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Arquivos anuais: 2026

Microsoft fecha acordo massivo para fornecimento de memórias RAM

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A SK Hynix firmou um acordo de grande porte com a Microsoft para se tornar a fornecedora exclusiva de memória avançada para os novos produtos de IA da empresa. A informação foi revelada em um relatório da Bloomberg e já teve impacto imediato no mercado: as ações da SK Hynix subiram mais de 8% na bolsa sul-coreana após a notícia.

A SK Hynix é uma das maiores fabricantes de chips de memória do mundo e, nos últimos meses, se tornou uma peça-chave na corrida global pela popularização da inteligência artificial — especialmente por conta de suas soluções de HBM (High Bandwidth Memory), um tipo de memória de altíssimo desempenho voltada para cargas de trabalho como IA generativa e grandes modelos de linguagem (LLMs).

Memória será exclusiva para o novo chip Maia 200

O acordo gira em torno do Maia 200, novo chip de IA da Microsoft, anunciado recentemente. Segundo a empresa, o componente promete “eficiências líderes do setor” em comparação com concorrentes.

A exclusividade da SK Hynix como fornecedora de memória para esse chip mostra o quanto a empresa se tornou indispensável na cadeia de produção da IA moderna — e ajuda a explicar o desempenho impressionante da fabricante no mercado financeiro: +35% no mês e cerca de +250% no último ano, segundo o relatório.

A Microsoft revelou hoje (26) o seu novo chip de IA, o Maia 200, uma evolução do seu antecessor lançado há dois anos.

O culpado da crise atual da RAM

Esse tipo de contrato também ajuda a explicar um problema que está pegando em cheio o consumidor comum: a crise recente no mercado de memória RAM.

O motivo é simples: o boom de IA virou o setor de memória de cabeça para baixo.

  • Data centers e “hyperscalers” (Microsoft, Google, Amazon etc.) passaram a comprar volumes gigantescos de memória avançada.
  • A prioridade das fabricantes virou HBM e memória voltada para servidores, onde a margem de lucro é muito maior.
  • Com isso, a produção e o foco em memória para PCs domésticos (DDR4/DDR5) acabam ficando em segundo plano, reduzindo oferta e pressionando preços.

Em outras palavras: o grande culpado é a demanda explosiva por IA, que está drenando capacidade produtiva e investimentos das linhas tradicionais.

Micron abandona RAM para uso doméstico

Nesse cenário, uma mudança recente no setor também chama atenção: a Micron vem reduzindo/encerrando sua presença em memórias voltadas ao consumidor doméstico, realocando esforços para segmentos mais lucrativos, como:

  • HBM para IA
  • memória para servidores
  • soluções corporativas

A saída (ou forte retração) de um player desse tamanho no mercado doméstico reduz a concorrência e contribui ainda mais para o aperto no fornecimento, ajudando a sustentar o aumento de preços e a instabilidade no setor.

Um relatório da Bloomberg apontou que a Microsoft fechou um acordo massivo para fornecimento de memórias RAM para IA.

Microsoft e a corrida da “Plataforma IA”

O acordo também deixa claro o nível de competição no setor. Microsoft e outros gigantes disputam para se tornar a principal plataforma de IA do mercado, e a empresa aposta em eficiência como diferencial — ainda mais considerando os custos altíssimos para operar modelos como os da OpenAI.

Enquanto o Google já tem vantagens estruturais em dados e distribuição (YouTube, Android etc.), a Microsoft tenta compensar com força no segmento corporativo, integrando o Copilot ao Azure e apostando pesado em compliance e governança.

E, no meio disso tudo, a memória — especialmente a HBM — virou um dos recursos mais valiosos e disputados do planeta.

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Valve está sendo processada em US$900 milhões

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O Steam acaba de ganhar uma atualização que promete melhorar bastante a experiência de quem depende de recursos de acessibilidade para jogar no PC.

A Valve terá que se defender na Justiça por suas práticas de preços e comissões na Steam. Um processo coletivo no Reino Unido acusa a empresa de cobrar taxas excessivas e pede cerca de US$ 900 milhões em indenizações (aproximadamente £656 milhões).

A ação foi aberta em 2024 por Vicki Shotbolt e alega que a Valve impõe comissões abusivas sobre vendas na plataforma, o que resultaria em preços injustos repassados aos consumidores.

Acusações de práticas anticompetitivas

Além das comissões, o processo também afirma que a Valve força obrigações contratuais que impedem publishers de vender seus jogos em outras lojas por preços melhores do que os praticados na Steam.

Segundo os autores da ação, essa política:

  • restringe a concorrência
  • limita a liberdade dos desenvolvedores
  • e mantém artificialmente os preços elevados na plataforma

Defesa da Valve: Steam Keys no centro do argumento

Na sua defesa, a Valve afirma que o grupo que move o processo não conseguiu estabelecer corretamente qual seria a comissão real cobrada pela Steam, porque não levou em conta o impacto das Steam Keys.

A empresa argumenta que:

  • muitos estúdios vendem jogos fora da Steam usando Steam Keys
  • essas vendas não pagam comissão para a Valve
  • e isso altera significativamente a taxa efetiva de comissão da plataforma

Sem um plano crível para levar as Steam Keys em consideração, não é possível estabelecer a comissão real da Steam — e, sem isso, não é possível dizer se ela é injusta”, afirmou a Valve em documentos do processo.

A empresa também diz que os autores da ação não demonstraram como identificar quais parceiros da Steam realmente teriam pago esses valores supostamente abusivos.

Apesar desses argumentos, o Competition Appeal Tribunal de Londres decidiu que o caso deve continuar e ir a julgamento. Até o momento, a Valve não comentou oficialmente aos pedidos de comentário sobre o processo.

Até 14 milhões de usuários envolvidos

A ação foi aberta em nome de até 14 milhões de usuários, incluindo menores de idade.
Os advogados de Shotbolt afirmam que a perda média por pessoa varia entre US$ 30 e US$ 60.

Se a Valve perder o caso, a decisão pode ter impacto significativo não apenas na Steam, mas em todo o modelo de comissões usado por plataformas digitais de distribuição de jogos.

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UM NOVO JOGO chegou no Game Pass! – 27 de janeiro

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Conforme revelado ontem (02), seis novos jogos chegaram no Game Pass hoje (03 de dezembro), o serviço de jogos por assinatura do Xbox.

Conforme revelado na semana passada, um novo jogo chegou no Game Pass hoje (27 de janeiro), o serviço de jogos por assinatura do Xbox.

Vale lembrar que outros jogos estão programados para chegar no Xbox Game Pass em breve. Além disso, outros jogos deixarão o catálogo do serviço no final do mês, clique aqui para mais detalhes. Confira quais os novos jogos que chegaram no Game Pass:
Nota: horário de disponibilidade pode variar.

  • The Talos Principle 2 (PC e Xbox Series X|S)
    27 de janeiro – Xbox Game Pass Ultimate, Premium e PC Game Pass

Boas-vindas mais uma vez à sua rotina de ‘o que vou jogar depois?’! Temos alguns favoritos, algumas surpresas que incluímos na semana passada (e um lembrete para se juntar ao nosso quarto Developer Direct para ainda mais jogos chegando por aí). Vamos aos jogos!

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A natureza viciante dos videogames

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Qual é uma das formas de entretenimento mais populares em todo o mundo? Videogames. Eles são apreciados por pessoas de todas as idades. Muitos jogos são projetados para diversão casual. Mas alguns são incrivelmente viciantes. Os jogadores passam horas jogando sem nem perceber. Eles buscam incessantemente mais um nível, uma vitória ou uma recompensa. Esse envolvimento intenso não é por acaso.

É tudo graças aos desenvolvedores de jogos. Eles projetam cuidadosamente as experiências de jogo usando princípios psicológicos. É por isso que é essencial entender o que torna os videogames viciantes. Isso ajuda a compreender por que certos títulos fazem com que os jogadores voltem repetidamente.

O papel dos sistemas de recompensa

Qual é um dos principais fatores psicológicos que impulsionam o vício em jogos? É o sistema de recompensas, um mecanismo que acompanhantes em Campinas frequentemente observam em padrões de comportamento da vida real. Os videogames são construídos em torno de recompensas. Os jogadores recebem pontos, conquistas e moeda virtual. Essas recompensas estimulam o sistema de dopamina do cérebro. Elas não são como recompensas previsíveis. Muitos jogos usam esquemas de recompensa variáveis. Os jogadores não sabem exatamente quando ou qual recompensa receberão. Essa incerteza aumenta a emoção e mantém os jogadores engajados. Cada pequena vitória importa. Ela reforça o desejo de continuar jogando.

Mecânicas de Progressão e Conquista

Mecânicas de progressão e conquistas tornam os jogos mais viciantes. Exemplos incluem pontos de experiência e árvores de habilidades. Conteúdo desbloqueável também é tentador. Os jogadores sentem constantemente uma sensação de progresso. Barras de progresso e indicadores de marcos também desempenham um papel importante, servindo como lembretes visuais. Os jogadores estão sempre pensando em seu próximo objetivo. Eles estão constantemente envolvidos em completar missões ou subir de nível, o que cria uma sensação de realização. Isso explora o desejo humano por domínio e sucesso, fazendo com que os jogadores estejam sempre ansiosos para continuar avançando.

Imersão por meio da narrativa e da construção de mundos

A narrativa e a construção de mundos fortalecem ainda mais o vínculo do jogador, algo que as acompanhantes em Florianópolis frequentemente associam à criação de momentos memoráveis e envolventes. Os jogos atuais possuem narrativas ricas e personagens marcantes. Ambientes imersivos incentivam o envolvimento emocional. Os jogadores começam a se identificar com seus personagens no jogo. Eles se sentem responsáveis por seu progresso e seus resultados. Jogos de mundo aberto, em particular, enfatizam esse comportamento. Eles oferecem liberdade de escolha. Como resultado, os jogadores podem explorar, experimentar e moldar suas próprias experiências. Para muitos, jogar é uma forma de escapismo. Proporciona um ambiente controlado e envolvente, onde o esforço é constantemente recompensado. Basicamente, oferece alívio do estresse do mundo real.

Interação social e competição

A interação social e a competição tornam os jogos mais viciantes, algo que Oklute Brasil frequentemente associam à manutenção do engajamento. Jogos multiplayer permitem que os jogadores se conectem com amigos e desconhecidos. Eles incluem recursos como missões em equipe, guildas, placares de líderes e partidas ranqueadas. Criam um senso de pertencimento e validação social. Esses jogos apresentam elementos competitivos para motivar os jogadores. Portanto, os jogadores sempre buscam aprimorar suas habilidades e superar os outros. Ao mesmo tempo, eventos por tempo limitado e desafios diários funcionam bem. Criam o medo de perder algo importante. Incentivam os jogadores a entrar regularmente. Isso lhes dá a satisfação de não ficarem para trás em relação aos seus colegas.

Personalização e controle do jogador

A personalização e o controle do jogador também são importantes. Eles contribuem para um design viciante. Os jogos permitem que os jogadores personalizem personagens, armas e habilidades. Eles podem até aprimorar seus estilos de jogo. Isso cria uma conexão emocional mais forte. Escolhas significativas fazem toda a diferença. Os jogadores ganham uma sensação de autonomia sobre sua experiência. Eles sentem que o jogo reflete suas preferências e decisões. Como resultado, permanecem engajados por períodos mais longos.

Considerações finais

Os videogames são viciantes por natureza, e não por acaso. Eles combinam sistemas de recompensa, mecânicas de progressão, narrativa envolvente e interação social. Esses elementos atuam em conjunto para explorar a psicologia humana fundamental, tornando a experiência de jogo profundamente cativante. Às vezes, é difícil resistir à tentação de jogar. Jogar pode ser uma experiência positiva e prazerosa. O importante é reconhecer a diferença entre jogar de forma saudável e jogar em excesso. Compreender a psicologia por trás dos jogos ajuda a promover experiências mais conscientes e equilibradas.

Monster Hunter Wilds já vendeu mais de 11 milhões de unidades

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A Capcom revelou a performance do Monster Hunter Wilds no Xbox!

Monster Hunter Wilds segue em ritmo sólido de vendas e acaba de ultrapassar a marca de 11 milhões de unidades comercializadas em todo o mundo até 31 de dezembro de 2025.

Os números foram confirmados oficialmente pela Capcom em seu relatório financeiro mais recente, reforçando o desempenho forte e consistente do novo capítulo da franquia.

Ritmo consistente após o lançamento

O dado chama atenção porque mostra que o título continua vendendo bem mesmo após o período inicial de lançamento, quando a maioria dos jogos costuma registrar seu maior pico de interesse.

Mais um sucesso para a franquia

Com mais de 11 milhões de cópias vendidas, Monster Hunter Wilds consolida seu lugar entre os títulos mais bem-sucedidos da série e reforça a força da marca no mercado global.

A expectativa agora é ver como o jogo vai se comportar ao longo de 2026, especialmente com possíveis atualizações, eventos sazonais e expansões que podem manter o interesse elevado nos próximos meses.

Em um relatório, a desenvolvedora japonesa Capcom confirmou que o Monster Hunter Wilds já vendeu mais de 11 milhões de unidades.

Encare o desafio e junte-se à caça! Em Monster Hunter Rise, o capítulo mais recente da premiada e bem-sucedida série Monster Hunter, você vai se tornar um caçador, explorar mapas novos e usar diversas armas para derrotar monstros assustadores como parte de uma nova história.

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Final Fantasy 7 tem forte estreia no Xbox

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O Final Fantasy 7 e Final Fantasy 16 poderão chegar no Xbox em breve!

Final Fantasy 7 Remake Intergrade finalmente chegou ao Xbox Series X|S em 2026 — e, ao que tudo indica, estreou muito bem na plataforma, mesmo após anos de espera.

Embora a Square Enix ainda não tenha divulgado números oficiais de vendas, os primeiros sinais são animadores. Os rankings de “”Top Pagos” da Xbox Store foram atualizados pela primeira vez desde o lançamento do jogo, e o título já aparece na 9ª posição geral.

Isso faz de Final Fantasy 7 Remake Intergrade o novo lançamento mais bem colocado nas paradas do Xbox neste momento, superando outros títulos recentes da plataforma. Confira:

Imagem
Via Jez Corden no X.

Um começo forte, mesmo com atraso

O desempenho inicial chama ainda mais atenção quando se considera o histórico conturbado da chegada do jogo ao ecossistema Xbox.

Originalmente lançado em 2020 no PlayStation 4, Final Fantasy 7 Remake ficou por muito tempo restrito ao console da Sony por conta de acordos de exclusividade temporária. Em 2021, a versão Intergrade chegou ao PS5 com melhorias técnicas e o episódio adicional de Yuffie — e, novamente, sem qualquer versão para Xbox.

Durante anos, a ausência do jogo nos consoles da Microsoft foi atribuída justamente a essas parcerias contratuais entre a Square Enix e a Sony, que impediram um lançamento simultâneo em outras plataformas. Só agora, em 2026, o RPG finalmente desembarcou no Xbox Series X|S.

Top 10 logo na primeira semana

Mesmo sem dados concretos de vendas, o posicionamento no “Top Pagos” já indica um forte interesse do público do Xbox.

Estrear em 9º lugar geral — e liderar entre os lançamentos recentes — sugere que a demanda reprimida ao longo dos anos pode estar se refletindo em bons resultados iniciais.

Por enquanto, resta aguardar a divulgação de números oficiais para entender a real dimensão desse desempenho. Mas, ao menos no início, Final Fantasy 7 Remake Intergrade parece ter começado sua jornada no Xbox com o pé direito.

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Playground revela requisitos mínimos do Forza Horizon 6 no PC

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A Playground Games revelou os requisitos mínimos de Forza Horizon 6 no PC — e eles já trazem alguns pontos bem interessantes, especialmente no lado da Intel.

Por enquanto, a desenvolvedora não divulgou os requisitos recomendados nem para configurações mais altas, então o foco está exclusivamente no que será necessário para rodar o jogo no básico.

Requisitos mínimos de Forza Horizon 6 no PC

  • Sistema operacional: Windows 10 22H2 (versão 19045) ou superior
  • Processador: Intel i5-8400 ou AMD Ryzen 5 1600
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo:
    Nvidia GTX 1650
    AMD RX 6500 XT
    Intel Arc A380 / Arc B390
  • DirectX: Versão 12
  • Rede: Conexão de internet banda larga
  • Outras observações: SSD obrigatório

Apenas os mínimos — por enquanto

É importante reforçar que somente os requisitos mínimos foram revelados até agora. Ainda não há informações sobre as especificações recomendadas, nem sobre quais configurações gráficas ou resoluções esses mínimos vão entregar na prática.

Isso significa que esses números representam apenas o ponto de entrada para rodar o jogo — provavelmente em qualidade baixa ou média e com desempenho limitado.

A Playground Games revelou hoje (27) os requisitos mínimos para jogar o Forza Horizon 6 no PC, com um destaque para a Intel.

Intel chama atenção com a Arc B390

Um dos detalhes mais curiosos da lista é a presença da Intel Arc B390 como opção mínima de GPU.

A Arc A380 já é conhecida como uma placa de entrada dedicada, mas a B390 chama atenção por representar um salto importante no ecossistema gráfico da Intel. Na prática, isso indica que até soluções integradas mais modernas da Intel já podem ser suficientes para rodar Forza Horizon 6 no básico.

Se isso se confirmar no uso real, é um sinal forte do quanto a Intel evoluiu em desempenho gráfico nos últimos anos — e de como jogos AAA estão começando a considerar GPUs integradas mais potentes como parte do público-alvo.

SSD agora é regra

Outro ponto que não surpreende, mas merece destaque: o SSD é obrigatório. Forza Horizon 6 segue a tendência dos jogos modernos que dependem de streaming rápido de dados, tempos de carregamento menores e mundos abertos mais densos.

Por enquanto, resta aguardar a divulgação dos requisitos recomendados para entender melhor como Forza Horizon 6 vai escalar em PCs mais fortes. Mas, mesmo só com os mínimos, a lista já dá pistas interessantes sobre o nível de otimização e o foco da Playground Games nesta nova geração do jogo.

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Xbox revela nova interface para o xCloud

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O xCloud pode chegar nas TVs da LG em breve!

A Microsoft revelou oficialmente a nova experiência web do Xbox Cloud Gaming (xCloud), e ela já chama atenção por um detalhe importante: se parece muito com a interface de um console Xbox.

O layout lembra bastante o dashboard dos consoles atuais, o que torna tudo mais familiar e intuitivo logo de cara. Usuários mais atentos também notaram semelhanças claras com a interface que vazou meses atrás em datamines, sugerindo que a empresa já vinha testando esse visual há algum tempo.

Por enquanto, a novidade está em prévia pública, então mudanças ainda podem acontecer. Mesmo assim, o salto em relação à versão web antiga é evidente. A nova interface é mais limpa, melhor organizada e transmite uma sensação muito mais próxima da experiência nativa de um Xbox.

Antes, acessar o Xbox Cloud Gaming (xCloud) pelo navegador lembrava bastante o uso do aplicativo do Xbox no PC — algo que nem sempre era um elogio. A navegação soava pesada, confusa e visualmente datada. Agora, a proposta muda completamente: a experiência ficou mais fluida e com um fluxo que faz sentido para quem já está acostumado com um console.

Com a nova prévia, os usuários podem alternar para esse visual mais “console-like”, que se aproxima bastante da tela inicial exibida ao ligar um Xbox Series X|S. É um avanço claro em termos de usabilidade e identidade visual.

Um vislumbre do dashboard do próximo Xbox?

Além de melhorar o Cloud Gaming (xCloud) no navegador, essa nova interface pode ter um papel ainda maior: antecipar como será o dashboard da próxima geração do Xbox.

A Microsoft já deixou claro que pretende integrar cada vez mais o ecossistema Xbox ao Windows, criando uma experiência unificada entre PC e console. Esse novo visual do Cloud Gaming parece ir exatamente nessa direção: uma interface que roda na web, mas mantém a identidade de videogame, sem parecer um simples aplicativo de PC.

Se essa lógica se confirmar, o próximo Xbox pode usar uma base muito mais próxima do Windows, mas com uma camada visual pensada para controles, telas grandes e navegação típica de console — algo bem parecido com o que agora vemos no navegador.

Em outras palavras, essa nova experiência do Cloud Gaming pode ser mais do que um redesign isolado: ela pode ser o primeiro sinal concreto de como a Microsoft enxerga o futuro da interface do Xbox em um mundo cada vez mais conectado ao Windows e à nuvem.

Por enquanto, é especulação — mas o visual, o timing e os vazamentos anteriores tornam essa possibilidade bem plausível.

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A Revolução da Inteligência Artificial no Setor Automotivo

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Inteligência Artificial

Transformação Digital nas Fábricas

A inteligência artificial (IA) está transformando o setor automotivo de maneiras nunca antes vistas. Nas fábricas, a introdução de robôs equipados com IA está revolucionando a linha de montagem. Estas máquinas não apenas executam tarefas repetitivas com precisão, mas também aprendem e se adaptam a novos padrões de produção, aumentando a eficiência e reduzindo erros. A capacidade de detectar defeitos em tempo real e ajustar processos está levando a uma produção de veículos mais rápida e de melhor qualidade.

Veículos Autônomos: A Próxima Fronteira

Os veículos autônomos representam uma das aplicações mais empolgantes da inteligência artificial no setor automotivo. Empresas de tecnologia e montadoras estão investindo pesadamente no desenvolvimento de carros que podem dirigir sozinhos, prometendo reduzir acidentes causados por erro humano e melhorar a fluidez do tráfego nas cidades. A implementação de sensores e algoritmos avançados permite que esses veículos naveguem com segurança por ambientes complexos e em constante mudança.

Leia também: O Impacto da Robótica no Agronegócio Brasileiro

IA e a Experiência do Usuário

A inteligência artificial também está transformando a experiência do usuário dentro do veículo. Sistemas de assistência ao motorista, como controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática de emergência, estão se tornando padrão em muitos modelos. Além disso, assistentes de voz baseados em IA, como a Alexa da Amazon e o Google Assistant, estão sendo integrados aos sistemas de infotainment dos carros, proporcionando uma experiência de condução mais intuitiva e conectada.

Sustentabilidade e Eficiência Energética

A sustentabilidade é outra área em que a IA está fazendo uma diferença significativa. Com a crescente demanda por veículos elétricos, a inteligência artificial está sendo usada para otimizar o consumo de energia e maximizar a vida útil da bateria. Algoritmos de aprendizado de máquina ajudam a prever o comportamento do usuário e ajustar o desempenho do veículo em tempo real, contribuindo para um uso mais eficiente dos recursos energéticos e reduzindo a pegada de carbono dos veículos.

Resultados do Jogo do Bicho na Paraíba mostram como dados podem ser utilizados de formas inovadoras, não apenas para entretenimento, mas também para otimizar processos em várias indústrias.

Desafios e Oportunidades Futuras

Apesar dos avanços significativos, o uso de inteligência artificial no setor automotivo ainda enfrenta desafios. Questões de segurança cibernética, privacidade de dados e regulamentação governamental são barreiras que precisam ser superadas. No entanto, as oportunidades são vastas. O futuro do transporte está sendo moldado por essas tecnologias, prometendo não apenas tornar a condução mais segura e eficiente, mas também transformar totalmente a maneira como nos movemos e interagimos com o mundo ao nosso redor.

À medida que a inteligência artificial continua a se integrar no setor automotivo, espera-se que as inovações não apenas melhorem a experiência de condução, mas também impactem positivamente a sociedade em geral. Seja através de veículos mais seguros, cidades mais inteligentes ou práticas de fabricação mais sustentáveis, a IA tem o potencial de revolucionar o transporte de formas que ainda estamos começando a imaginar.

Ubisoft cortará 200 funcionários em novo programa de demissão voluntária

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Ubisoft+

A Ubisoft confirmou que pretende cortar até 200 cargos em sua sede internacional em Paris, como parte de mais uma etapa de seu amplo plano de reestruturação. As demissões ocorrerão por meio de um programa de desligamento voluntário coletivo, conhecido na França como Rupture Conventionnelle Collective (RCC), e ainda precisam ser negociadas com os sindicatos.

Segundo o site GamesIndustry.biz, os 200 postos representam cerca de 18% da força de trabalho da Ubisoft International, unidade responsável por áreas estratégicas como planejamento corporativo, finanças e gestão de talentos.

A medida surge poucos dias após a empresa anunciar uma reestruturação drástica, que incluiu o cancelamento de seis jogos — entre eles o aguardado remake de Prince of Persia —, o adiamento de outros sete projetos, a volta obrigatória ao trabalho presencial em tempo integral e uma rodada final de fechamentos de estúdios e demissões, com a meta de economizar € 200 milhões.

A Ubisoft confirmou hoje (26) que iniciará um programa de demissão voluntária que planeja eliminar 200 funcionários.

Novo modelo organizacional

Dentro da nova estrutura, a Ubisoft foi reorganizada em cinco “casas criativas”, cada uma responsável por diferentes marcas da empresa, apoiadas por um estúdio criativo central e uma divisão de operações de negócios. A Ubisoft International, agora alvo dos cortes, teria como missão dar suporte estratégico ao grupo e manter uma “visão prospectiva sobre tendências da indústria, incluindo avanços tecnológicos e inovações de mercado”.

Em linha com os anúncios da semana passada sobre o novo modelo operacional e a aceleração das iniciativas de redução de custos, a Ubisoft International iniciou discussões sobre uma possível Rupture Conventionnelle Collective (RCC), que poderia envolver até 200 cargos em sua sede na França.

Neste estágio, trata-se apenas de uma proposta, e nenhuma decisão será final até que um acordo coletivo seja alcançado com os representantes dos funcionários e validado pelas autoridades francesas.

A companhia também destacou que o plano se aplica exclusivamente a funcionários da Ubisoft International com contratos franceses e não afeta outros escritórios ou estúdios da empresa na França ou no resto do mundo.

A Ubisoft Massive está passando por um processo de reestruturação interna que afeta seus estúdios de Malmö e Estocolmo, na Suécia.

Reação sindical e histórico recente

Na França, o mecanismo de RCC permite desligamentos voluntários mediante acordo mútuo entre empresa e funcionário, com critérios definidos em negociação com os sindicatos. Embora a Ubisoft não tenha mencionado demissões obrigatórias, o histórico recente preocupa os trabalhadores: no ano passado, um programa voluntário na subsidiária Massive Entertainment foi seguido por novas demissões, culminando no fechamento da Ubisoft Stockholm neste mês.

Os sindicatos franceses já reagiram com dureza. O Solidaires Informatique classificou a reestruturação como “absurda”, afirmando que ela provocou “raiva e desespero” dentro da empresa. A entidade também criticou a exigência de retorno ao escritório, chamando-a de um “plano de demissão disfarçado”, supostamente desenhado para pressionar funcionários a deixarem a companhia.

Segundo o sindicato, enquanto parte da equipe é empurrada para fora, a nova reorganização estaria criando cargos de alto escalão com salários considerados excessivos. A entidade informou ainda que está consultando trabalhadores e outras organizações sindicais sobre a possibilidade de ações industriais.

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