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Adeus: estes jogos deixarão o Game Pass no final de janeiro

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Seis jogos foram confirmados no Game Pass!

Com a chegada da metade do mês de janeiro e com a segunda leva de jogos do Game Pass já revelada, a Microsoft divulgou os jogos que estão saindo do catálogo no dia 31 de janeiro, final do mês.

A Microsoft divulgou que estes jogos sairão do catálogo no dia 31 de janeiro, portanto se você ainda não jogou algum deles, aproveite. Vamos atualizar mensalmente, os jogos que saem tanto do Xbox, Xbox Cloud Gaming e PC.

O Xbox revelou quais jogos que estão saindo do catálogo do Xbox Game Pass na metade de janeiro, dia 15. São seis jogos.

É importante destacar que a segunda leva de jogos do Game Pass já foi revelada, e novos jogos serão lançados no serviço nos próximos dias. Fique de olho aqui na Central Xbox para descobrir o que vem por aí!

Jogos que estão saindo do Game Pass no final de janeiro:

  • Shady Part of Me (nuvem, PC e console)
  • Cataclismo (PC)
  • Starbound (nuvem, PC e console)
  • Lonely Mountains Snow Riders (nuvem, PC e console)
  • O Mundo da Paw Patrol Patrulha Canina (nuvem, PC e console)
  • Citizen Sleeper 2 Starward Vector (nuvem, PC e console)
  • Orcs Must Die! Deathtrap (nuvem, PC e console)

Aproveite para conferir a nossa Lojinha Virtual, com dicas de TVsControlesHeadsets, e produtos para você deixar seu cantinho Gamer do jeito que quiser.

Nova atualização do Windows 11 afeta performance em jogos em placas NVidia

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A Microsoft liberou recentemente a atualização KB5074109 para o Windows 11, e embora o pacote traga uma série de correções críticas de segurança, ele rapidamente se tornou alvo de controvérsia entre jogadores de PC. Usuários relatam quedas perceptíveis de desempenho em jogos, especialmente em sistemas equipados com placas de vídeo da NVIDIA.

Do ponto de vista da segurança, o update é considerado extremamente importante. A KB5074109 corrige 114 vulnerabilidades, incluindo falhas classificadas como críticas, tornando sua instalação altamente recomendada para usuários preocupados com proteção de dados e estabilidade do sistema. Além disso, a atualização resolve um bug específico relacionado a NPUs (Neural Processing Units), melhorando a eficiência energética e a autonomia de bateria em notebooks da categoria conhecida como “AI PCs”.

Queda de FPS preocupa jogadores

Apesar dos benefícios, a atualização passou a ser questionada após diversos relatos de perda de desempenho em jogos. Um dos usuários afetados afirma ter observado quedas de 15 a 20 FPS em títulos que antes rodavam de forma estável. Segundo o relato, o problema foi solucionado ao restaurar o sistema para um ponto anterior à instalação da KB5074109, recuperando imediatamente a performance perdida.

Até o momento, a maioria dos relatos envolve GPUs GeForce, o que sugere uma possível interação problemática entre a atualização do Windows e os drivers da NVIDIA. Ainda não há confirmação oficial de que placas de outras fabricantes, como AMD ou Intel, também sejam afetadas, mas a possibilidade não está descartada.

Segundo relatos do Reddit, a nova atualização do Windows 11 está afetando a performance de jogos em placas NVidia.

Histórico de problemas semelhantes

Essa não é a primeira vez que uma atualização do Windows gera impactos negativos no desempenho de jogos. O update de outubro de 2025 do Windows 11, por exemplo, ficou conhecido por causar perdas de performance em determinados títulos rodando em GPUs da NVIDIA, problema que só foi amenizado após ajustes em drivers e correções subsequentes do sistema operacional.

Esse tipo de situação geralmente envolve mudanças internas no gerenciamento de memória, agendamento de CPU/GPU, otimizações de segurança em nível de kernel ou até alterações em APIs gráficas como DirectX, que podem afetar diretamente a forma como os drivers se comunicam com o hardware.

Causa ainda é desconhecida

Até agora, a Microsoft não se pronunciou oficialmente sobre os relatos de queda de desempenho, e também não está claro se o problema pode ser resolvido apenas com uma atualização de driver da NVIDIA ou se será necessária uma correção direta no Windows.

Enquanto isso, usuários que dependem do PC para jogos enfrentam um dilema: manter a atualização instalada por motivos de segurança ou reverter temporariamente o sistema para preservar a performance.

Mais informações devem surgir nos próximos dias, à medida que a Microsoft e a NVIDIA investigam o problema. Até lá, a KB5074109 entra para a lista de atualizações do Windows que, apesar de bem-intencionadas, acabam gerando dores de cabeça para parte da comunidade gamer de PC.

Como desinstalar a atualização do Windows 11 e evitar problemas de performance em GPUs NVidia:

Para desinstalar a atualização do Windows 11, basta abrir as configurações, digitar “Windows Update” na caixa de pesquisa, selecionar “Configurações do Windows Update”, ir até “Histórico de atualizações”, descer até “Desinstalar atualizações” e selecionar a atualização KB5074109, que geralmente ficará no final da lista. Confira:

Segundo relatos do Reddit, a nova atualização do Windows 11 está afetando a performance de jogos em placas NVidia.
Nota: a atualização já foi desinstalada neste sistema, por conta disso ela não aparece na lista.

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Ubisoft confirma saída de produtor executivo da Massive Entertainment

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A Ubisoft Massive está passando por um processo de reestruturação interna que afeta seus estúdios de Malmö e Estocolmo, na Suécia.

A Ubisoft confirmou que Julian Gerighty, produtor executivo da franquia Tom Clancy’s The Division, está deixando a Massive Entertainment para assumir um novo desafio na Battlefield Studios. A informação foi compartilhada pela própria equipe em uma mensagem direcionada à comunidade.

Gerighty foi uma das figuras centrais por trás do desenvolvimento e da consolidação do universo de The Division, ajudando a moldar tanto a identidade da franquia quanto sua evolução ao longo dos anos. Segundo a Massive, embora a saída represente uma perda importante, o legado do produtor continuará presente no estúdio e nos projetos futuros da série. Confira o comunicado:

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Continuidade garantida para a franquia

Apesar da mudança, a Ubisoft tratou de tranquilizar os jogadores. De acordo com o estúdio, as equipes que trabalharam ao lado de Julian Gerighty permanecem ativas, mantendo o mesmo compromisso com o futuro da franquia. Isso inclui o suporte contínuo a The Division 2, além do desenvolvimento de The Division 2: Survivors, The Division Resurgence e The Division 3.

A empresa reforça que a visão criativa e os planos de longo prazo para a série seguem inalterados, com foco em expandir o universo e entregar novas experiências aos jogadores.

Novo capítulo em Battlefield

Embora a Ubisoft não tenha detalhado exatamente qual será o papel de Gerighty na Battlefield Studios, a mudança acontece em um momento estratégico para a franquia Battlefield, que passa por uma fase de reestruturação e busca recuperar prestígio após lançamentos recentes com recepção dividida.

A chegada de um produtor com experiência em mundos persistentes, serviços contínuos e construção de comunidades pode indicar uma tentativa de fortalecer a direção criativa e o planejamento de longo prazo da série.

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OpenAI confirma que testará anúncios no ChatGPT

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A OpenAI anunciou que começará, nas próximas semanas, a testar anúncios no ChatGPT para usuários dos planos Free e Go. Junto do anúncio, a empresa divulgou oficialmente seus princípios de publicidade, destacando que a introdução de anúncios não irá comprometer a experiência, a privacidade nem a qualidade das respostas.

Segundo a OpenAI, a decisão faz parte do plano de tornar a IA mais acessível, mantendo o serviço gratuito sustentável no longo prazo, mas sem adotar práticas comuns da publicidade digital tradicional.

Respostas não serão influenciadas por anúncios

Um dos pontos centrais apresentados é a independência das respostas. A OpenAI afirma que anúncios não influenciam o conteúdo das respostas do ChatGPT, que continuam sendo geradas com base apenas no que é mais útil para o usuário. Além disso, os anúncios serão sempre separados e claramente identificados, evitando confusão entre conteúdo patrocinado e respostas da IA.

A OpenAI anunciou que começará, nas próximas semanas, a testar anúncios no ChatGPT para usuários dos planos Free e Go.

Conversas permanecem privadas

Outro pilar importante é a privacidade. De acordo com a empresa, conversas com o ChatGPT não serão compartilhadas com anunciantes, e os dados não são vendidos para fins publicitários. A OpenAI reforça que a publicidade não terá acesso ao conteúdo das conversas.

Controle total para o usuário

A OpenAI também destaca que os usuários terão controle sobre o uso de dados para anúncios, incluindo a possibilidade de desativar personalização e limpar informações usadas para publicidade a qualquer momento. Além disso, a empresa garante que sempre haverá uma forma de usar o ChatGPT sem anúncios, incluindo planos pagos livres de publicidade.

Planos pagos continuarão sem anúncios

Por fim, a OpenAI confirmou que ChatGPT Pro, Business e Enterprise não terão anúncios, mantendo esses planos completamente livres de publicidade. Segundo a empresa, a prioridade é confiança e experiência do usuário, e não maximizar tempo de uso ou receita publicitária.

Com isso, a OpenAI tenta se diferenciar de modelos tradicionais de anúncios, apostando em transparência, separação clara entre conteúdo e publicidade e maior controle nas mãos do usuário.

A OpenAI anunciou que começará, nas próximas semanas, a testar anúncios no ChatGPT para usuários dos planos Free e Go.

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Confira os lançamentos do Game Pass para a próxima semana de janeiro

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Game Pass Ultimate

A semana promete ser agitada para o Xbox Game Pass, já que mais jogos deverão ser lançados no serviço nos próximos dias.

Até o momento, dois jogos serão lançados no Xbox Game Pass nesta semana. Entretanto, a lista pode aumentar com “lançamentos surpresa”, principalmente com a realização do primeiro evento do Xbox do ano e que pode contar com um shadowdrop. Confira a lista completa:

  • Resident Evil Village (Cloud, Console e PC) – 20 de janeiro;
    Game Pass Ultimate, Game Pass Premium e PC Game Pass
  • Mio: Memories in Orbit (Cloud, Handheld, PC e Xbox Series X|S) – 20 de janeiro.
    Game Pass Ultimate e PC Game Pass

Através do Xbox Wire, a Microsoft divulgou os novos jogos que chegarão no catálogo do Xbox Game Pass para Console, xCloud e PC em janeiro.

Bem-vindos ao ano novo, amigos! Feliz por estar de volta com mais jogos e mais diversão. Vamos nessa!

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Ace Combat 7 já vendeu mais de sete milhões de unidades

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Ace Combat 7 DLC Top Gun

A Bandai Namco anunciou que Ace Combat 7: Skies Unknown ultrapassou a marca de 7 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, consolidando o título como um dos maiores sucessos da longa franquia de combate aéreo. O número reforça a relevância da série mesmo anos após o lançamento original, impulsionada por atualizações, versões para múltiplas plataformas e um interesse contínuo da comunidade.

Lançado em 2019, Ace Combat 7 marcou o retorno da série após um longo hiato, trazendo de volta o universo de Strangereal, narrativa mais elaborada e um foco maior em imersão, clima e história. O jogo também se destacou pelo uso intenso da Unreal Engine, que elevou o padrão visual da franquia, além de mecânicas de voo acessíveis, mas profundas o suficiente para agradar veteranos.

Desde então, o título recebeu conteúdos adicionais, incluindo novas aeronaves, missões extras e melhorias gerais, o que ajudou a manter o jogo relevante por vários anos. A marca de 7 milhões evidencia não apenas o sucesso comercial do jogo, mas também o apelo duradouro da franquia Ace Combat, que existe há mais de duas décadas. Confira:

Através do seu perfil oficial no X, a Bandai Namco confirmou que o Ace Combat 7 já vendeu mais de sete milhões de unidades.

O futuro da franquia Ace Combat

Com o desempenho expressivo de Ace Combat 7, a Bandai Namco já confirmou no The Game Awards 2025 que um novo jogo está em desenvolvimento. O próximo título está sendo produzido pela Bandai Namco Aces, estúdio interno criado especificamente para cuidar da franquia Ace Combat, com foco em projetos de longo prazo e maior ambição técnica.

Embora poucos detalhes oficiais tenham sido revelados até o momento, a expectativa é que o próximo Ace Combat leve ainda mais longe os pilares estabelecidos em Skies Unknown, incluindo melhorias significativas em gráficos, física de voo, destruição ambiental e narrativa. Também há indícios de que o estúdio pretende explorar tecnologias mais modernas, aproveitando plenamente o hardware da atual geração de consoles e PCs.

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A Lendária CS 1.6 pelos Olhos dos Jogadores Modernos

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Imagina só: você abre o PC depois de um dia cansativo em 2026, liga o Counter-Strike 1.6, entra num servidor brasileiro lotado e ouve aquele som clássico do menu. De repente, o coração acelera como se fosse 2005 de novo. Milhares de jogadores atuais – muitos que cresceram jogando CS2 ou Valorant – ainda voltam pra essa versão pixelada e “antiga”. Por quê? Porque CS 1.6 não é só um jogo velho: é uma lenda viva, cult e viciante que continua batendo forte no peito de quem entende de tiro em primeira pessoa.

A nostalgia que não envelhece

Você, que talvez tenha começado no CS:GO ou CS2, já deve ter ouvido os veteranos falando: “1.6 era diferente, cara”. E eles têm razão. Jogadores modernos que experimentam baixar e instalar CS 1.6 pela primeira vez ficam surpresos com a pureza do feeling. O recoil da AK47 flui de um jeito que parece natural, o som do spray é seco e satisfatório, e um wallbang bem dado na Long A de Inferno ainda faz o chat explodir em “NOOOOSSA!”.

Muitos jovens jogadores voltam porque CS2, com seus gráficos pesados e subtick polêmico, às vezes frustra. Em 1.6, tudo é direto: entra, joga, fraga. Sem enrolação. Aqueles que jogam CS2 competitivamente usam 1.6 pra treinar aim puro – sem aim assist, sem frescuras. É como voltar pra academia básica depois de anos em máquinas high-tech: dói, mas fortalece.

Mecânicas que ainda são referência

Vamos falar técnico, mas sem complicar. O movimento em CS 1.6 é lendário. Bunnyhop sem scripts forçados, strafe perfeito, air control que permite manobras insanas. Jogadores atuais que vêm de jogos com movement overhaul (como Apex ou Valorant) testam bhop em surf maps e ficam viciados. “Como isso era feito em 2003 e ainda parece melhor?”, eles perguntam.

O aim também é rei. Hitboxes precisas, sem hitreg duvidoso. Um no-scope com AWP ou um clutch 1v3 com Deagle ainda dá arrepio. Muitos pros brasileiros que migraram pro CS:GO/CS2 (tipo fnx, cogu, FalleN) dizem que o aim de 1.6 era o mais honesto. Hoje, quem joga ranked em CS2 volta pro 1.6 pra “sentir o aim de verdade” – sem distrações visuais.

E os ecos? Os eco rounds caóticos com Glock e USP viram lendas. Forçar com pistola, dropar uma flash perfeita e virar o round – isso não tem preço. Jogadores modernos adoram porque é skill-based ao extremo: sem economia complexa demais, só cérebro e dedo.

A comunidade brasileira: o motor que nunca para

Aqui no Brasil a coisa é diferente. Enquanto no resto do mundo 1.6 sobrevive em nichos, aqui é cultura. Servidores 4fun lotados 24/7, clãs antigos ressurgindo, LANs locais acontecendo. Você entra num pub e vê piadas no chat, “rush B sem parar”, memes com Gaules ecoando. A galera jovem que nunca viveu a era das lan houses descobre isso e vicia.

Mods mantêm tudo fresco. Zombie Plague transforma o jogo em survival horror com jetpacks e lasers – milhares jogam todo dia. Surf e bhop viram esporte à parte, com records caindo toda semana. Jailbreak traz risadas com wardens trollando rebels. Gungame pra grindar frags sem parar. Esses mods são criados e atualizados pela comunidade – AMX Mod X permite tudo.

Jogadores atuais amam isso: variedade infinita sem precisar comprar battle pass. Um dia você joga competitivo vanilla, no outro vira zumbi correndo atrás de humanos. É caótico, divertido e acolhedor.

Por que os novos jogadores estão migrando de volta?

Em 2026, CS2 exige PC forte – RTX, CPU boa, muito RAM. Muitos com notebook fraco ou PC de trabalho não rodam bem. CS 1.6? Roda em qualquer batata: 100+ FPS em máquina de 10 anos. Jogadores modernos dizem: “Baixei pra testar, agora jogo todo dia porque não trava nunca”.

Além disso, a toxicidade. Em CS2 ranked às vezes o chat é guerra. Em 1.6 pubs brasileiros, rola zoação, mas é família. Admin ban rápido, VIP grátis, eventos com skin drop. É mais relax, mais humano.

E tem o fator social. Discord cheio de grupos “CS 1.6 BR 2026”, clãs recrutando no WhatsApp. Você faz amigos reais, marca scrim, joga mix. Muitos que jogam CS2 competitivamente usam 1.6 como “esquenta” ou diversão após rage quit.

Os ícones brasileiros que inspiram até hoje

Jogadores modernos olham pros lendas do 1.6 e se inspiram. Cogu, fnx, nak, bit1, FalleN – todos começaram aí. Eles contam histórias de LANs épicas, títulos mundiais com MIBR em 2006. Quem joga hoje vê demo antigo e pensa: “Quero ser assim”. Turnês nostálgicas, FastCup com premiação, comunidades mantendo o legado vivo.

Mesmo pros que nunca viram Major de 1.6, o hype é real. Gaules streamando, contando causos da era antiga – isso puxa nova geração.

Como entrar nessa vibe em 2026?

Quer sentir na pele? É simples:

  1. Procure um pack atualizado Counter-Strike 1.6 (versão limpa ou PT-BR).
  2. Instale – leva uns 5 minutos, 200-300 MB.
  3. Abra o jogo, configure gráficos baixos pra FPS alto.
  4. Consola (~): fps_max 101 ou 1000 com config boa.
  5. Bind útil: bind “f” “use weapon_knife” pra rápido.
  6. Entre em servidor: favorites > add > IP de pub BR (procure “Dust2 1000 FPS” ou “Zombie Plague BR”).
  7. Divirta-se: comece com Dust2 clássico, depois teste mods.

Dica pro: baixe config pra 1000 FPS – aim fica mais suave.

A lendária CS 1.6 não morreu – ela evoluiu nas mãos de quem ama o jogo de verdade. Jogadores modernos descobrem que por trás dos pixels há uma alma: skill pura, amigos, risadas e aquele frio na barriga de um clutch perfeito. É mais que nostalgia; é um lembrete de que os melhores momentos do gaming são simples e eternos.

Agora vai lá, baixa, instala e entra num servidor. O Dust2 te espera, o chat vai zoar seu nick novo, mas no final você vai dropar um ace e sentir que pertence a algo maior. Milhares de brasileiros já estão lá – qual vai ser o seu primeiro rush hoje? Bora jogar!

Novo Life is Strange será revelado na próxima semana

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Através do seu perfil oficial no X, a desenvolvedora Don't Nod confirmou que revelará um novo Life is Strange na próxima semana.

Através do seu perfil oficial no X, a desenvolvedora Don’t Nod confirmou que revelará um novo Life is Strange na próxima semana.

De acordo com a Don’t Nod, o próximo jogo da franquia Life is Strange será revelado no dia 20 de janeiro, terça-feira. Infelizmente, a desenvolvedora não revelou detalhes em torno do game, embora tenha destacado um possível personagem com uma jaqueta com o símbolo de uma ave, que pode ser um dos elementos principais da narrativa do game.

O último Life is Strange lançado nos consoles e PC foi o True Colors, que chegou em 09 de setembro de 2021. Confira a publicação da desenvolvedora:

Separe o real do boato… Junte-se a nós para a revelação exclusiva do próximo jogo Life is Strange.

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Ubisoft cortou raytracing do Assassin’s Creed Shadows no Xbox Series S por falta de RAM

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O Assassin's Creed Shadows recebeu uma nova gameplay!

Um artigo recente publicada pela Digital Foundry trouxe novos detalhes sobre o desenvolvimento de Assassin’s Creed Shadows para o Switch 2, mas acabou revelando informações importantes também sobre as versões de consoles atuais — especialmente o Xbox Series S. Segundo a própria Ubisoft, o console da Microsoft enfrentou limitações severas de memória RAM, o que levou à remoção do raytracing na versão final do jogo.

Em entrevista ao site, o arquiteto técnico de renderização do projeto, Nicolas Lopez, explicou que o RTGI (raytracing de iluminação global) chegou a funcionar corretamente no Series S durante o desenvolvimento. Tecnicamente, o recurso estava estável e visualmente satisfatório. O problema, no entanto, não era desempenho bruto, e sim memória RAM disponível.

De acordo com Lopez, o time estava “muito curto de memória” ao se aproximar da versão final do jogo. Como resultado, a Ubisoft decidiu remover o RTGI da maior parte da experiência, mantendo o recurso ativo apenas em uma área específica: a zona de esconderijo do jogador. O próprio desenvolvedor descreveu a decisão como frustrante, mas necessária para viabilizar o lançamento.

A fala reforça uma realidade já conhecida do Xbox Series S: apesar de sua GPU competente para a proposta do console, o orçamento de memória — especialmente de memória gráfica — é um dos maiores gargalos da plataforma quando se trata de recursos modernos como raytracing.

Series S, Switch 2 e as escolhas técnicas

A menção ao Series S surge no contexto da versão de Switch 2 porque, segundo a Digital Foundry, os dois sistemas possuem capacidades técnicas relativamente próximas, principalmente quando se analisa limites de memória e largura de banda. Isso ajuda a explicar por que determinadas tecnologias precisam ser ajustadas ou removidas nesses hardwares, mesmo quando funcionam bem em consoles mais robustos como o Series X ou o PlayStation 5.

Assassin's Creed Shadows

No caso de Assassin’s Creed Shadows, a Ubisoft optou por preservar estabilidade, qualidade geral da imagem e consistência de mundo, abrindo mão de um recurso visual avançado para evitar cortes mais profundos em outros aspectos do jogo.

Por que o raytracing consome tanta VRAM?

O alto consumo de VRAM pelo raytracing não é coincidência. Diferente das técnicas tradicionais de iluminação, o raytracing exige que o jogo mantenha muito mais dados simultaneamente na memória.

Entre os principais fatores estão:

  • Estruturas de aceleração (como BVHs), que armazenam a geometria da cena para cálculo dos raios
  • Múltiplos buffers adicionais, incluindo dados de iluminação, reflexão, oclusão e sombras
  • Texturas de maior precisão, já que o raytracing se beneficia de dados mais detalhados
  • Histórico temporal, usado para reduzir ruído e estabilizar a imagem ao longo dos frames

Além disso, recursos como RTGI são particularmente pesados porque afetam toda a iluminação global da cena, exigindo cálculos constantes e armazenamento de informações para praticamente todos os ambientes visíveis.

Em consoles com memória unificada e limitada — como o Xbox Series S — esse uso elevado de VRAM entra em conflito direto com outros sistemas essenciais do jogo, como texturas, animações, streaming de mundo aberto e lógica de IA. Quando a memória se esgota, a única alternativa é cortar recursos, não importa o quão bem eles estejam rodando em termos de FPS.

No fim das contas, o caso de Assassin’s Creed Shadows ilustra bem o desafio atual da indústria: o raytracing já é tecnicamente viável, mas continua sendo um luxo caro em termos de memória — especialmente em hardwares mais enxutos.

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Amazon confirma que desligará servidores do New World: Aeternum em 2027

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New World pode estar chegando no Xbox!

A Amazon Games confirmou oficialmente o encerramento de New World: Aeternum, marcando o fim do ciclo de vida do MMORPG após anos de atualizações e mudanças estruturais. Segundo o comunicado divulgado pelo estúdio, o jogo será removido das lojas digitais hoje (15), enquanto os servidores permanecerão ativos até 31 de janeiro de 2027, quando o título será desligado de forma definitiva e ficará inacessível para sempre.

A decisão vem meses após a desenvolvedora informar à comunidade que não haveria novos conteúdos após a atualização Refúgio Noturno, sinalizando que o projeto havia entrado em sua fase final. Agora, a Amazon Games detalha o cronograma completo de encerramento e esclarece como ficará a experiência dos jogadores até o desligamento dos servidores.

Cronograma de encerramento já definido

Durante esse período final, a temporada do Refúgio Noturno será estendida, servindo como o conteúdo definitivo do jogo até seu desligamento. Não haverá novas expansões ou grandes atualizações, consolidando essa fase como uma despedida prolongada do mundo de Aeternum.

Conteúdo congelado, mas jogo seguirá funcional

A Amazon Games reforça que não haverá novos conteúdos, fusões de servidores ou grandes mudanças ao longo do último ano de operação. Ainda assim, a equipe continuará monitorando bugs, estabilidade e desempenho, garantindo que o jogo permaneça jogável e funcional até o encerramento.

Em uma declaração no seu site oficial, a Amazon confirmou que desligará servidores do New World: Aeternum em 2027.

Eventos já existentes, como chefes de mundo e semanas de bônus, continuarão ocorrendo normalmente, mantendo uma rotina mínima de atividades para os jogadores que decidirem permanecer até o fim.

Compras dentro do jogo também serão encerradas

Outro ponto importante diz respeito à economia interna do jogo. A partir de 20 de julho de 2026, os jogadores não poderão mais comprar Marcas da Sorte nem qualquer outro item pago. Compras realizadas antes dessa data não serão reembolsadas, e a desenvolvedora deixa claro que não haverá política de reembolso para moedas virtuais.

Apesar disso, quem já possui o jogo poderá baixá-lo e instalá-lo novamente sempre que quiser, desde que o faça antes do desligamento definitivo dos servidores.

Uma despedida planejada da comunidade

No comunicado, a Amazon Games adota um tom de agradecimento à comunidade, destacando a importância dos jogadores na construção do mundo de Aeternum. O estúdio reconhece que o encerramento é um momento difícil, mas afirma estar comprometido em oferecer uma despedida digna, permitindo que os jogadores tenham tempo suficiente para concluir suas jornadas e celebrar a experiência vivida no MMORPG.

Com isso, New World: Aeternum entra oficialmente em sua reta final, encerrando um capítulo marcante da Amazon Games e reforçando uma tendência cada vez mais comum na indústria: ciclos de vida mais curtos e encerramentos planejados para jogos como serviço.

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