e PC);
  • The Grinch Christmas Adventures (nuvem, console, portátil e PC).

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NVidia interrompe produção da RTX 5070 Ti, e 5060 Ti pode ser a próxima “vítima”

Relatos recentes indicam que a NVIDIA encerrou silenciosamente a produção da GeForce RTX 5070 Ti, uma de suas GPUs intermediárias mais aguardadas. A informação veio da ASUS, uma das maiores fabricantes parceiras da NVIDIA, que compartilhou detalhes com o canal Hardware Unboxed. Segundo a empresa, a NVIDIA criou deliberadamente um cenário de escassez para o modelo, tratando a RTX 5070 Ti como praticamente em fim de vida.

De acordo com a ASUS, a falta de fornecimento inviabilizou a reposição do produto por varejistas e integradores, o que já se reflete em aumentos expressivos de preço nos poucos estoques restantes. A fabricante evitou comentar se haverá qualquer normalização futura, reforçando a percepção de que a RTX 5070 Ti pode simplesmente desaparecer do mercado.

O mesmo caminho para a RTX 5060 Ti de 16 GB

Entretanto, o cenário começa a se repetir com a RTX 5060 Ti de 16 GB. Informações apontam que a NVIDIA está redirecionando recursos para a versão de 8 GB, considerada mais viável no momento. Como resultado, os estoques do modelo com maior quantidade de memória vêm diminuindo rapidamente, com preços já reagindo à escassez.

Porém, isso não é o fim da série, já que relatos também indicam que dentro desse segmento, a RTX 5060 “padrão” passará a ser a prioridade da NVIDIA, sinalizando uma estratégia de simplificação do portfólio diante das limitações atuais da cadeia de suprimentos.

O problema central: escassez global de memória

O principal fator por trás dessas decisões é a grave crise global de memórias, que não afeta apenas a RAM tradicional (DDR4 e DDR5), mas também as memórias gráficas mais modernas, como a GDDR7, utilizadas pela nova geração de GPUs.

O “culpado” mais citado pela indústria é o crescimento explosivo da demanda por hardware voltado à inteligência artificial. Data centers, aceleradores de IA e grandes empresas de tecnologia estão consumindo volumes gigantescos de chips de memória de alta densidade, pressionando fabricantes como Samsung, SK Hynix e Micron. Com isso, o fornecimento para o mercado consumidor — incluindo placas de vídeo — ficou em segundo plano.

Esse gargalo ajuda a explicar por que versões com mais VRAM estão sendo sacrificadas primeiro: memórias de maior capacidade simplesmente se tornaram caras e difíceis de obter em escala.

RTX 50 “SUPER” também foi afetada

Atualmente, não há previsão para esse novo modelo, e algumas parceiras teriam demonstrado frustração com a mudança repentina de estratégia, já que ela realmente quase existiu segundo a própria Asus.

Mais uma vez, o motivo apontado é o mesmo: falta de GDDR7 em quantidades suficientes, tornando inviável lançar placas com maior capacidade de memória neste momento.

Um mercado cada vez mais limitado

Com a combinação de demanda recorde por IA, produção de memória pressionada e decisões estratégicas da NVIDIA, o resultado prático para os consumidores é um mercado mais restrito, com menos opções de GPUs intermediárias e preços mais altos. A partir de agora, até que a produção global de memória se normalize, modelos com maior VRAM tendem a se tornar cada vez mais raros — ou simplesmente deixar de existir.

A NVidia interrompeu a produção da RTX 5070 Ti de 16GB, e a 5060 Ti também pode ser a próxima "vítima" da fabricante.

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