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Arquivos anuais: 2026

Playground garante dublagem e legendas no Forza Horizon 6 em português do Brasil

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Através do seu site oficial, a Playground Games, do Xbox Game Studios, compartilhou detalhes da localização do Forza Horizon 6 no Brasil.

De acordo com a Playground Games, o Forza Horizon 6 será totalmente localizado no Brasil, ou seja, contará com dublagem e legendas em nosso idioma. Como o artigo focava no novo game de corrida da desenvolvedora, nenhuma novidade em torno da localização do Fable foi revelada, então precisaremos esperar os próximos meses para mais detalhes.

Através do seu site oficial, a Playground Games, do Xbox Game Studios, compartilhou detalhes da localização do Forza Horizon 6 no Brasil.

A Playground sempre localizou seus jogos no Brasil

A localização do Forza Horizon 6 no Brasil não é novidade, já que desde o início da franquia seus games sempre contaram com dublagem e legendas em português. Entretanto, com os últimos movimentos do Xbox em não dublar alguns de seus grandes lançamentos, como Starfield e Senua Saga: Hellblade II, muitos fãs ficaram “desconfiados“.

O game será lançado no Xbox Series X|S, Xbox on PC e Cloud Gaming com day-one no Game Pass Ultimate no dia 19 de maio. A versão de PlayStation 5 ainda será lançada neste ano, mas não possui uma data exata.

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Remake do Assassin’s Creed Black Flag vai será lançado apenas em 2027

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assassin's creed black flag remake

O remake do Assassin’s Creed IV: Black Flag, um dos jogos mais aguardados da franquia, pode ter sido adiado silenciosamente como parte da grande reestruturação em curso na Ubisoft.

Lançado originalmente em 2013, Black Flag é até hoje considerado por muitos fãs como um dos melhores títulos da série. Ambientado no Caribe durante a era de ouro da pirataria, o jogo colocou os jogadores no comando de um navio, uma tripulação e duas lâminas de assassino, misturando exploração naval, combates e uma história marcante. Não à toa, a ideia de um remake vem sendo um dos temas mais discutidos da comunidade há anos.

Agora, falando sobre o seu remake, um trecho de um documento interno da Ubisoft trouxe um indício importante para quem está à espera do projeto:

Em paralelo, o Grupo irá alocar tempo adicional de desenvolvimento para 7 jogos, a fim de garantir que padrões de qualidade aprimorados sejam totalmente atingidos e maximizar a criação de valor no longo prazo. Isso inclui um título não anunciado, inicialmente planejado para o ano fiscal de 2026 (FY26), que foi adiado para o ano fiscal de 2027 (FY27).

Um relatório do Insider Gaming apontou que o aguardadíssimo remake do Assassin's Creed Black Flag pode ser lançado apenas em 2027.

De acordo com informações publicadas pelo Insider Gaming, o remake de Assassin’s Creed IV: Black Flag estava previsto para sair em março deste ano, antes do fim do ano fiscal de 2026. O projeto segue oficialmente não anunciado, o que faz com que ele se encaixe perfeitamente na descrição desse “título não anunciado” citado pela Ubisoft.

Até onde se sabe, nenhum outro jogo em desenvolvimento corresponde tão bem a esses critérios, reforçando a ideia de que o remake de Black Flag foi o afetado por esse adiamento.

Reestruturação por trás do atraso

O adiamento acontece em meio à maior reestruturação recente da Ubisoft, que incluiu o cancelamento de seis jogos — entre eles o remake de Prince of Persia: The Sands of Time — e o adiamento de outros sete projetos. A empresa afirmou que está revisando seu portfólio, realocando recursos e focando em elevar o nível de qualidade de seus jogos, com atenção especial a aventuras em mundo aberto e experiências de jogos como serviço.

Nesse contexto, o remake de Black Flag teria sido empurrado de 2026 para 2027 justamente para atender a esses novos “critérios de qualidade” estabelecidos internamente.

Um relatório do Insider Gaming apontou que o aguardadíssimo remake do Assassin's Creed Black Flag pode ser lançado apenas em 2027.

Quando o remake pode aparecer?

Com o adiamento para o ano fiscal de 2027, isso significa que o jogo pode demorar até mais um ano para dar as caras oficialmente. Na prática, isso abre uma janela que pode ir de maio ou junho do próximo ano até algum ponto mais distante dentro do calendário fiscal da Ubisoft.

Por enquanto, nem a Ubisoft nem a Vantage Studios — estúdio apontado como responsável pelo projeto — comentaram oficialmente sobre o remake ou sobre esse possível adiamento.

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Chefe do Xbox Game Studios diz que veremos mais do State of Decay 3 em breve

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Após anos de muito silêncio em torno do State of Decay 3, a desenvolvedora Undead Labs, do Xbox Game Studios, publicou uma nova atualização.

O chefe do Xbox Game Studios, Craig Duncan, comentou novamente sobre o misterioso próximo projeto da Undead Labs, o State of Decay 3, em uma entrevista recente ao GamesRadar+.

Questionado sobre a possibilidade de vermos mais do game em 2026, Duncan desconversou e evitou dar qualquer prazo concreto. Ainda assim, ele deixou escapar que tem acompanhado o desenvolvimento de perto e que está animado com o progresso da equipe.

Acho que o pessoal de PR nesta sala vai me matar se eu responder isso. Então, aqui vai o que eu posso dizer: eu fiz várias visitas a esse estúdio nos últimos seis a oito meses. Eu sentei e joguei o game com a equipe várias vezes. Ele está evoluindo muito bem. Estamos muito empolgados com a franquia e com o potencial dela. Então, com certeza eu vou ver muito mais dele neste ano…

Na prática, a declaração reforça que o projeto está avançando bem, mas também deixa claro que a Microsoft ainda não está pronta para falar em datas ou janelas de lançamento.

Em uma entrevista, o chefe do Xbox Game Studios afirmou que veremos mais do State of Decay 3 apenas no próximo ano.

Previsão antiga pode não se confirmar

No ano passado, o jornalista Jez Corden, do Windows Central, havia afirmado que esse mesmo jogo estava planejado para ser lançado no primeiro semestre de 2026. A fala de Duncan, no entanto, indica que esse cronograma pode não se concretizar.

Ao evitar qualquer compromisso com 2026 e se limitar a dizer que veremos “muito mais” do projeto “no próximo ano”, o executivo abre espaço para a interpretação de que o lançamento pode ter sido empurrado para além da janela inicialmente especulada.

O que isso significa agora?

Apesar do silêncio em torno de datas, o tom da entrevista é claramente positivo: Duncan afirma ter jogado o título várias vezes nos últimos meses e diz que o desenvolvimento “está indo muito bem”. Isso sugere que o projeto não enfrenta grandes problemas internos, mas sim que a Microsoft prefere segurar o anúncio até ter algo mais sólido para mostrar.

Por enquanto, resta aos fãs aguardar por novidades oficiais — e aceitar que a previsão de primeiro semestre de 2026, citada por Jez Corden, pode ter ficado para trás.

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Chefe do Xbox Game Studios revela motivos de lançamentos day-one no PlayStation

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O Age of Mythology: Retold será lançado exclusivamente no Xbox amanhã!

A Microsoft vem adotando cada vez mais uma estratégia multiplataforma para seus jogos, mas nem sempre de forma totalmente consistente. O próprio Xbox Developer Direct de ontem deixou isso claro: enquanto Fable vai chegar ao PS5 no mesmo dia da versão de Xbox, Forza Horizon 6 terá um lançamento escalonado entre as plataformas. Afinal, por que essa diferença?

Em entrevista exclusiva ao GamesRadar+, o chefe do Xbox Game Studios, Craig Duncan, comentou abertamente sobre o tema.

Eu tenho uma visão bem simples sobre isso. Queremos que nossos jogos alcancem o maior número possível de jogadores.

Duncan, que anteriormente comandou o estúdio Rare e supervisionou a expansão de Sea of Thieves para Steam e depois para o PS5, disse que cada nova plataforma ajudou a fortalecer a comunidade do jogo:

A cada nova versão, vimos a comunidade em torno do jogo crescer“. Ele explica que, do ponto de vista dos desenvolvedores, a lógica é direta:

Para os nossos criadores de jogos, se você está na equipe de Fable, você só quer o maior número possível de pessoas que amem Fable e apreciem o grande trabalho que a equipe está fazendo. Esse é sempre o nosso objetivo. Raramente é mais complicado do que isso. É tipo: como podemos levar esse jogo ao maior número possível de jogadores?

Em uma entrevista para o GamesRadar+, o chefe do Xbox Game Studios revelou os motivo dos lançamentos day-one no PlayStation.

Apesar disso, Duncan reconhece que a Microsoft ainda não é totalmente consistente na forma como aplica essa filosofia.

Às vezes nós somos inconsistentes.

Isso fica evidente no caso de Forza Horizon 6, que vai chegar ao PS5 apenas algum tempo depois das versões de Xbox e PC, previstas para maio.

Você vê alguns jogos em um lugar, alguns jogos em vários lugares. Só saibam que vamos trabalhar nisso e tentar ser mais consistentes com o que fazemos.

Ao mesmo tempo, Duncan evita prometer que todos os jogos do Xbox passarão a ter lançamentos simultâneos em todas as plataformas. Segundo ele, é importante manter flexibilidade para garantir a melhor experiência possível em cada sistema.

Ainda assim, não queremos nos comprometer totalmente com lançamentos no dia um em Xbox e PlayStation, porque achamos mais importante manter a opcionalidade, para garantir que cada jogador, independentemente da plataforma, tenha a melhor experiência possível.

Ele também reforça que cada versão precisa aproveitar bem os recursos específicos de cada console: “Isso inclui garantir que cada jogo tire total proveito de quaisquer recursos e nuances que a plataforma tenha“. Duncan deixa claro que a Microsoft prefere adiar uma versão a lançar algo mal adaptado:

Se estivermos apenas em posição de lançar um jogo em uma plataforma e ele não ficar realmente bom lá? Então acho que não faríamos isso. Acho que teríamos uma conversa interna e diríamos: ‘Ei, a menos que possamos fazer isso muito bem e fazer a coisa certa por esses jogadores, então…’ e é aí que entram conversas do tipo: bom, talvez possamos lançar depois.

Ele finaliza explicando que tudo, no fim das contas, se resume a limitações práticas:

Porque as equipes têm um tamanho limitado. Temos apenas uma certa quantidade de… no fim das contas, tudo se resume a recursos. Nem tudo é ilimitado. Então queremos apenas fazer o melhor trabalho possível, por cada plataforma, por cada jogo.

Em uma entrevista para o GamesRadar+, o chefe do Xbox Game Studios revelou os motivo dos lançamentos day-one no PlayStation.

O que isso significa na prática?

Na prática, a fala de Craig Duncan confirma que a Microsoft não pretende padronizar totalmente os lançamentos simultâneos em todas as plataformas — pelo menos por enquanto. A prioridade é:

  • Levar os jogos do Xbox ao maior número possível de jogadores
  • Garantir que cada versão seja bem adaptada ao hardware e aos recursos de cada plataforma
  • Evitar sobrecarregar estúdios com ports apressados ou tecnicamente inferiores

Isso explica por que Fable chega ao PS5 no mesmo dia, enquanto Forza Horizon 6 terá um atraso: não se trata de abandonar a estratégia multiplataforma, mas de equilibrar qualidade, recursos disponíveis e timing.

Em outras palavras, o Xbox segue cada vez mais multiplataforma, mas de forma gradual e pragmática, em vez de adotar uma política rígida de “day one em tudo”.

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Não será possível ter um cachorro como companheiro no Fable, confirma Playground

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Durante o Xbox Developer Direct de hoje (22), a Playground Games revelou mais detalhes do seu primeiro RPG de ação e aventura, o Fable.

Um dos elementos mais lembrados da franquia Fable vai ficar de fora do reboot. Em entrevista recente, Ralph Fulton, gerente-geral da Playground Games, confirmou que o novo jogo não terá um cachorro acompanhando o protagonista em Albion.

Sabe de uma coisa? Eu estava torcendo para que ninguém fizesse essa pergunta, embora eu achasse inevitável que alguém faria. Nós não temos um cachorro neste jogo, afirmou Fulton.

Com isso, o herói (ou vilão) do novo Fable não contará com um companheiro canino durante a exploração do mundo aberto. Fulton não teve tempo de entrar em muitos detalhes sobre os motivos da decisão, mas fez questão de contextualizar a escolha com a própria história da franquia:

Acho que o que eu diria é que a trilogia original não teve um cachorro até o Fable 2.

De fato, o cachorro só foi introduzido em Fable 2, lançado em 2008. No jogo, o animal seguia o protagonista o tempo todo, ajudava a encontrar baús e pontos de escavação, alertava sobre inimigos próximos e até participava de algumas missões. Em Fable 3, o companheiro também estava presente, embora com um papel menos relevante do que no título anterior.

Por enquanto, portanto, o reboot de Fable vai apresentar uma Albion sem o tradicional parceiro de quatro patas. Resta saber se a Playground Games pode reconsiderar isso no futuro, mas, ao menos no lançamento, os fãs terão que se aventurar sozinhos.

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Playground detalha retorno do sistema de pulseiras no Forza Horizon 6

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Através do site oficial do Xbox, a Playground Games revelou novos detalhes do aguardadíssimo Forza Horizon 6, que foi confirmado hoje (25).

A Playground Games revelou novos detalhes sobre a progressão e a campanha de Forza Horizon 6, confirmando o retorno de um sistema clássico da franquia: as pulseiras, que estrearam no primeiro Forza Horizon.

No início da jornada, o jogador será apenas um turista no Japão e precisará competir nas Qualificações do Horizon para dar os primeiros passos. A partir daí, a progressão será baseada em subir de nível dentro do festival, desbloqueando novas pulseiras conforme vence corridas e eventos cada vez mais desafiadores.

Segundo o estúdio, “a campanha de Forza Horizon 6 é focada na sua jornada e em construir um nome para você mesmo”. A Playground também explicou em detalhes como esse sistema vai funcionar:

Seu primeiro objetivo é entrar no Festival Horizon, e você pode fazer isso ao completar as Qualificações do Horizon. Depois disso, você vai subir de posição no ranking, desbloqueando pulseiras conforme completa corridas e eventos em carros cada vez mais rápidos e emocionantes.

No fim de cada rodada, você precisa provar que está pronto para avançar ao completar eventos espetaculares para desbloquear sua próxima pulseira. Isso inclui os clássicos Horizon Showcases e os novos eventos Horizon Rush, onde você mostra suas habilidades em pistas cheias de obstáculos, passando por locais empolgantes como as Docas da Cidade de Tóquio.

Em uma publicação no seu site oficial, a Playground Games detalhou o retorno do amado sistema de pulseiras no Forza Horizon 6.

Além das pulseiras, a exploração também será importante no Forza Horizon 6!

Além da progressão mais estruturada, o estúdio reforçou que a exploração será um dos pilares do jogo. De acordo com a Playground, “a exploração está no coração de Forza Horizon 6” e “o Japão é seu para explorar no seu próprio ritmo”. Ao mesmo tempo, a equipe reconheceu críticas de que jogos recentes da série podiam parecer um pouco sem direção e, por isso, adicionou um objetivo de alto nível para os jogadores mais dedicados.

Esse conteúdo especial ficará restrito a quem alcançar a pulseira de ouro. Ao desbloquear essa última pulseira, será possível acessar uma área exclusiva do mapa:

Quando você finalmente conquistar a pulseira de ouro, receberá um convite para acessar a Ilha da Lenda – uma região exclusiva do mundo, com eventos únicos, pistas especiais e novas áreas para explorar. E, quando você chegar lá, isso será uma verdadeira conquista, que reflete suas habilidades e determinação.

Com isso, Forza Horizon 6 promete combinar liberdade total de exploração com uma progressão mais clara e recompensadora, resgatando ideias clássicas da franquia e adaptando-as a uma estrutura mais moderna e ambiciosa.

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Chefe da Playground comenta sobre NPCs do Fable

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A Playground Games está visando uma data de lançamento do Fable para o final do ano!

O novo Fable não será uma continuação direta da trilogia original. Em entrevista ao GamesRadar+, o gerente geral da Playground Games, Ralph Fulton, explicou que o estúdio optou por um reboot completo da franquia para colocar sua própria identidade no projeto.

Tentar fazer um Fable 4 seria inautêntico para nós”, disse Fulton. “Nós não somos a Lionhead. Sentimos que precisávamos reiniciar a franquia e colocar a nossa própria marca nela. Este tinha que ser o Fable da Playground.

Apesar disso, alguns pilares da série foram tratados como inegociáveis. Um deles é a vida dos NPCs, que sempre foi uma marca registrada da franquia. Fulton afirma que o estúdio decidiu desde o início que todos os personagens deveriam ser abordáveis: “Dissemos desde o começo que queríamos poder falar com qualquer NPC, e sabíamos que queríamos que todos eles fossem persistentes.

Diferente dos jogos antigos, que usavam gestos para interações, o novo Fable trará conversas totalmente dubladas. “Nos jogos originais, você falava com os NPCs por meio de gestos. Queríamos fazer isso em conversas completamente dubladas desta vez”, explicou Fulton.

Em uma entrevista para o GamesRadar+, o chefe da Playground Games comentou sobre como os NPCs funcionarão no Fable.

Cada NPC também terá uma rotina diária completa. Segundo ele, se o jogador quiser, poderá acompanhar um personagem durante um dia inteiro: “Se você tiver vontade, pode seguir um NPC o dia todo, e ele vai autonomamente fazer as coisas que faz todos os dias.

Isso inclui acordar, ir ao trabalho, ter tempo livre, voltar para casa e dormir. Fulton destacou que isso impactou até o design dos cenários: “Quando você ouve isso, como desenvolvedor, começa a pensar: ‘ok, então todo NPC precisa de uma cama’. E aí você conversa com o time de arte do ambiente, e eles dizem: ‘eles precisam do quê agora?’.

O jornalista Jez Corden apontou em seu perfil oficial no X que o Xbox já está considerando uma versão de Nintendo Switch 2 do Fable.

Também será possível interagir de diversas formas com os NPCs do Fable

Outro elemento clássico que retorna é a interação profunda com os moradores. O jogador poderá conversar, namorar, casar, se divorciar, ter filhos, contratar e demitir NPCs.
Você pode falar com eles, pode namorá-los, casar, se divorciar ou ser divorciado por eles. Pode ter filhos com eles. Pode contratá-los. Pode demiti-los”, afirmou Fulton. “Os NPCs são quase um jogo dentro do jogo, mas eles são uma parte única e fundamental de Fable.

O mundo também será mais aberto do que nunca. Fulton confirmou que será possível entrar em qualquer prédio, comprar casas e morar nelas: “Você pode entrar em qualquer prédio, qualquer casa que encontrar. Você pode comprar essa casa, pode morar nela. Isso era uma daquelas exigências que trouxemos dos jogos originais.

Com o tempo, o jogador também passará a conhecer melhor os moradores de cada região: “A ideia é que você possa, de uma forma bem ‘gamey’, conhecer os personagens. Você aprende os nomes das pessoas, descobre o que elas gostam, suas personalidades, onde trabalham. E pode afetar tudo isso também.

No fim das contas, o novo Fable busca equilibrar nostalgia e ambição. A Playground quer manter aquilo que tornou a franquia especial, mas elevar tudo a um novo patamar técnico e narrativo, criando uma Albion mais viva, mais reativa e mais profunda do que nunca.

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Fable terá um novo sistema de reputação, confirma dev

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O reboot de Fable, em desenvolvimento pela Playground Games, vai abandonar completamente o clássico sistema de alinhamento entre bem e mal. Em vez disso, o estúdio está implementando um sistema de reputação, que promete oferecer uma abordagem mais subjetiva e contextual sobre moralidade dentro do mundo de Albion.

Em entrevista ao IGN, Ralph Fulton, fundador e gerente geral da Playground, explicou que a decisão veio da ideia de que a moral não é algo absoluto. Segundo ele, o novo Fable quer refletir melhor a complexidade das escolhas humanas, fugindo da lógica simples de “ações boas” e “ações más” que definem automaticamente quem o personagem é.

Com isso, o jogo passa a usar um sistema de reputação que leva em conta o que o jogador faz em cada região. Os NPCs vão reagir de formas diferentes ao protagonista com base em suas próprias visões de mundo, valores e experiências. Em outras palavras, cada personagem pode interpretar as mesmas ações de maneiras distintas, criando uma percepção mais rica e imprevisível sobre quem você é.

Essa mudança também significa o fim de uma das marcas registradas da franquia: o visual do herói mudando conforme suas decisões, como chifres para personagens “maus” ou uma aura angelical para os “bons”. No novo Fable, esse tipo de “morfagem” não fará parte da experiência. Para a Playground, esse recurso fazia sentido quando existia uma noção clara de bem e mal objetivos — algo que o estúdio agora quer evitar.

A reputação no Fable será localizada

Outro detalhe interessante é que a reputação será localizada. Cada cidade ou região terá sua própria memória sobre o jogador. Ao chegar em um novo local, o protagonista começa do zero, sem histórico algum, podendo construir uma identidade completamente diferente daquela que tem em outras partes do mundo.

Isso abre espaço para situações curiosas: você pode ser visto como herói em uma cidade e como vilão em outra, dependendo das suas escolhas. A ideia é que a moralidade em Fable venha da sociedade e do contexto — e não de uma força invisível que transforma sua aparência.

O reboot de Fable ainda chegará no Xbox Series X|S, PC e PS5 em algum momento da primavera, e essas mudanças indicam uma tentativa clara de modernizar a franquia e dar mais profundidade às decisões do jogador, deixando para trás a dicotomia simples entre “bom” e “mau” que marcou os jogos originais.

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Confira os lançamentos do Game Pass para a última semana de janeiro

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Conforme revelado, três novos jogos acabaram de chegar no Game Pass hoje (09 de outubro), o serviço de jogos por assinatura do Xbox.

A semana promete ser agitada para o Xbox Game Pass, já que mais jogos deverão ser lançados no serviço nos próximos dias.

Até o momento, cinco jogos serão lançados no Xbox Game Pass na última semana de janeiro. Além disso, outros jogos também deverão deixar o catálogo do serviço no dia 31 de janeiro, sábado, clique aqui para mais detalhes. Confira a lista completa:

  • The Talos Principle 2 (PC e Xbox Series X|S)
    27 de janeiro – Xbox Game Pass Ultimate, Premium e PC Game Pass
  • Anno: Mutationem (nuvem, PC e console)
    28 de janeiro – Xbox Game Pass Ultimate, Premium e PC Game Pass
  • Drop Duchy (nuvem, PC e console)
    28 de janeiro – Xbox Game Pass Ultimate, Premium e PC Game Pass
  • MySims: Pacote de Aconchego (PC)
    29 de janeiro – Xbox Game Pass Ultimate e PC Game Pass
  • Warhammer 40,000: Space Marines II (nuvem, PC e Xbox Series X|S)
    29 de janeiro – Xbox Game Pass Ultimate, Premium e PC Game Pass

Boas-vindas mais uma vez à sua rotina de ‘o que vou jogar depois?’! Temos alguns favoritos, algumas surpresas que incluímos na semana passada (e um lembrete para se juntar ao nosso quarto Developer Direct para ainda mais jogos chegando por aí). Vamos aos jogos!

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Estúdio revela requisitos mínimos e recomendados do Highguard no PC

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Highguard, novo PvP raid shooter da Wildlight Entertainment, já tem data marcada para chegar: 26 de janeiro de 2025. O jogo será lançado para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, e vem chamando a atenção dos fãs do gênero pela sua proposta competitiva e foco em incursões cooperativas.

Antes de mergulhar na ação, no entanto, jogadores de PC precisarão conferir com atenção se suas máquinas atendem aos requisitos do jogo. Além das configurações tradicionais de hardware, Highguard também exige recursos de segurança específicos do sistema, algo que pode se tornar um obstáculo para parte do público.

Requisitos mínimos de Highguard (PC)

Para rodar o jogo nas configurações mínimas, seu PC precisará dos seguintes componentes:

  • Processador: Intel Core i5-6600K ou AMD Ryzen 5 1600
  • Memória: 8 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 (6 GB) ou AMD Radeon RX 580 (8 GB)
  • Armazenamento: 25 GB em SSD
  • Sistema operacional: Windows 10 64-bit
  • Requisitos adicionais: Secure Boot e TPM 2.0 ativados

Essas especificações servem como uma base para rodar o jogo com qualidade gráfica reduzida e possíveis quedas de desempenho. Ainda assim, a experiência deve permanecer jogável em máquinas compatíveis.

Requisitos recomendados de Highguard (PC)

Para uma experiência mais fluida e com melhor qualidade visual, a Wildlight recomenda:

  • Processador: Intel Core i5-9600K ou AMD Ryzen 5 3600
  • Memória: 12 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2080 (8 GB) ou AMD Radeon RX 6650 XT
  • Armazenamento: 25 GB em SSD
  • Sistema operacional: Windows 11 64-bit
  • Requisitos adicionais: Secure Boot e TPM 2.0 ativados

Um ponto que chama atenção é justamente a exigência de TPM 2.0 e Secure Boot, mesmo para quem pretende jogar apenas nas configurações mínimas. Embora esses recursos já sejam comuns em PCs mais novos e façam parte das exigências do Windows 11, muitos computadores ainda em uso — especialmente modelos um pouco mais antigos ou com BIOS desatualizada — podem não ter esses recursos habilitados, ou sequer compatibilidade com eles.

Na prática, isso pode afastar parte dos jogadores de PC, apesar de o hardware exigido em si não ser tão agressivo. Para quem pretende jogar no lançamento, vale a pena verificar desde já na BIOS/UEFI se o Secure Boot e o TPM 2.0 estão ativos, evitando surpresas desagradáveis quando Highguard chegar oficialmente no fim de janeiro.

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