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LINDO! Playground revela primeiros detalhes do Forza Horizon 6

Durante o Xbox Developer Direct de hoje (22), a Playground Games, do Xbox Game Studios, revelou os primeiros detalhes do aguardadíssimo Forza Horizon 6.

Durante o Xbox Developer Direct de hoje (22), a Playground Games, do Xbox Game Studios, revelou os primeiros detalhes do aguardadíssimo Forza Horizon 6.

Confira os detalhes do Forza Horizon 6:

O começo

Você começa Forza Horizon 6 não como um piloto profissional, mas como um turista, com o sonho de um dia participar do Festival Horizon no Japão.

Essa é uma abordagem um pouco diferente em comparação com os jogos Horizon anteriores; em Horizon 4, você está subindo na hierarquia no Reino Unido, e no Horizon 5, no México, você está no auge da carreira que construiu no epílogo do jogo anterior.

Horizon 6 quase parece um novo começo, e um começo pensado para atrair não só entusiastas de carros, mas qualquer pessoa com um grande objetivo.

No fim das contas, acho que tudo se resume ao fato de que muitos de nós amamos essa ideia de ir para um lugar desconhecido, um lugar que estamos ansiosos para descobrir”, diz Ellert.

Você tem essa motivação de ir ao Japão por causa do Festival Horizon, mas está lá apenas como fã, com o sonho de participar do evento. Isso pareceu uma ótima maneira de construir essa experiência de portas abertas e explorar a questão: ‘o que faria você largar tudo para voar para o outro lado do mundo e perseguir seu sonho?’

De alguma forma, parecia adequado neste jogo simplesmente te colocar no chão – como se você tivesse acabado de desembarcar do avião, com alguns amigos que compartilham seu sonho e conhecem os arredores. É uma projeção imaginária de si mesmo no jogo, e a emoção de chegar a um novo lugar cheio de oportunidades.

O país

Forza Horizon 6 nos leva a um novo destino para a série – as belas montanhas e espaços urbanos do Japão. É o destino mais impressionante da equipe até agora – vistas de montanhas de tirar o fôlego e passagens, praças de cidade iluminadas por neon e faixas sombrias de docas – tudo projetado com maestria.

No entanto, o objetivo não era recriar fielmente as estradas e espaços do Japão quilômetro por quilômetro, mas sim capturar a essência do lugar em uma realidade mais suave e condensada.

É fácil pensar em um espaço autêntico como uma recriação de um lugar, mas é menos sobre essa precisão e mais sobre o sentimento que ele transmite”, explica Ellert.

Se você pensa em dirigir em Tóquio, por exemplo, como seria isso? Quais são as coisas que fazem aquele lugar parecer único? Você o vê ao longe pelas vias expressas, depois passa pelos subúrbios e, de repente, está no centro, cercado por arranha-céus.

Trata-se de observar as estradas, referências, pensar no que você vê em cada lugar e em como se sente ao virar uma esquina. Você não recria cada curva – você recria a experiência de ter algo revelado quando chega lá.

Filtrado pela lente de ser um jogo Horizon, que é um grande mundo aberto com sua travessia sem consequências, tivemos que encontrar esse equilíbrio entre a sensação de estar lá, mas também a diversão de um jogo Horizon, onde você pode entrar em um hipercarro, girar completamente de um penhasco e ganhar pontos por isso.

O extenso e impressionante mapa de Forza Horizon 6 é dividido em diferentes distritos, facilmente reconhecíveis assim que você se aproxima. Os subúrbios ficam espalhados nas periferias de Tóquio; ruas estreitas e sinuosas com fios de telefone passando por cima, conectando agrupamentos de casas modestas.

Tóquio também conta com um distrito portuário, uma área industrial repleta de guindastes enormes e cargueiros colossais, e existe uma deliciosa dicotomia entre a arquitetura brutalista, imponente, criada para que pequenos e ágeis carros urbanos circulem sem dificuldade.

Há ainda a região icônica do centro, onde é possível ver o cruzamento de Shibuya, a Avenida Ginko, os Jardins Imperiais e a Torre de Tóquio – pontos turísticos de tirar o fôlego, conectados por ruas urbanas densas, atalhos engenhosos e caminhos secretos, todos pensados para sustentar a jogabilidade rápida característica de Horizon.

A combinação de enorme verticalidade, vidro, letreiros de neon, anúncios de todo tipo de coisa — com Tóquio nós criamos esse espaço de altíssima densidade, diferente de tudo o que já fizemos antes”, acrescenta Ellert. “É o espaço mais visualmente e radicalmente diferente que já construímos para um jogo Horizon.

A cultura

Você não vai acabar no Japão sozinho – dois de seus amigos próximos estão vindo para viver essa aventura com você. Jordy é um entusiasta apaixonado por automobilismo, enquanto Mei é uma experiente preparadora de carros japoneses, e é o personagem dela que traz uma perspectiva de quem realmente conhece o país durante sua jornada pelo Japão.

Essa visão de quem está por dentro foi refletida na vida real pela Consultora Cultural da Playground Games, Kyoko Yamashita. “Uma coisa que percebemos quando nossa equipe viajou ao Japão foi como é valioso ter alguém lá que conhece o lugar, que pode te ajudar a navegar por certas situações que até mesmo um turista bem informado talvez não saiba”, explica Ellert. “É uma coisa entender sob sua perspectiva, mas essa visão interna é fundamental quando se trata de recriar um espaço.”

O diário

A equipe sabia que queria continuar com o sistema de progressão por pulseiras estabelecido nos jogos Horizon anteriores – onde os jogadores sobem nas classificações do Festival Horizon para desbloquear carros melhores e corridas de nível mais alto.

Desta vez, com esse novo cenário, a Playground Games quis introduzir uma outra forma de progressão, uma que desse aos exploradores um objetivo de verdade para se dedicar e que estivesse intrinsecamente relacionada à cultura japonesa.

Surge então o Collection Journal – uma nova funcionalidade inspirada na rica tradição japonesa de colecionar selos, que permite aos jogadores montar uma coleção digital de lembranças descobertas pelo Japão.

Queríamos proporcionar essa experiência arquetipicamente japonesa, mas de maneira estruturada”, diz Ellert. “Quando você descobre pontos de interesse, isso vai para o seu Diário, e gera progresso tanto para o seu ranking no Festival Horizon quanto para sua progressão geral no Japão.

O Diário adiciona um novo nível de valor à exploração em Forza Horizon 6, conectando-se àquela liberdade do jogador que Ellert mencionou anteriormente, e mostra como esses jogos são feitos para aventureiros, não apenas para amantes de carros.

Também é uma experiência profundamente personalizável – você pode tirar fotos de murais, pontos turísticos e outros lugares notáveis, e salvá-las no seu diário, dando um toque pessoal à sua aventura. “É uma representação visual da sua jornada”, acrescenta Ellert. “É uma coleção das suas próprias experiências específicas no Japão.

A “The State”

Assim como nos jogos Horizon anteriores, existem oito casas de jogador que você pode desbloquear ao longo do Japão, que funcionam como pontos de viagem rápida, espaços de personalização e todas possuem garagens onde você poderá decorar totalmente o ambiente e exibir vários veículos por residência.

Uma novidade marcante em Horizon 6, no entanto, é a “The Estate”, uma propriedade muito maior que você pode adquirir e construir praticamente tudo o que quiser. Esse espaço é seu para expandir como desejar, e também é profundamente inspirado por essa mesma atenção à cultura japonesa.

The Estate é baseada em um conceito japonês chamado Akiya, que basicamente significa um imóvel abandonado em áreas rurais do Japão. Essas casas muitas vezes são passadas de geração em geração, e como o custo de demolir o prédio geralmente é maior do que simplesmente deixá-lo, elas acabam ficando abandonadas e se deteriorando.

A ‘The Estate’ é inspirada nisso – trata-se de uma propriedade antiga que pertenceu à família da Mei e, como vocês viajaram juntos para o Japão, ela pede sua ajuda para restaurá-la”, explica Ellert. “Ser responsável por um Akiya está profundamente ligado à comunidade; você assume o compromisso de reformar um lugar que é útil e significativo para as pessoas ao redor.

Na prática, The Estate é um terreno plano onde você pode construir o que quiser – um refúgio nas montanhas, uma pista personalizada para os amigos – e a única limitação real é que os itens custam a moeda do jogo.

Ao construir algo, você paga alguns créditos para colocá-lo ali – créditos que são conquistados em outras atividades pelo mundo do jogo – e recebe os créditos de volta se decidir remover o item.

Isso cria essa sensação de conexão para nós, de que você trabalhou para conseguir esses créditos participando de algo”, acrescenta Ellert. “Vencer corridas, entregar tofu, explorar o mundo, há várias coisas que você pode fazer para gerar créditos no jogo.

O resultado é um pedacinho do Japão que não é apenas construído por você, mas conquistado por você.

Encontro de carros

Com o objetivo de criar uma experiência de corrida autêntica que reflita tanto encontros informais quanto eventos organizados profissionalmente, Forza Horizon 6 apresenta os Car Meets, um recurso também baseado na cultura automobilística japonesa.

Esses encontros são inspirados no Daikoku car meet – um ponto de encontro mundialmente famoso, em sua maioria espontâneo, e considerado um local sagrado para entusiastas de carros. Não há eventos oficiais, nem exigência de entrada, e está sempre aberto.

No jogo, existem três locais onde os Car Meets acontecem permanentemente. Um fica no Festival Horizon, outro em direção aos Alpes, na área de estacionamento Okuibuki, e o terceiro, é claro, no próprio Daikoku.

Nesses locais, os jogadores podem chegar, conhecer outros jogadores reais, conferir seus carros, baixar pinturas e designs personalizados e até mesmo comprar sua própria versão de um carro que gostaram. É um espaço social integrado, onde você pode entrar sozinho ou com um grupo de amigos, sendo uma maneira interessante de realmente recriar esse senso de comunidade dentro do Horizon 6.

Os carros

Enquanto Forza Horizon 6 foi desenvolvido para dar aos jogadores mais liberdade do que nunca em como progredir e onde gastar seu tempo, a equipe ainda está comprometida em oferecer excelência absoluta quando se trata da lista de veículos.

Há cerca de 550 carros diferentes disponíveis no lançamento para colecionar em Forza Horizon 6, incluindo os recém-revelados carros de capa do jogo, o 2025 GR GT Prototype e o 2025 Toyota Land Cruiser.

Os carros de capa ganham vida de forma impressionante na arte principal de Forza Horizon 6, também revelada no Developer_Direct.

A arte foi inspirada na ideia do Japão como uma terra de contrastes: urbana, rural, moderna, tradicional – elementos refletidos pelo uso de mídias mistas, textura de papel e cor, segundo Ellert.

O estilo visual também foi fortemente influenciado pelas tradicionais pinturas japonesas em tinta conhecidas como Sumi-E. A equipe de Forza consultou um Mestre Artista para garantir que o espírito desse estilo artístico fosse capturado – e colaborou com a Toyota para garantir que os detalhes tanto do 2025 Land Cruiser quanto do novo 2025 GR GT Prototype sejam totalmente representativos do que os jogadores experimentam no jogo e na vida real.

O 2025 GR GT Prototype é realmente especial para nós porque é o nosso carro de capa, mas também é um carro que você dirige como parte do que chamamos de Experiência Inicial”, acrescenta Ellert.

São os primeiros 10 minutos do jogo em que você pode dirigir o carro, quase como um prelúdio. Você pode fazer um pouco de off-road nos Alpes, correr contra o Shinkansen (trem-bala) e ter um gostinho do que está por vir.

Depois, tiramos tudo isso e dizemos: ‘bem, isso é sobre o festival, e você não está no festival’, essa breve experiência com o 2025 GR GT Prototype é aspiracional, quase como um sonho, e ela te dá essa vontade de sair e conquistar esse carro por conta própria porque ele realmente é algo incrível.

Uma última observação que Torben faz é sobre o que os carros passaram a significar para todos hoje em dia. Enquanto supercarros ilustres podem ser reservados para uma minoria (ou algo para ser realmente vivenciado dentro de um jogo Forza Horizon), carros são itens comuns na vida de muitas pessoas e raramente comprados sem reflexão, mesmo por aqueles que não se consideram entusiastas.

“[Carros] costumam ser as coisas mais caras que muitos de nós teremos. São os objetos mais engenheirados que muitos de nós possuiremos”, acrescenta Ellert. “Eles são chamativos, barulhentos, lindos, aparecem na moda e na fama, e estão associados à celebridade, à liberdade e à capacidade de ir aonde você quiser.

E, no fim das contas, é isso que os jogos Horizon significam para mim. Eles são sobre liberdade, sobre diversão, sobre beleza e sobre comunidade. Forza Horizon 6 é sobre dar às pessoas a possibilidade de ir para onde quiserem em máquinas incríveis, em um lugar lindo, em um jogo divertido e acessível com seus amigos.

Forza Horizon 6 será lançado em 19 de maio para Xbox Series X|S, Xbox no PC, Xbox Cloud, Steam e disponível no Xbox Game Pass Ultimate. O jogo será lançado para PlayStation 5 posteriormente em 2026. o Acesso Antecipado para jogadores da Edição Premium começa em 15 de maio.

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Expedition 33 bate de recorde de premiações de “Jogo do Ano”

dicas expedition 33
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Clair Obscur: Expedition 33 entrou oficialmente para a história ao se tornar o jogo mais premiado como Jogo do Ano de todos os tempos, superando o recorde que até então pertencia a Elden Ring, da FromSoftware.

O levantamento vem sendo feito pelo usuário Angie, do fórum ResetEra, que acompanha e cataloga todos os prêmios de Jogo do Ano de 2025. A contagem inclui desde grandes premiações, como The Game Awards e Golden Joystick Awards, até veículos especializados, votações de leitores (quando aplicável) e podcasts.

De acordo com as regras de elegibilidade do ResetEra, entram na lista prêmios concedidos por “sites, revistas, jornais, rádio, transmissões de TV, podcasts, cerimônias da indústria e empresas de entretenimento online”, desde que essas iniciativas existam há pelo menos um ano, tenham mais de um membro na equipe e não sejam focadas exclusivamente em uma única plataforma.

Como era de se esperar, o volume de prêmios é enorme. A atualização mais recente, feita ontem, coloca Clair Obscur: Expedition 33 com impressionantes 436 vitórias em GOTY. E esse número ainda pode crescer: o fórum já aponta premiações importantes que ainda estão por vir, como o BAFTA Game Awards e o GDC Awards.

Mesmo assim, o feito já é histórico. O jogo de estreia do estúdio francês Sandfall Interactive ultrapassou o antigo recorde de Elden Ring, que somava 429 prêmios de Jogo do Ano segundo a contagem do ResetEra em fevereiro de 2024. Houve, inclusive, um erro de digitação na thread deste ano que chegou a listar Elden Ring com 435 vitórias, mas o número já foi corrigido.

Com isso, Clair Obscur: Expedition 33 não apenas deixou Elden Ring para trás, como também superou títulos consagrados como Baldur’s Gate 3, The Witcher 3 e praticamente todos os outros jogos já lançados. Para um projeto de estreia, trata-se de um feito extraordinário — e um marco raro na história da indústria.

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Ubisoft quer usar mais IA em seus jogos

Ubisoft responde a interrupções do servidor, promete "aviso prévio" antes do fechamento

A Ubisoft anunciou uma ampla reestruturação interna que marca o início de uma “nova era” para a empresa. O plano prevê a divisão do grupo em cinco grandes núcleos criativos, cada um com uma especialidade própria, focados principalmente no desenvolvimento de jogos de ação e aventura em mundo aberto.

A mudança, porém, vem acompanhada de medidas duras. A companhia confirmou que o processo inclui demissões, fechamento de estúdios, cancelamento de projetos e adiamentos de jogos em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, a Ubisoft pretende acelerar seus investimentos em IA generativa, uma tecnologia que vem gerando debates intensos na indústria nos últimos meses.

Segundo a empresa, a nova estrutura deve torná-la mais ágil, mais focada nos jogadores e com um tamanho “adequado” para os desafios atuais do mercado. Esse reposicionamento já está em curso e inclui uma aposta mais agressiva no uso de IA generativa dentro dos seus processos criativos e de produção.

Ubisoft+

A Ubisoft irá com tudo na IA

O novo modelo de operação vai dar maior força à estratégia de execução do Grupo, centrada em Aventuras em Mundo Aberto e experiências GaaS nativas, apoiadas por investimentos objetivos, maior especialização e tecnologia de topo, incluindo investimentos acelerados em IA generativa direcionada para o jogador”, escreveu a Ubisoft em comunicado oficial.

Embora a empresa não tenha detalhado exatamente como pretende aplicar essa tecnologia em seus próximos projetos, a Ubisoft já utiliza inteligência artificial para gerar falas de personagens secundários em alguns de seus jogos. A prática, até aqui pouco divulgada, indica que a companhia vê a IA não apenas como uma ferramenta futura, mas como algo já integrado ao seu pipeline de desenvolvimento.

Em teoria, há várias aplicações possíveis para a tecnologia em jogos de mundo aberto, como NPCs com diálogos dinâmicos que respondem ao contexto da situação do jogador, missões adaptativas ou interações mais naturais com o ambiente. Ainda assim, a Ubisoft evitou especificar quais desses usos estão no centro de seus “investimentos acelerados” em IA generativa.

A estratégia faz parte de um esforço mais amplo para reposicionar a empresa após um período de resultados abaixo do esperado, adiamentos sucessivos e cancelamentos de projetos de alto perfil. Resta saber até que ponto a IA será usada como apoio criativo ou como substituta de funções tradicionalmente humanas — um ponto sensível em meio às demissões e à crescente preocupação com o impacto da automação na indústria de games.

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Free Play Days: Sherlock Holmes: Chapter One, South Park: Snow Day e mais

O Xbox está enviando vários cartões-presente (gift cards) para os seus jogadores para celebrar a chegada da primavera no hemisfério norte.

Chegou a lista de grandes títulos para jogar de graça neste fim de semana através do Free Play Days. Assinantes do Game Pass Ultimate, Premium e Essential poderão jogar quatro jogos a partir de hoje, quinta-feira (22), até o próximo domingo (25).

Você pode encontrar e instalar os jogos do Free Play Days aqui no Xbox.com. O clique enviará você para a Microsoft Store, onde você deve estar conectado para ver a opção de instalação com sua associação ao Xbox Game Pass. Para fazer o download no console, clique na área de membro no painel inicial do seu Xbox One e Xbox Series X|S.

Confira os jogos que foram disponibilizados:

  • Sherlock Holmes: Chapter One
  • South Park: Snow Day
  • This War of Mine: Final Cut
  • Cult of the Lamb

Se você gostar do que jogou e desejar continuar a diversão, pode comprar os jogos e outras edições com desconto e continuar jogando enquanto mantém sua pontuação de jogador e as conquistas obtidas no jogo durante o evento! Observe que a porcentagem de desconto pode variar de acordo com a região.

E aí, você vai aproveitar os novos jogos do Free Play Days liberados pelo Xbox? Conta para gente nos comentários!

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Black Ops 7 dominou as vendas em dezembro, mas não desbancou o Battlefield 6

O Xbox compartilhou mais informações sobre a chegada do Call of Duty: Black Ops 7 no novíssimo Nintendo Switch 2.

Mesmo mantendo liderança mensal em alguns períodos, Call of Duty: Black Ops 7 não conseguiu encerrar 2025 como o jogo mais vendido do ano nos Estados Unidos. De acordo com dados da Circana, o título da Activision ficou atrás de Battlefield 6 no ranking anual por faturamento em dólares, apesar de ter dominado as vendas em novembro e dezembro.

Segundo a tabela divulgada pela Circana, Call of Duty: Black Ops 7 liderou o ranking de jogos mais vendidos em dezembro de 2025 no mercado norte-americano, seguido por NBA 2K26 e Battlefield 6. No entanto, no acumulado do ano, o shooter da EA levou vantagem por ter sido lançado algumas semanas antes, garantindo tempo extra de vendas para fechar 2025 no topo.

Ainda assim, o desempenho de Black Ops 7 chama atenção: tradicionalmente, a franquia costuma conquistar o primeiro lugar anual mesmo com lançamentos tardios. Em 2025, porém, o jogo não passou da quinta posição no ranking geral, ficando atrás de Monster Hunter Wilds, Borderlands 4, NBA 2K26 e do próprio Battlefield 6. Confira:

Mat Piscatella, da Circana Analytics, destacou que um dos fatores decisivos para esse resultado foi a presença de Call of Duty no Xbox Game Pass. O jogo está disponível no serviço desde o lançamento, o que naturalmente impacta as vendas diretas. À medida que mais jogadores tomam conhecimento dessa disponibilidade, a tendência é que parte do público opte pela assinatura em vez da compra tradicional.

Mas o engajamento segue alto

Curiosamente, o engajamento da franquia segue alto em praticamente todos os rastreadores de audiência e uso, superando inclusive Battlefield 6, que parece ter perdido fôlego após o lançamento. O próprio Xbox Game Pass já havia apontado Call of Duty como o jogo de melhor desempenho dentro do catálogo em 2025, embora a Microsoft não divulgue dados detalhados sobre uso e retenção no serviço.

No panorama geral, a indústria de games nos Estados Unidos cresceu apenas 1,4% em 2025, ficando atrás de outros setores de entretenimento. Ex-executivos de empresas como Xbox e PlayStation têm apontado aplicativos de “scrolling”, como TikTok e Instagram, como concorrentes diretos pelo tempo livre dos usuários. Mesmo com aumentos expressivos nos preços de hardware, assinaturas e jogos, o crescimento tímido reflete os desafios que o setor deve continuar enfrentando em 2026 e além.

No fim das contas, o fato de Call of Duty: Black Ops 7 não ter liderado 2025 em vendas não indica queda de relevância da franquia, mas sim uma mudança clara no modelo de consumo — impulsionada por serviços de assinatura, novos hábitos de uso e uma indústria que entra em 2026 sob pressão crescente.

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Beyond Good and Evil 2 sobreviveu aos mais recentes cortes da Ubisoft

Mesmo após a recente reestruturação interna que levou ao cancelamento de diversos projetos, Beyond Good and Evil 2 segue vivo dentro da Ubisoft. Segundo apuração do Insider Gaming, o jogo continua em desenvolvimento ativo — ao menos por enquanto — apesar de ser um dos títulos mais problemáticos e demorados da história da empresa.

Anunciado originalmente em 30 de maio de 2008, Beyond Good and Evil 2 já acumula mais de 17 anos em desenvolvimento, o que o coloca como o game há mais tempo em produção contínua de que se tem registro. A versão atual do projeto, no entanto, vem sendo trabalhada desde cerca de 2017, o que ainda representa algo entre oito e nove anos de desenvolvimento.

Apesar da linha do tempo caótica e das mudanças constantes de escopo e direção, a Ubisoft acredita que o projeto ainda tem potencial.

Em 2023, o projeto passou por um de seus momentos mais delicados, quando o estúdio Ubisoft Montpellier foi alvo de uma investigação interna após um número considerado “sem precedentes” de desenvolvedores relatarem burnout e entrarem em licença médica. De acordo com fontes, as sucessivas reformulações e adiamentos já teriam custado à Ubisoft mais de US$ 500 milhões em desenvolvimento — um valor que, por ora, a empresa considera justificável.

Ainda assim, não há qualquer previsão concreta de lançamento. Internamente, a expectativa é de que o jogo ainda leve anos para finalmente ver a luz do dia.

Um novo relatório do site Insider Gaming confirmou que o Beyond Good and Evil 2 sobreviveu aos mais recentes cortes da Ubisoft.

Relembre o caso: a reestruturação da Ubisoft

Ontem (21), a Ubisoft anunciou uma ampla reestruturação organizacional e estratégica, que resultou no cancelamento de seis jogos — incluindo o remake de Prince of Persia: The Sands of Time — e no adiamento de outros sete projetos. A empresa afirmou que revisou todo o seu pipeline de conteúdo e decidiu “refocar o portfólio” para priorizar qualidade, reduzir riscos e concentrar recursos nos projetos com maior potencial de retorno a longo prazo.

Segundo a própria Ubisoft, o mercado se tornou mais competitivo e seletivo, o que levou a companhia a elevar seus critérios internos de qualidade. A decisão incluiu o abandono de três novas IPs e de um título mobile ainda não anunciado, além da reavaliação profunda de projetos em andamento.

Nesse contexto, a sobrevivência de Beyond Good & Evil 2 chama atenção, especialmente pelo seu histórico conturbado, pelos custos elevados e pela longa lista de reformulações. Ainda assim, por enquanto, o projeto segue em frente — mesmo que seu futuro continue envolto em incertezas.

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Demanda de IA por GPUs explode e faz preços dispararem, alerta Jensen Huang

NVidia é a nova empresa mais valiosa do mundo!

Jensen Huang, CEO da Nvidia, definitivamente deixou de ser um nome conhecido apenas no mundo dos games. Durante sua participação no Fórum Econômico Mundial, o executivo falou sobre a explosão da demanda por inteligência artificial, possíveis bolhas no setor e, principalmente, sobre o impacto da IA no mercado de trabalho — agora e no futuro.

Em uma conversa com Larry Fink, CEO da BlackRock (que arrancou risadas ao chamar a Nvidia de “nuh-vidia” durante o bate-papo), Huang destacou como o crescimento da IA está mudando completamente o negócio da empresa.

Um bom teste para saber se existe uma bolha em IA é observar que hoje já temos milhões de GPUs da Nvidia na nuvem. Estamos em praticamente todas as clouds, somos usados em todo lugar”, disse Huang. “E se você tentar alugar uma GPU da Nvidia hoje em dia, é incrivelmente difícil. O preço de aluguel está subindo não só para a geração mais recente, mas também para GPUs de duas gerações atrás.

Segundo ele, essa escalada de preços acontece porque o número de empresas de IA está disparando, assim como o volume de companhias redirecionando seus orçamentos de P&D para esse tipo de tecnologia.

Datacenters já superam os games — e por muito

O principal motor dessa transformação é o negócio de datacenters da Nvidia, que já rende várias vezes mais do que a divisão de games. Entre agosto e setembro do ano passado, a empresa faturou US$ 51,2 bilhões com datacenters, contra US$ 4,3 bilhões com jogos no mesmo período.

A demanda por GPUs como as futuras Rubin, as B100/B200 e até modelos mais antigos, como H100/H200, está tão alta que começa a impactar também o mercado gamer.

Um exemplo claro é a RTX 5090. Apesar de ser uma placa extremamente poderosa para jogos, ela também é usada em aplicações menores de IA. Lançada por US$ 1.999, hoje já aparece sendo vendida por US$ 4.000 ou mais em alguns mercados.

Falando no Fórum Econômico Mundial, Jensen Huang, CEO da NVidia, afirmou que a demanda por IA fará o preço das GPUs dispararem.

Produção limitada e preços nas alturas

Outro fator crítico é a capacidade de produção. Quando a IA “bate à porta” pedindo chips — sejam GPUs ou memória — simplesmente não existe oferta suficiente no curto prazo.

É por isso que até os preços de RAM estão subindo: a demanda de datacenters é mais lucrativa e prioridade absoluta frente ao mercado consumidor.

Isso vai criar muitos empregos”, afirmou Huang, citando a necessidade de mão de obra qualificada para construir datacenters gigantes e expandir a produção de energia para alimentá-los.

IA não vai tirar empregos — vai faltar gente

Um dos pontos mais fortes da fala de Huang foi sua visão sobre o impacto da IA no trabalho. Para ele, a tecnologia não vai gerar desemprego em massa, mas sim uma escassez de mão de obra.

Uma forma simples de entender o impacto da IA em um trabalho é separar o propósito da função das tarefas que ela executa”, explicou.

Ele usou a si mesmo como exemplo:

Se você colocasse uma câmera em nós dois e só observasse, provavelmente acharia que somos digitadores, porque eu passo o tempo todo digitando. Então, se a IA automatizar a digitação e a previsão de palavras, pareceria que ficaríamos sem emprego. Mas esse não é o nosso propósito.

Huang aplicou a mesma lógica a profissões da área da saúde:

No caso de radiologistas e enfermeiros, o propósito é cuidar de pessoas. Esse propósito é ampliado e tornado mais produtivo quando as tarefas repetitivas são automatizadas.

Na visão do CEO da Nvidia, a IA não substitui o valor humano — ela remove tarefas mecânicas e libera as pessoas para focarem no que realmente importa em cada profissão.

Falando no Fórum Econômico Mundial, Jensen Huang, CEO da NVidia, afirmou que a demanda por IA fará o preço das GPUs dispararem.

Mas por que, afinal, as GPUs se tornaram tão centrais para a revolução da inteligência artificial?

Diferentemente das CPUs, que são otimizadas para executar poucas tarefas complexas em sequência, as GPUs foram projetadas para realizar milhares de operações simultâneas. Esse tipo de processamento massivamente paralelo é exatamente o que modelos de IA precisam para treinar redes neurais e executar inferências em larga escala.

Na prática, isso significa que GPUs aceleram de forma dramática tanto o treinamento quanto o uso de sistemas de IA, reduzindo custos e tempo de processamento. É por isso que chips originalmente criados para jogos hoje são o coração de datacenters, supercomputadores e serviços de nuvem focados em inteligência artificial — e também o principal gargalo quando a demanda por IA dispara mais rápido do que a capacidade de produção.

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Mais detalhes do aguardadíssimo Forza Horizon 6 foram revelados

Através do site oficial do Xbox, a Playground Games revelou novos detalhes do aguardadíssimo Forza Horizon 6, que foi confirmado hoje (25).

Com o Xbox Developer Direct acontecendo hoje, às 15h (horário de Brasília), um novo vazamento já começou a roubar a cena. O insider billbil-kun, conhecido por vazar informações com alto índice de acerto, divulgou novos detalhes das edições de Forza Horizon 6.

Segundo o relatório, o jogo será lançado oficialmente em 19 de maio de 2026, algo que já havia vazado anteriormente. Além disso, quem adquirir a edição Premium terá acesso antecipado de quatro dias, podendo jogar já a partir de 15 de maio de 2026. A informação bate com uma fuga anterior detectada pela equipe do Xbox Infinite, que encontrou uma popup “dentro do jogo” exibindo justamente essa data para a edição Premium.

Outro detalhe curioso revelado no relatório é que a capa de Forza Horizon 6 será estrelada pelo Toyota GR GT, reforçando a presença de modelos conceituais e superesportivos modernos como destaque visual da franquia. Confira a imagem da capa que foi borrada para evitar mais spoilers:

Um conhecido insider compartilhou mais detalhes em torno do aguardado Forza Horizon 6, novo jogo da Playground Games.

Edições confirmadas

De acordo com billbil-kun, após múltiplas verificações, estas seriam as edições planejadas para o lançamento:

  • Forza Horizon 6 – Edição Standard: 19 de maio de 2026
  • Forza Horizon 6 – Edição Deluxe: 19 de maio de 2026
  • Forza Horizon 6 – Edição Premium: 15 de maio de 2026 (acesso antecipado)

A edição Premium incluiria o passe VIP, passe de carros, pacote de boas-vindas e o pacote de carros Time Attack. Outros pacotes devem ser disponibilizados após o lançamento. Já o conteúdo exato da edição Deluxe ainda não foi revelado.

Versão física e preço

Outro ponto importante é que Forza Horizon 6 deve ter versão física no Xbox Series X, mas apenas para a edição Standard, com lançamento no mesmo dia da versão digital.

No preço, a Europa manteria o padrão da franquia: €69,99, o mesmo valor de Forza Horizon 5 em seu lançamento. Nos Estados Unidos, o jogo custaria US$ 69,99. Em conversão direta, isso colocaria o preço em algo em torno de R$ 350 a R$ 400 no Brasil, antes de impostos e ajustes regionais — o valor final em reais ainda dependerá da política de preços da Microsoft por aqui.

Tudo pode ser confirmado hoje

Até agora, a Microsoft não confirmou oficialmente essas informações. No entanto, considerando o histórico de acertos de billbil-kun e o fato de que o Xbox Developer Direct acontece hoje, às 15h, há uma boa chance de que a data de lançamento, as edições e até a arte oficial de Forza Horizon 6 sejam reveladas oficialmente ainda nesta apresentação.

Se o vazamento se confirmar, Forza Horizon 6 chegará ao mercado pouco mais de quatro anos após Forza Horizon 5, mantendo o ritmo tradicional de grandes lançamentos da Playground Games para a franquia, além de ser o primeiro lançamento do estúdio para este ano, que ainda pretende lançar o Fable.

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Indústria de jogos pode “nunca mais ser a mesma” após futuras mudanças no Xbox, sugere jornalista

Xbox Games Showcase 2025
Xbox Games Showcase 2025

Derek Strickland, jornalista do site TweakTown, publicou uma série de posts nas redes sociais apontando para mudanças profundas no futuro do Xbox. Segundo ele, a Microsoft estaria se preparando para revelar uma nova fase da marca, com anúncios que poderiam acontecer durante o 25º aniversário do Xbox.

Strickland afirma que “grandes mudanças estão chegando ao Xbox” e que, quando elas forem apresentadas, “a indústria de jogos como um todo pode nunca mais ser o mesmo”. Entre os principais pontos levantados por ele estão:

  • Streaming em nuvem gratuito com anúncios
  • Uma loja no app mobile do Xbox, vendendo jogos de console, PC e microtransações
  • Unificação do Xbox com o Windows PC em um único dispositivo

De acordo com o jornalista, a Microsoft pode usar o marco dos 25 anos da marca para finalmente apresentar uma visão coesa para essa “nova era do Xbox”. Ele também especula que o streaming gratuito com anúncios poderia vir acompanhado de um controle próprio da Xbox, possivelmente chamado de Sebile, além de um dispositivo de nuvem nos moldes do que o Google tentou fazer com o Stadia.

Strickland ainda vai além e sugere que o próximo jogo de Hideo Kojima, OD, poderia ser um título pensado especificamente para a nuvem, explorando recursos como microfones embutidos no controle.

Conexões com vazamentos e rumores anteriores

Apesar de tudo isso ainda estar no campo da especulação, vários pontos citados por Strickland já apareceram em reportagens e vazamentos anteriores:

Tudo ainda é especulação

É importante deixar claro que todas essas informações partem exclusivamente de Derek Strickland, e refletem sua leitura de bastidores, tendências de mercado e rumores já em circulação. A Microsoft não confirmou oficialmente nenhum desses pontos até o momento.

Ainda assim, o fato de vários desses elementos já terem sido mencionados por jornalistas como Jez Corden e veículos importantes dá mais peso à ideia de que o Xbox realmente caminha para uma transformação estrutural nos próximos anos.

Se essas previsões se concretizarem, o Xbox deixaria de ser apenas um console para se tornar, de vez, uma plataforma unificada entre PC, nuvem e dispositivos dedicados, com novos modelos de monetização e distribuição.

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Clockwork Revolution será o jogo mais ambicioso da inXile

Neste domingo, 8 de junho, durante o Xbox Games Showcase, o time do Xbox apresentou mais detalhes sobre o mundo do Clockwork Revolution.
Clockwork Revolution

Clockwork Revolution está sendo tratado internamente como o projeto mais ambicioso da história da inXile Entertainment. Em entrevista ao GamesRadar+, o chefe do estúdio, Brian Fargo, afirmou que o RPG steampunk é “provavelmente dez vezes mais ambicioso” do que qualquer outro jogo que a equipe já tenha feito, incluindo Wasteland 3.

Em desenvolvimento há cerca de seis anos, o jogo marca a estreia da inXile em um RPG AAA em primeira pessoa e também o primeiro grande lançamento totalmente produzido sob o selo do Xbox Game Studios, após a aquisição do estúdio em 2018. Segundo Fargo, a ideia é levar o nível de reatividade dos RPGs isométricos da casa para uma experiência em primeira pessoa, algo que ele define como um enorme desafio técnico e criativo.

A história se passa em Avalon, uma metrópole steampunk moldada por escolhas que reverberam através do tempo. O jogador controla Morgan Vanette, um personagem totalmente personalizável que descobre como manipular o tempo. A partir disso, cada viagem ao passado pode alterar a cidade, seus habitantes e até linhas narrativas inteiras, tanto em pequena quanto em grande escala.

Fargo reconhece que comparações com jogos como Dishonored e Prince of Persia: The Sands of Time são inevitáveis, especialmente por conta da estética steampunk e das mecânicas temporais. Ele confirma, inclusive, que um dos principais artistas de Dishonored foi contratado e que veteranos de Arcanum também fazem parte da equipe. Ainda assim, o objetivo é que Clockwork Revolution tenha identidade própria e estabeleça sua própria visão sobre viagens no tempo e escolhas narrativas.

Em uma entrevista, o chefe da inXile Entertainment, Brian Fargo, confirmou que o Clockwork Revolution será o jogo mais ambicioso do estúdio.

Reatividade é a peça central do Clockwork Revolution

A reatividade é o pilar central do projeto. De acordo com Fargo, o mundo vai responder constantemente às decisões do jogador, desde grandes atos heroicos até pequenas atitudes questionáveis. A moralidade será tratada de forma aberta: será possível jogar como alguém bondoso, cruel ou algo entre os dois extremos, e o jogo reagirá a isso de forma consistente. Para ele, permitir que o jogador seja realmente “mau” é essencial para que a escolha de ser “bom” tenha significado.

Outro ponto de destaque é a profundidade dos sistemas de progressão. Armas, gadgets e habilidades poderão ser modificados de inúmeras formas. Uma vez encontrada, uma arma acompanha o jogador até o fim do jogo, evoluindo conforme novas modificações são aplicadas. Fargo afirma que a complexidade é proposital e que o estúdio espera ver jogadores debatendo builds, estratégias e combinações online.

A inXile também revelou que está criando cerca de 30% a mais de conteúdo do que qualquer jogador conseguirá ver em uma única campanha. A ideia é incentivar múltiplas jogadas, com abordagens diferentes para a história, o combate e as interações com o mundo.

Clockwork Revolution ainda não tem janela de lançamento definida, mas a promessa é de um RPG profundo, altamente reativo e com um nível de liberdade pouco comum no gênero. Para a inXile, trata-se não só do maior projeto do estúdio até hoje, mas também de uma tentativa clara de redefinir como escolhas e consequências funcionam em um RPG em primeira pessoa.

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