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Arquivos anuais: 2026

Halo Studios que honrar legado da franquia no PlayStation

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Ainda soa estranho para muita gente, mas já é realidade: o Xbox virou um grande publicador no PlayStation. E em 2026, essa estratégia multiplataforma vai ganhar seu capítulo mais simbólico até agora, com a chegada de Halo ao PS5 pela primeira vez.

Halo: Campaign Evolved é um remake completo do primeiro jogo da franquia, agora recriado na Unreal Engine 5. O título foca exclusivamente na campanha, deixando de fora o multiplayer competitivo tradicional, mas trazendo suporte a co-op online para quatro jogadores e crossplay entre plataformas.

Anunciado no ano passado, o projeto rapidamente virou um dos exemplos mais polêmicos da nova fase do Xbox. Para muitos fãs, ver Halo fora do ecossistema Xbox ainda é difícil de engolir — especialmente após anos da marca tratar a franquia como seu principal símbolo. A ideia de um Halo no PlayStation chegou a ser vista como “impensável” até pouco tempo atrás.

Em entrevista ao GamesRadar, o diretor criativo Max Szlagor e o produtor executivo Damon Conn comentaram sobre o peso dessa decisão. Segundo Conn, a intenção é reunir veteranos da série e, ao mesmo tempo, apresentar o universo de Halo a uma nova geração de jogadores.

Existem pessoas que nunca tiveram contato com Halo. Talvez sempre tenham jogado em consoles da Sony, trocaram de plataforma em algum momento ou simplesmente perderam a série lá atrás. Queremos reunir os jogadores de novo”, afirmou Conn.

Szlagor reforçou que a franquia sempre foi mais forte quando sustentada por uma comunidade ampla e ativa. Para ele, Campaign Evolved é uma forma de expandir, reconectar e fortalecer essa base, agora em um cenário multiplataforma.

Em uma entrevista, desenvolvedores do Halo Studios afirmaram que querem "honrar" o legado da franquia no PlayStation.

Halo vai honrar o legado no PlayStation

Queremos honrar o legado de Halo no PlayStation e abrir caminho para expandir o universo da franquia. Não encaramos isso como algo pequeno — sentimos o peso dessa responsabilidade”, completou Conn.

Além de modernizar sistemas e gráficos, o remake também incluirá conteúdo inédito: novas missões ambientadas antes dos eventos da história principal, algo pensado para surpreender até os fãs mais antigos.

A chegada de Halo ao PS5 acontece em meio à mudança de postura da Microsoft, que vem levando cada vez mais jogos do Xbox para outras plataformas — incluindo títulos como Hi-Fi Rush, Sea of Thieves e Indiana Jones. Essa estratégia, embora lucrativa, tem dividido a comunidade e levantado questionamentos sobre o futuro da identidade do Xbox como marca de console.

Por enquanto, Halo: Campaign Evolved ainda não tem uma data exata, mas segue confirmado para 2026. Seja como for, a estreia do Master Chief no PlayStation marca um dos momentos mais históricos — e controversos — da indústria nos últimos anos.

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Mod VR do Cyberpunk 2077 é removido após pressão da CD Projekt Red

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A CD Projekt Red estará presente na BGS 2024!

A CD Projekt confirmou que emitiu uma notificação DMCA contra um mod de realidade virtual de Cyberpunk 2077 após seu criador, Luke Ross, se recusar a torná-lo gratuito.

O chamado R.E.A.L. VR Mod permitia jogar Cyberpunk 2077 em headsets de VR e fazia parte de um pacote maior de mods desenvolvidos por Ross, que cobra acesso via Patreon. Segundo reportagem do The Verge em 2022, o modder chegava a faturar cerca de US$ 20 mil por mês com esse modelo, o que acendeu o alerta da CD Projekt.

Em um tweet, Jan Rosner, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da CD Projekt Red, afirmou que a empresa não permite a monetização de suas propriedades intelectuais sem autorização formal. De acordo com ele, Ross foi informado de que precisaria disponibilizar o mod gratuitamente (com doações opcionais) ou removê-lo.

Somos grandes fãs de mods, inclusive do trabalho do Luke em Cyberpunk 2077, mas lucrar com nossa IP, em qualquer forma, exige permissão da CD Projekt Red”, disse Rosner.

Ross contestou a caracterização do projeto como “conteúdo de fã” ou “obra derivada”. Segundo ele, o software é independente, não utiliza código nem ativos do jogo e apenas intercepta a renderização para adaptá-la à realidade virtual — algo que, em sua visão, não infringe direitos autorais.

Um mod VR do Cyberpunk 2077 foi removido após um pedido da desenvolvedora, a CD Projekt Red, já que seu criador cobrava uma assinatura.

modder tentou negociar o mod VR do Cyberpunk 2077 com a CD Projekt Red

O modder afirmou que tentou negociar uma “solução ganha-ganha”, incluindo a possibilidade de o mod se tornar oficial ou ao menos sancionado pela CD Projekt, mas disse que a empresa não demonstrou interesse em diálogo.

Na prática, o mod já foi removido. Ross encerrou o suporte a Cyberpunk 2077 e publicou uma despedida em seu Patreon. Ele também revelou que a notificação DMCA foi enviada antes mesmo de sua recusa em tornar o mod gratuito, e que a própria Patreon retirou o conteúdo do ar imediatamente após receber o pedido.

Segundo Ross, ele chegou a procurar a CD Projekt em 2022 para discutir a transformação do mod em um port oficial, mas a proposta foi rejeitada. Em janeiro de 2026, veio a notificação formal que levou à remoção definitiva.

O caso reacendeu o debate sobre os limites legais de mods pagos e até onde vai o conceito de “obra derivada”. Enquanto a CD Projekt defende suas diretrizes de conteúdo de fã, Ross acusa a empresa de ignorar o valor que a comunidade de modding agregou ao jogo — inclusive em vendas extras — e de agir apenas quando o projeto passou a chamar mais atenção.

Por ora, a versão em VR de Cyberpunk 2077 feita por fãs está oficialmente fora do ar, sem sinal de acordo entre as partes.

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Chinesa une Xbox, PlayStation e Switch em um só console

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Uma modder chinesa uniu um PS5 Pro, Xbox Series X e Nintendo Switch 2 em um único console parecido com um PC.

Uma modder chinesa conhecido como 小宁子 (XNZ) criou um console híbrido que reúne PlayStation 5, Xbox Series X e Nintendo Switch 2 dentro de um único gabinete. À primeira vista, o aparelho parece um produto premium de loja, mas na verdade é uma carcaça personalizada com os três consoles lá dentro.

No topo do dispositivo há um botão que alterna entre os sistemas, enquanto um grande LED frontal muda de cor — azul, verde ou vermelho — dependendo do console ativo. O resultado é algo que parece saído de um laboratório secreto da indústria de games.

Por dentro, o projeto usa uma estrutura de resfriamento em alumínio inspirada no Mac Pro de 2013, o famoso modelo em formato de “lixeira”. O PS5 e o Xbox Series X foram totalmente desmontados, com suas placas-mãe montadas no chassi. Já o Switch 2 fica encaixado em um dock personalizado, permitindo que ele continue sendo usado fora do aparelho.

Tudo funciona com uma única fonte de 250W, capaz de alimentar um console por vez, enquanto os outros dois ficam em standby.

Esse tipo de mod não é exatamente novo. Já surgiram builds parecidas que juntavam PS4 Pro, Xbox One X, Nintendo Switch e até um PC em uma única carcaça. Mesmo assim, ver três consoles da geração atual rodando em um único “super console” ainda é algo que chama muita atenção. Confira:

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Sistema de spawn do Arc Raiders pode mudar em breve

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A Embark Studios admitiu que jogadores que entram atrasados nas partidas de Arc Raiders acabam tendo mais lucro do que aqueles que começam desde o início. A declaração foi feita pelo diretor de design Virgil Watkins em entrevista ao GamesRadar.

O sistema de “late spawn” do extraction shooter permite que jogadores entrem em uma partida com cerca de 20 minutos restantes. Parte da comunidade considera isso frustrante, já que há menos tempo para cumprir objetivos e, em teoria, menos loot disponível. No entanto, Watkins diz que os dados contam outra história.

Reconhecemos totalmente que entrar para fazer um objetivo e perceber que não há mais tempo suficiente é algo ruim”, admitiu. “Mas a percepção de que ‘todo o loot já acabou’ não bate com a realidade. Jogadores que entram tarde lucram bem mais economicamente.

Segundo ele, partidas mais avançadas ficam mais silenciosas, e os jogadores acabam encontrando restos de confrontos, drones maiores e áreas de alto valor com mais facilidade. Além disso, a Embark distribui o loot de forma que ainda haja atividades suficientes mesmo para quem entra depois.

Em uma entrevista, um desenvolvedor do ARC Raiders confirmou que o sistema de spawn tardio do game poderá mudar em breve.

Watkins explicou que o sistema existe para evitar raids vazias e manter as partidas povoadas até o fim. Ainda assim, a mecânica segue sendo alvo de críticas desde o lançamento do jogo.

Parte da comunidade reclama de spawns muito próximos de outros jogadores e de times totalmente equipados surgindo em áreas recém-limpas, criando situações consideradas injustas. Há também pedidos para que apenas jogadores com loadouts gratuitos entrem tarde, em um modelo semelhante ao de Escape from Tarkov.

Resta saber se a explicação da Embark será suficiente para mudar a percepção da comunidade — ou se o estúdio acabará ajustando o sistema nas próximas atualizações.

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Remasters de Fallout 3 e New Vegas não estão próximos, afirma insider

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A Amazon liberou a primeira temporada completa da série do Fallout no YouTube, e você pode assistir de graça até o dia 11 de fevereiro.

No início do mês, um relatório do Windows Central indicou que Xbox e Bethesda estariam trabalhando em novas versões de Fallout 3 e Fallout: New Vegas. No entanto, o mesmo site agora alerta que os projetos ainda estão longe de serem lançados.

Às vésperas do Xbox Developer Direct, o jornalista Jez Corden esfriou as expectativas sobre um anúncio ou lançamento surpresa dos dois títulos. Segundo ele, os remasters ou remakes de Fallout 3 e New Vegas não devem ser lançados tão cedo. Confira o que ele disse durante um podcast:

Eu odeio ser o estraga-prazeres, mas acalmem os ânimos. Os remakes de Fallout, que circulam em rumores há tanto tempo, não estão logo ali na esquina”, escreveu Corden. “Pelo que me disseram, Fallout 3 e New Vegas não são exatamente ‘iminentes’, e vocês não devem esperar por eles tão cedo.

De acordo com o jornalista, ainda não há um cronograma fechado para os lançamentos. A impressão atual, porém, é de que Fallout 3 deve receber um remaster antes de New Vegas. Corden chegou a especular que Fallout 3 poderia sair ainda este ano, mas fez questão de ressaltar que isso é apenas um palpite enquanto ele tenta obter informações mais precisas sobre o andamento dos projetos.

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Satya Nadella: IA precisa provar seu valor ou vai perder apoio

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A Apple afirmou que não irá usar o Bing no Safari!

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, afirmou que a inteligência artificial pode se transformar em uma bolha especulativa caso seus benefícios não se espalhem além das grandes empresas de tecnologia e das economias mais ricas.

As declarações foram feitas durante uma conversa com o CEO da BlackRock, Larry Fink, no primeiro dia do Fórum Econômico Mundial, em Davos, que também contou com discursos de executivos como Demis Hassabis, do Google DeepMind, e Dario Amodei, da Anthropic.

Segundo Nadella, o sucesso de longo prazo da IA depende da adoção ampla da tecnologia por diferentes setores da economia e por países fora do eixo desenvolvido. Para ele, um sinal claro de bolha seria o fato de apenas empresas de tecnologia estarem colhendo os principais benefícios da revolução da IA.

Para que isso não seja uma bolha, por definição, é preciso que os benefícios estejam muito mais bem distribuídos”, afirmou. “Um indício revelador de que se trata de uma bolha seria se apenas os grupos de tecnologia estivessem se beneficiando do avanço da IA.

Apesar do alerta, Nadella disse estar confiante de que a tecnologia terá impacto transformador em diversos segmentos, como o desenvolvimento de novos medicamentos e o aumento da produtividade em escala global.

Estou muito mais confiante de que esta é uma tecnologia que vai se apoiar nas bases da nuvem e do mobile, se difundir mais rápido, dobrar a curva de produtividade e gerar excedente local e crescimento econômico em todo o mundo”, declarou.

Microsoft vai aumentar orçamento para melhorar salário dos funcionários

Adoção desigual e concentração nos países ricos

Dados de grandes empresas de tecnologia, incluindo a própria Microsoft, indicam uma forte disparidade global na adoção da IA. Os ganhos de produtividade e os principais usos corporativos da tecnologia seguem concentrados em países desenvolvidos e economias mais ricas, reforçando a preocupação de Nadella sobre a distribuição desigual dos benefícios.

Microsoft aposta em múltiplos modelos de IA

Durante o evento, Nadella também reiterou que o futuro da IA não será dominado por um único fornecedor de modelos. Essa visão explica a estratégia da Microsoft de trabalhar com diversas empresas do setor, como OpenAI, Anthropic e xAI.

A empresa ganhou vantagem inicial ao investir US$ 14 bilhões na OpenAI, o que garantiu acesso privilegiado às tecnologias da criadora do ChatGPT e prioridade em contratos de data centers. No entanto, após a reestruturação da parceria em outubro, a Microsoft abriu mão da exclusividade sobre suas necessidades de infraestrutura e deverá perder o acesso exclusivo às pesquisas e modelos da OpenAI no início da década de 2030.

Nadella afirmou que empresas poderão tirar proveito de múltiplos modelos, incluindo soluções open source, ou até desenvolver seus próprios sistemas por meio de técnicas como a “destilação”, que permite criar versões menores e mais baratas de modelos avançados.

O verdadeiro diferencial intelectual de qualquer aplicação ou empresa será como ela usa esses modelos com engenharia de contexto e seus próprios dados”, disse. “Desde que as empresas consigam responder a essa pergunta, elas vão sair na frente.

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Control está com preço imperdível na Steam

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A Remedy está com Control em oferta na Steam, com descontos agressivos que incluem tanto a Ultimate Edition quanto pacotes com outros jogos do estúdio. A promoção faz parte da atual campanha da loja da Valve e traz alguns dos menores preços já vistos para o título no PC.

A Control Ultimate Edition, que inclui todas as DLCs e melhorias técnicas, está com 90% de desconto, saindo por R$ 9,99. Também há um pacote que reúne Control Ultimate Edition + Alan Wake Origins, incluindo Alan Wake e seus conteúdos adicionais, com 90% de desconto, por R$ 16,11.

Outros conjuntos em oferta incluem:

  • FBC: Firebreak Deluxe Edition + Control Ultimate Edition, com 74% de desconto, por R$ 52,17.
  • Disco Elysium – The Final Cut + Control Ultimate Edition, com 51% de desconto, por R$ 76,93.

A promoção representa uma oportunidade especialmente atrativa para quem joga no PC, já que a Ultimate Edition reúne todo o conteúdo lançado para o jogo em um único pacote.

Sem promoção nos consoles

Apesar dos descontos expressivos na Steam, Control não está em promoção no Xbox nem no PlayStation no momento – embora ele esteja disponível no Game Pass.

Nas lojas digitais dos consoles, o jogo segue com preço cheio ou sem reduções relevantes, o que torna a oferta do PC ainda mais competitiva. Para quem ainda não jogou Control ou pretende adquirir a versão definitiva, os preços atuais na Steam estão entre os mais baixos já registrados para o título.

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NVidia vai lançar seu primeiro processador baseado em ARM em 2026, afirma relatório

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NVidia é a nova empresa mais valiosa do mundo!

A NVIDIA pode estar prestes a dar seu passo mais ambicioso no mercado de notebooks com Windows on Arm. Segundo fontes próximas ao DigiTimes, os aguardados chips N1X e N1 finalmente têm uma janela de lançamento mais concreta — e ela começa já no primeiro trimestre deste ano.

De acordo com o novo roadmap, o N1X será o primeiro a estrear, marcando o debut da plataforma Windows on Arm da NVIDIA. Já o modelo N1 “regular” ficaria para o segundo trimestre de 2026. Inicialmente, ambos eram esperados apenas para a CES 2026, o que torna esse cronograma uma antecipação relevante.

Se confirmada, essa movimentação coloca a NVIDIA diretamente na disputa com soluções como os Snapdragon X2 Elite e X2 Plus, da Qualcomm, que hoje lideram o ecossistema Windows on Arm em termos de desempenho e eficiência energética.

Um “superchip” como base

O projeto dos N1 e N1X teria como ponto de partida o GB10 Superchip, o mesmo design que equipa o DGX Spark. No lado da CPU, o chip traz 20 núcleos Arm v9.2, organizados em dois clusters de dez núcleos. Cada cluster conta com 16 MB de cache L3 compartilhado (32 MB no total), enquanto cada núcleo possui seu próprio cache L2.

A controladora de memória chama atenção: trata-se de um subsistema unificado LPDDR5X-9400 em um barramento de 256 bits, com suporte teórico a até 128 GB de RAM e largura de banda de aproximadamente 301 GB/s. Ainda não está claro, porém, se essa capacidade máxima chegará aos notebooks de consumo.

O pacote completo teria um TDP em torno de 140 W, número elevado para padrões de laptops, e incluiria suporte a PCIe 5.0, permitindo SSDs NVMe de altíssima velocidade. No lado gráfico, a variante N1X é apontada como portadora de nada menos que 6.144 núcleos CUDA — um indicativo de que a NVIDIA quer levar desempenho gráfico de classe alta para o mundo Arm.

A NVidia pode oficialmente lançar seus processadores baseados em ARM para notebooks ainda em 2026, aponta relatório.

Um plano de longo prazo

Além do N1 e do N1X, o DigiTimes também revelou que a NVIDIA já trabalha em uma geração sucessora, batizada de N2. Essa nova série estaria prevista para o terceiro trimestre de 2027, apenas um ano após a chegada da linha N1, sugerindo que a empresa já tem uma cadência agressiva de atualizações planejada.

A expectativa é que o N2 surja primeiro como um substituto do SoC GB10, antes de migrar para notebooks de consumo. Isso reforça a ideia de que a NVIDIA não está tratando os N1 como um experimento isolado, mas como o início de uma família completa de chips Arm para PCs.

O que isso significa para o mercado

Se a NVIDIA cumprir esse cronograma, o ecossistema Windows on Arm pode ganhar um novo peso pesado, com potencial para elevar o patamar de desempenho — especialmente em gráficos e workloads acelerados por GPU. Ao mesmo tempo, o alto TDP e a complexidade do design levantam dúvidas sobre autonomia de bateria e custos finais para o consumidor.

Ainda assim, depois de anos de rumores, a chegada dos N1 e N1X pode finalmente materializar a entrada definitiva da NVIDIA no segmento de notebooks Arm, colocando pressão adicional sobre Qualcomm e até sobre soluções x86 tradicionais.

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Death Stranding Director’s Cut Chega ao Xbox Game Pass

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Se você é assinante do Game Pass, prepara o controle (ou o teclado) porque amanhã, 21 de janeiro de 2026, Death Stranding Director’s Cut desembarca no serviço para Cloud, Console e PC. Sim, é isso mesmo: o polêmico e genial jogo de Hideo Kojima agora está disponível em todas as plataformas Xbox via assinatura. Depois de anos de espera, o Xbox finalmente recebe a versão definitiva dessa obra-prima – e de graça pra quem tá no Ultimate!

Vamos fazer um resumo completo da trajetória desse jogo que dividiu opiniões, conquistou fãs fiéis e agora fecha um ciclo histórico no Xbox.

O Histórico: Uma Visão Única de Hideo Kojima

Death Stranding surgiu em 8 de novembro de 2019 como o primeiro projeto independente de Hideo Kojima após a saída da Konami. O jogo apresenta um mundo pós-apocalíptico onde Sam Porter Bridges (Norman Reedus) precisa reconectar uma América fragmentada carregando encomendas nas costas – literalmente. Mecânicas de “entrega social”, combate contra BTs, construção de estradas coletivas e um elenco insano (Mads Mikkelsen, Léa Seydoux, Guillermo del Toro) transformaram o título em algo único.

A Director’s Cut, lançada em 2021, trouxe melhorias gráficas, novas missões, pista de corrida, modo foto aprimorado e crossovers malucos (como Half-Life e Cyberpunk 2077). É a versão definitiva, sem dúvida.

A Longa Exclusividade no PlayStation

Por anos, Death Stranding foi exclusivo de console PlayStation. A Sony bancou o projeto inteiro, então o jogo original ficou só no PS4 e a Director’s Cut estreou no PS5. Isso gerou aquela clássica guerra de consoles – muitos jogadores Xbox babando nos trailers, mas sem poder jogar. Só em 2020 que ele chegou ao PC (via Steam e Epic), abrindo um pouco as portas.

Já Tinha Passado Pelo Game Pass… Mas Só no PC

Muitos se esquecem, mas Death Stranding já deu as caras no ecossistema Xbox antes! Em agosto de 2022, a versão base entrou no PC Game Pass, permitindo que assinantes de PC jogassem de graça por alguns meses. Foi uma surpresa ótima pra galera do Windows, mas deixou os donos de Series X|S na vontade, afinal, não tinha versão nativa pro console Xbox ainda.

Lançamento no Xbox: Recorde de Vendas e Demanda Explosiva

O grande turning point aconteceu quando a Director’s Cut finalmente ganhou uma versão nativa para Xbox Series X|S (e PC via Microsoft Store). O lançamento foi um sucesso absurdo: bateu recordes de vendas digitais na plataforma Xbox em pouco tempo, mostrando que a base de jogadores estava faminta por essa experiência. Gráficos em 4K, 60 FPS estável, suporte a DualSense features no PC… tudo otimizado pro hardware Microsoft.

Agora no Game Pass Completo: Cloud, Console e PC a Partir de Amanhã!

E o melhor de tudo: a partir de 21 de janeiro de 2026, a Director’s Cut entra no Xbox Game Pass Ultimate, PC Game Pass e Cloud Gaming. Isso significa que você pode jogar no Series X|S, no PC, no celular via cloud ou até no trabalho (shhh). É a forma perfeita de (re)descobrir essa obra que fala sobre conexão humana – especialmente num mundo cada vez mais dividido.

Death Stranding é daqueles jogos que você ama ou odeia, mas ninguém fica indiferente. Agora, sem barreiras, todo mundo no ecossistema Xbox pode formar a própria opinião. Se você nunca jogou, corre pra baixar amanhã. Se já zerou no PS ou PC, volta pra ver as novidades da Director’s Cut em 4K no Series X.

Me contem nos comentários se vocês vão começar do zero ou fazer New Game+! 🎮💚

FTC apela de derrota antitruste contra Meta

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A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC) anunciou hoje (20) que vai recorrer da decisão judicial que favoreceu a Meta no processo antitruste movido contra a empresa. O recurso será analisado pela Corte de Apelações do Distrito de Columbia e reabre um dos casos mais emblemáticos envolvendo o poder das big techs no mercado de redes sociais.

A ação original, julgada em novembro de 2025, havia sido decidida a favor da Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp. Na ocasião, o tribunal distrital de Washington entendeu que a FTC não conseguiu comprovar, de forma suficiente, que a empresa mantinha um monopólio ilegal no segmento de redes sociais pessoais.

Agora, a agência reguladora tenta reverter esse resultado. Segundo a FTC, as evidências apresentadas ao longo do julgamento mostram que, por mais de uma década, a Meta teria sustentado sua posição dominante por meio de práticas anticompetitivas — principalmente ao adquirir concorrentes que representavam ameaças reais ao seu negócio, como Instagram e WhatsApp.

Em comunicado oficial, o diretor do Bureau of Competition da FTC, Daniel Guarnera, reforçou a posição da agência. Ele afirmou que a economia dos Estados Unidos depende de um ambiente competitivo saudável e acusou a Meta de consolidar sua liderança não por mérito, mas ao comprar seus principais rivais. “A FTC continuará lutando neste caso histórico para garantir que a concorrência possa prosperar em todo o país, em benefício dos consumidores e das empresas americanas”, disse Guarnera.

Ficheiro:Meta Inc. logo.jpg – Wikipédia, a enciclopédia livre

Relembre o caso

O processo contra a Meta foi aberto ainda durante a década passada, quando reguladores passaram a questionar as aquisições do Instagram (em 2012) e do WhatsApp (em 2014). Na época, as compras foram aprovadas, mas anos depois a FTC passou a argumentar que essas operações eliminaram concorrentes em potencial e ajudaram a empresa a consolidar um monopólio no mercado de redes sociais pessoais.

A decisão de recorrer mostra que o governo dos EUA ainda não desistiu de enfrentar a Meta nos tribunais, em um momento em que cresce a pressão sobre grandes empresas de tecnologia por práticas anticompetitivas.

O paralelo com a Activision Blizzard

O movimento da FTC contra a Meta acontece em um contexto mais amplo de endurecimento da postura do órgão regulador contra aquisições bilionárias no setor de tecnologia e entretenimento digital. Um dos exemplos mais recentes foi a tentativa de barrar a compra da Activision Blizzard pela Microsoft, uma das maiores transações da história da indústria de games.

Naquele caso, a FTC alegava que a aquisição poderia prejudicar a concorrência no mercado de consoles, serviços de assinatura e jogos em nuvem. Apesar disso, a Justiça acabou permitindo o fechamento do negócio em 2023, depois que a agência falhou em convencer os tribunais de que a fusão causaria danos irreparáveis ao mercado.

Assim como no caso da Meta, a derrota da FTC na disputa envolvendo a Activision Blizzard levantou questionamentos sobre a dificuldade do órgão em sustentar juridicamente suas ações antitruste contra gigantes da tecnologia.

A Microsoft alertou os investidores sobre o risco do FTC desfazer a aquisição da Activision Blizzard!

O que vem pela frente

Se a apelação contra a Meta prosperar, o caso pode ganhar novo fôlego e até abrir caminho para medidas mais duras, como a reversão das aquisições do Instagram e do WhatsApp. Ao mesmo tempo, a insistência da FTC em recorrer dessas derrotas judiciais sinaliza que a agência não pretende suavizar sua ofensiva contra grandes corporações.

Por enquanto, a Meta mantém a vitória obtida em 2025, mas o desfecho definitivo da disputa está longe de ser encerrado — e pode ter implicações importantes para futuras aquisições no setor, inclusive em áreas como games, streaming e redes sociais.

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