De acordo com um trecho da resposta da Microsoft enviada ao órgão regulador do Reino Unido, o Call of Duty ficará “restrito” no Game Pass por “vários anos” por conta de um acordo já existente.
Segundo compartilhado pela Microsoft, um acordo já existente entre a Activision Blizzard, comprada pelo Xbox no início do ano, com a Sony (sim, essa danadinha), impossibilita o lançamento dos jogos da franquia Call of Duty no Game Pass. Vale lembrar que o atual acordo com a Sony cobre mais três jogos da franquia.
Infelizmente, não sabemos se a Microsoft irá quebrar o contrato da Sony, visto que com a aquisição da Bethesda/ZeniMax em 2020, a gigante de Redmond respeitou os acordos de exclusividade já existentes do Deathloop e Ghostwire: Tokyo. Porém, vale lembrar que o próprio Phil Spencer comentou que deseja trazer a maior franquia de FPS da ActiBlizz para o Game Pass, então temos que esperar os próximos capítulos da novela. Confira:
“O acordo entre a Activision Blizzard e a Sony inclui restrições à capacidade da Activision Blizzard de colocar títulos do Call of Duty no Game Pass por vários anos.”
Foi exatamente dia 18 de janeiro de 2022, que a Microsoft anunciou a compra da Activision Blizzard por US$68,7 bilhões. Este acordo já é cotado como o maior negócio na história da indústria de videogames, e o fato não surpreendeu seus investidores, uma vez que a empresa faz aquisições várias vezes ao ano e tem grande quantia em caixa apenas para esses casos.
E é exatamente devido ao tamanho dessa aquisição, que é importante entender que o sucesso da concretização do negócio não é algo garantido, e mesmo já tendo o aval da Arábia Saudita e do Brasil (CADE) pra isso acontecer, o processo precisa da aprovação de três reguladores: FTC, CMA e Comissão Europeia.
Nas últimas semanas, a internet foi a loucura com a quantidade de informações burocráticas – antes disponíveis a apenas empresas e orgãos legais – principalmente com a atuação da Sony perante todo cenário na indústria dos games (bloqueando jogos no Game Pass, comprando desenvolvedores para atuarem de forma questionável)- e agora com o regulador do Reino Unido – CMA (Competition and Markets Authority), se manifestando e praticamente defendendo os interesses da Sony.
Como estamos a pelo menos 6 meses do fim do processo (seja pro sim ou não), vamos colocar todos os pingos nos ‘is’ e responder dúvidas que vocês possam ter. Pra iniciar:
Por quê eu deveria confiar na Central Xbox?
Nós não utilizamos qualquer conteúdo por ai na internet, sabemos que existem muitas informações falhas, muitos rumores, e inverdades, e neste caso, fomos atrás de canais e pessoas que possuem reputação para extrair e proporcionar a máxima qualidade na informação.
O que é antitrust?
É um ramo do direito que promove ou busca manter a concorrência no mercado regulando a conduta anticompetitiva das empresas. Isso significa que as leis antitruste querem proteger os interesses dos consumidores e do público, bem como dos empreendedores que iniciam uma nova empresa.
Como o antitruste está afetando o acordo ABK?
A lei antitruste tem três objetivos principais:
– Proibir acordos ou práticas que restrinjam o livre comércio e a concorrência entre empresas (isso é um cartel).
– Proibir o comportamento abusivo de uma empresa que domine um mercado (alteração de preços, afetar receitas de terceiros, bloquear o acesso a bens ou serviços, etc.).
– Supervisionar as fusões e aquisições de corporações para entender se aquela transação é boa, pode prejudicar a concorrência, pode ser aprovada mas com condições ou deve ser rejeitada por ser muito prejudicial para o mercado.
Entrando no processo de compra
A Microsoft pagará US$95 por ação no fechamento do negócio. No entanto, as ações da ATVI estão sendo negociadas bem abaixo desses níveis, pois os investidores estão preocupados que o negócio possa entrar em colapso sob pressão da regulamentação. À primeira vista, pode parecer o bloqueio do negócio é exagerado, uma vez que:
A receita de jogos da Activision e da Microsoft no ano passado representou apenas 13,9% do total de gastos globais com videogames (US$ 16,28 + US$ 8,8 bilhões contra US$ 180,3 bilhões). A própria Microsoft observou que a empresa combinada ficará apenas em terceiro lugar no mercado, atrás da chinesa Tencent e Sony.
Mesmo que os reguladores tentem bloquear o negócio, será quase impossível para eles justificar essa decisão em tribunal devido à pequena participação de mercado de ambas as empresas.
Crescimento da ActiBlizz perante seus concorrentes
Embora todos esses pontos sejam justos, os reguladores ainda têm margem de manobra. A coisa é FTC, CMA e outros podem argumentar que a Microsoft pode querer dar a seus clientes direitos exclusivos para, por exemplo, acesso antecipado aos jogos da Activision.
Os fundamentos
O mercado agora vive de expectativas e ignora completamente a parte fundamental da Activision Blizzard. Os investidores estão interessados apenas no negócio em si, pois fatores fundamentais não afetarão de forma alguma o resultado da aquisição.
A Activision tem um dos jogos mais confiáveis e lucrativos do setor. As vendas acumuladas da franquia Call of Duty atingiram fenomenais 425 milhões de cópias em todo o mundo. Além disso, dois jogos free-to-play foram lançados, “Call of Duty: Warzone” em 2020 e “Call of Duty: Mobile” em 2019. No primeiro trimestre de 2021, a receita do segmento da Activision cresceu 72% em relação ao ano anterior, impulsionada pelas compras dentro desses dois jogos, enquanto o lucro operacional quase dobrou.
As vendas totais de Call of Duty
As vendas de produtos da Activision estão crescendo muito mais lentamente do que as vendas no jogo. É mais rápido e muito mais eficiente fazer jogos sem mudanças globais, o que mais do que compensará com as vendas no jogo. Todas as grandes empresas do setor estão agora tentando mudar para sistemas de vendas no jogo, pois essa é uma fonte de receita muito mais estável. Essa abordagem elimina a dependência de produtos específicos. Mas nenhum dos concorrentes é tão eficiente quanto a Activision Blizzard.
O mercado global de jogos está projetado para atingir 3,32 bilhões de usuários até 2024 e pode crescer para 4,5 bilhões até 2030 devido ao aumento do interesse em conteúdo imersivo, mundos virtuais e novas experiências, segundo a Microsoft.
Esta aquisição se tornará um dos blocos de construção do metaverso da Microsoft. A corporação lança seus próprios consoles Xbox e tem sua própria plataforma de nuvem e um projeto de headset VR, então agora precisa criar seu próprio conteúdo e a Activision Blizzard a ajudará com isso.
Os videogames terão um papel central no metaverso, pois já fornecem gráficos 3D imersivos e experiências de realidade virtual. Os jogadores podem criar conteúdo por conta própria, compartilhá-lo com outras pessoas, interagir e se comunicar no espaço virtual, usar ativos digitais e criar cópias digitais de si mesmos.
A Activision Blizzard, ao contrário da opinião de muitos, é uma excelente jogada de metaverso. Não se trata tanto dos jogos em si e sua integração em plataformas modernas, mas sim das franquias e marcas que a empresa possui. Os usuários, tentando se divertir no metaverso, primeiro recorrerão a marcas que já conhecem, como Call of Duty, Overwatch, Diablo e WarCraft.
Sobre o Acordo
Enquanto a gente não teve quase nenhuma grande novidade com relação aos reguladores dos Estados Unidos e da União Européia, o CMA tomou grandes e surpreendentes decisões desde que o Reino Unido saiu da União Europeia.
Isso acontece exatamente porque o CMA agora tem mais poderes para analisar uma gama mais ampla de fusões e aquisições, ou seja, ela agora controla sua própria bola. Apenas como curiosidade, o CMA já recusou três pedidos de negócios, isso apenas em 2021, dentre eles o caso do Facebook/Meta tentando adquirir o Giphy.
O acordo feito entre Microsoft e Activision Blizzard, diz que deve ser encerrado em 12 meses (18 de janeiro de 2023) ou menos, porém o acordo também inclui duas possíveis prorrogações de 3 meses cada uma (até 18 de abril de 2023 e a outra até 18 de julho de 2023), e neste caso:
A transação pode ser encerrada pela MS ou ACTBLIZZ se:
Ambas as partes concordarem
Os acionistas da ActBlizz o rejeitarem (já foi aprovado, então não se aplica)
Um tribunal ou regulador rejeitar o acordo
Uma nova lei que proíbe esse tipo de negócio
Até 18 de janeiro de 2023 ou 18 de abril de 2023, o acordo ainda está pendente, mas NÃO por motivos regulatórios.
A transação pode ser encerrada pela ACTBLIZZ se:
Uma violação do acordo pela MS sem resolução pela mesma
Antes da aprovação pelos acionistas da Activision Blizzard, a ABK recebe uma oferta melhor e paga à MS uma taxa de rescisão de $ 2.270.100.000.
A transação pode ser encerrada pela MS se:
Uma violação do acordo pela ACTBLIZZ sem resolução pela mesma
O Conselho de Administração da Activision Blizzard não recomenda mais o acordo.
A Activision Blizzard deve pagar à Microsoft US$ 2.270.100.000 se:
A MS ainda aguarda a assembléia de acionistas da ABK acontecer nas datas de encerramento
As condições regulatórias não foram atendidas e o motivo é uma violação da ABK
ABK infringe o acordo
Os acionistas da ABK rejeitam o negócio
O Conselho de Administração da Activision Blizzard não recomenda mais o acordo.
ABK recebe uma oferta melhor
A Microsoft deve pagar à Activision Blizzard uma taxa de rescisão de:
$ 2.000.000.000, se o aviso de rescisão for fornecido antes de 18 de janeiro de 2023
$ 2.500.000.000, se o aviso de rescisão for fornecido após 18 de janeiro de 2023 e antes de 18 de abril de 2023
$ 3.000.000.000, se o aviso de rescisão for fornecido após 18 de abril de 2023
Razões para esta possível taxa de rescisão em favor da ACTBLIZZ:
Um tribunal ou regulador rejeita o acordo e não há como recorrer
Existe uma nova lei que proíbe esse tipo de negócio
MS infringe o acordo
As condições regulatórias não foram satisfeitas e o motivo é uma violação da MS
E se o orgão regulador negar?
Como o assunto é bem complexo, e tem gerado muito ‘diz que me disse’, um advogado, residente do Reino Unido (UK), publicou no Resetera, algumas explicações legais com relação se o CMA (ou outro regulador) negar o pedido de compra. O que a Microsoft poderia fazer sobre isso? Existe uma apelação ou é fim de jogo?
Estamos falando sobre uma fusão, e para referência, o CMA tem jurisdição para revisar (desde que atenda aos requisitos nele contidos) acordos se utilizando do (ATO) Enterprise Act no Reino Unido. De acordo com o Enterprise Act, as partes prejudicadas por uma decisão podem recorrer ao Consolidated Audit Trail (CAT), no entanto, só aplicará a revisão judicial em cima de uma decisão já feita.
Em outras palavras, o CAT não pode se envolver nos méritos da decisão do CMA, apenas verificarão se a maneira como essa decisão tomada foi ilegal ou se teve alguma impropriedade processual envolvida (em termos gerais). Como tal, o CAT nunca (e não pode, sob o Enterprise Act) revisar uma decisão do CMA apenas com base na conclusão a que o CMA definiu.
Se o CAT determinar que alguma irregulariedade foi encontrada, ele enviará a decisão de volta ao CMA novamente, e então o CMA deve, iniciar o processo de revisão novamente (mas, é claro, corrigindo a questão processual apontada) e, em seguida, pode tomar outra decisão. Se o CMA tomar a mesma decisão – isso é essencialmente o fim da linha de recursos primários.
Existe um processo de recurso secundário extremamente limitado ao Enterprise Act onde, o CAT pode permitir um recurso enviado ao Tribunal de Apelação do UK por uma parte afetada, mas apenas sobre uma questão de direito (há também um processo de recurso muito difícil diretamente para o Tribunal de Apelação se o CAT negar o recurso, novamente em uma questão de direito).
Uma questão de direito só pode surgir efetivamente se o CAT em sua revisão chegar a uma conclusão a) na qual nenhuma pessoa razoável poderia ter chegado ou b) onde não há evidências para apoiar uma constatação de fato na qual a decisão do CAT se baseou. Esses são limites extremamente altos e, novamente, apenas quando resumidos, vão para a revisão judicial do CAT da decisão do CMA. Como tal, não há mais meios de realmente recorrer das conclusões do CAT (e por sua vez do CMA) quanto ao mérito da sua decisão em relação a uma fusão.
Se você, portanto, vir o CMA se envolvendo em decisões de tribunais superiores, ou decisões como as acima – estas não são tipicamente em relação a fusões, mas em relação a disposições não relacionadas da Lei de Concorrência (que é outra peça proeminente da legislação de concorrência no Reino Unido) que tratam da fixação de acordos, sanções e, ocasionalmente, abusos de posição dominante (bem como alguns casos de custos).
Fonte: visualcapitalist.com, newzoo.com, tweaktown.com, Resetera: Advogado de M&A, qualificado no Reino Unido (envolvido em casos de CMA, casos de Comissão e casos de concorrência offshore).
Project Rene é a mais nova entrada da série The Sims em desenvolvimento, prometendo renovar a franquia. O novo jogo foi anunciado pela EA e pela Maxis durante o evento Behind The Sims Summit Stream que ocorreu hoje (18) e trouxe novidades da franquia, incluindo The Sims 4 e Mobile.
Perto do fim da apresentação, Lindsay Pearson, Vice Presidente Criativa da franquia The Sims, revelou um pouco sobre esse novo grande jogo da série de simulação. Pearson comentou bastante sobre inovação e reimaginação em Project Rene.
Apesar do desenvolvimento do novo The Sims estar nos estágios iniciais, sabemos que as equipes, tanto de The Sims 4 quanto a Mobile, estão contribuindo com o Project Rene.
Durante a apresentação, podemos ver que as ferramentas de customização de objetos e de posicionamento, estão bem mais complexas e profundos que nos jogos anteriores.
Aparentemente contaremos com uma gama maior de opções para posicionar os móveis e decorações da forma em que desejarmos e uma personalização maior dos itens, podendo alterar não só as cores e estampas dos objetos, mas também seu formato.
Pearson também comentou sobre facilitar o trabalho em conjunto dos jogadores, assim como proporcionar o compartilhamento mais fácil das criações entre a comunidade. O futuro game também dará opção para o jogador criar sozinho ou com amigos.
Também é possível que a Maxis esteja interessada em incluir recursos multiplaformas e lançar essa nova entrada para o máximo de plataformas possíveis.
“The Sims 5” pode estar bem longe, mas Pearson confirmou que mais novidades serão reveladas em breve, com prévias, bastidores e até um acesso antecipado em um futuro distante.
Scorn, desenvolvido pelos sérvios da Ebb Software e publicado pela Kepler Interactive, é um jogo de aventura de terror atmosférico em primeira pessoa ambientado em um universo de pesadelo e coisas estranhas inspirado nas obras dos artistas visuais HR Giger e Zdzisław Beksiński.
O jogo foi projetado em torno da ideia de estar “isolado e perdido dentro de um mundo onírico“, onde você deverá explorar diferentes áreas interconectadas de maneira não linear. Sim, é um título bizarro e de tirar o fôlego, e grande parte de seu DNA, oferece uma experiência intensa, e que vai te puxar pra dentro de algo insano.
AVISO: Esse artigo é uma leitura livre de SPOILERS, pode seguir sem medo!
Scorn apresenta um dos mais impressionantes visuais já criados, e o pessoal da Ebb Software desafiou os padrões atuais do gênero, trabalhando nos menores detalhes para tornar o seu desejo de ‘passar rapidamente por aquela situação’ algo que pode te deixar completamente desnorteado.
A ideia desse artigo não é proporcionar uma análise, e sim, transparecer a minha opinião para aqueles que ainda pretendem ou vão jogar esse título.
Scorn não foi feito para todos, e sim para quem gosta do obscuro, do grotesco, de uma ambientação destorcida da realidade que conhecemos, de ser tirado da zona de conforto, de passar por momentos de angústia sem saber o que estará te esperando na próxima esquina, e nada disso era algo que poderíamos prever. Scorn é algo que faz falta no mercado de games, e é absolutamente fabuloso, ainda mais chegando Day One no Game Pass.
Paredes que parecem tendões e vigas que lembram ossos, camadas de pele que se pendem pelo teto, máquinas esqueléticas alimentadas por partes intestinais e controladas por consoles com vasos sanguíneos industriais. Até as partículas de poeira flutuando na luz esfumaçada e opaca das lâmpadas em forma de olho se movem de uma maneira não natural. Já viu isso antes? Não né!
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Seu personagem entra em Scorn nu e ignorante, e se torna seu espelho como jogador. O jogo não possui interface amigável, e nada, nem ninguém tem nome ou codinome … pra ter uma ideia não existe nenhum diálogo, registro de missões ou mapa. Não existem objetivos óbvios a serem concluídos ou metas a serem alcançadas, o foco é continuar em frente um corredor por por vez, resolvendo os quebra-cabeças que em sua maioria, você só vai entender depois de tentativa e erro.
Scorn não é um jogo onde um gamer super talentoso em COD, Battlefield, Fortnite, APEX etc vai ter um incrível sucesso; o título pede por jogadores que queiram ser desafiados. Memorização, exploração, tentativa e erro, encarar desafio, passar por apertos, tudo isso junto e misturado.
Scorn não é um jogo que requer habilidade, e sim, atenção e inteligência.
Um exemplo clássico que sempre uso: Eu não curto Dark Souls / Elden Ring, mas não posso deixar de parabenizar por suas temáticas incríveis, gameplays fantásticos e um DNA único, o problema é que eu simplesmente não consigo jogar. Não consigo me adaptar no estilo de luta/exploração do jogo, não combinou comigo, e adoro ver pessoas se divertindo nesse estilo ‘soulslike‘ que até certo tempo, era ultra-nichado entre gamers.
É exatamente ai que Scorn entra; algo novo, que surgiu pra te tirar da sua zona de conforto, pra te proporcionar desafios que você não estava esperando, e em cima disso tudo, te colocar na pele de um protagonista que te transmite muito desconforto, é como se você estivesse na pele do próprio personagem, é BIZARRO!
Os quebra-cabeças são difíceis e muitos deles vão te tirar do sério, e por um momento questionando se não seria mais rápido pegar uma dica por ai na Internet. NÃO FAÇA ISSO. Descobrir como solucionar os puzzles de Scorn, está no mesmo níve para aqueles que gostam de descobrir como matar um boss num ‘soulslike‘; é uma sensação incrível não é mesmo?
Precisa ter paciência e observar muito, estudar seu próximo passo, entender o caminho e como o solucionar.
Scorn é um jogo que desde sua concepção no Kickstarter, tinha uma premissa diferente, foi explicado como um jogo de exploração de terror atmosférico, sendo pertubador em suma. Apesar do jogo se passar em primeira pessoa, ficou muito claro que muitos por ai, se confundiram com o aspecto e denominação FPS, presente em shooters como Warzone. Não, Scorn não é um shooter, e apesar de te proporcionar momentos onde você pode (e deve) utilizar suas diferentes armas para se defender e matar os poucos inimigos presentes, depois de entender a proposta e comportamento, preferi fazer uma passagem Stealth, quieta e oculta pelo mapa, sempre que possível.
A arma é uma adição inteligente dentro do jogo, e não só um objeto letal.
Quando estava próximo já ao final do jogo, senti uma grande mudança de comportamento em mim mesmo. Senti a angústia e desespero do protagonista, como se eu mesmo estivesse na pele dele. Me contorcia, expremia os olhos, e passava a mão na cabeça num claro ato de desespero por estar assistindo algo que jamais havia sentido antes.
Na minha opinião, Scorn é uma experiência de arte e para mim, o apelo do jogo se baseia em como ele me fez sentir as coisas ao invés como ele me fez pensar para chegar ao objetivo final. Senti uma ansiedade constante e contagiante por simplesmente existir em seu mundo macabro.
Quero muito ver outros títulos similares chegando as plataformas, afinal numa época em que os jogos estão sendo expremidos ao máximo, ter algo que te mantenha fora de uma atmosfera comum, é mais do que bem-vindo.
No aniversário do Hype Games quem ganha o presente é você
Outubro é um mês mais que especial, além do dia das crianças (e Halloween), é o momento em que o Hype Games comemora aniversário, e pra celebrar, a gente preparou ofertas incríveis pra vocês, e claro só a Central Xbox, que faz parte do Hypados, o programa de embaixadores do Hype, poderia oferecer.
De 18 a 22 de Outubro, você poderá adquirir Live Gold ou Game Pass Ultimate e levar de graça um cartão presente para comprar jogos, filmes, créditos e muito mais para o XBOX. Entre os pacotes temos:
– 12 Meses Live Gold + R$ 40 Cartão-Presente Xbox R$ 199,99 – 3 Mes de Game Pass Ultimate +R$ 25 Cartão-Presente Xbox R$ 134,99 – 3 Meses de Xbox Live Gold +R$ 15 – Cartão-Presente Xbox R$ 85,99 – 1 Mês de Game Pass Ultimate +R$ 10 Cartão-Presente Xbox R$ 44,99
E a comemoração não para por aqui, além das assinaturas, o hype.games preparou uma oferta com jogos de XBOX e PC (STEAM) que vão tornar o seu dia e sua jogatina muito mais legal e divertida. Entre os títulos em oferta, destacamos:
– Shantae and the Seven Sirens: 40,59 – 30% OFF – Shantae: Half-Genie Hero Ultimate Edition: 28,95 – 50% OFF – River City Girls: 34,79 – 40% OFF – Dead in Vinland: 11,50 – 75% OFF
E vale lembrar que você pode pagar sua compra parcelada no cartão, pagar no PIX além de outras formas com a garantia de uma compra fácil, rápida e segura.
E se tiver dúvidas, é só entrar em contato com o Suporte do Hype que está sempre lá para poder te ajudar a resolver todos os seus problemas! Então clique no link na descrição e confira as ofertas exclusivas da Central Xbox para vocês.
A 343 Industries anunciou a pré-venda de uma cadeira gamer temática de Halo nesta terça-feira (18). Custando mais de US $1.500, o produto surgiu entre a desenvolvedora e uma empresa de móveis de escritório chamada Haworth.
A peça é reciclada e incluí diversos elementos da série Halo, incluindo emblemas bordados da UNSC e o número 117 do Spartan mais famoso de todos os tempos, para jogar os jogos do Xbox Game Pass no maior estilo.
A cadeira gamer conta com apoio para braços ajustáveis, acento que se curva dependendo dos movimentos dos jogadores, além de ser confortável “como uma nuvem”, segundo a página do produto.
Ela está disponível em pré-venda por US $ 1.573,00, chegando globalmente no início de 2023. Você pode conferir a página do produto aqui.
Em um anúncio inesperado, a Warner Bros. Games confirmou nesta terça-feira (18) uma nova entrada para a franquia Mortal Kombat nos dispositivos móveis. O jogo está sendo desenvolvido pela própria NetherRealm Studios, por trás dos jogos da linha principal, e tem data marcada para 2023.
Intitulado Mortal Kombat: Onslaught, o próximo título da NetherRealm é um RPG que promete muito nos dispositivos móveis. Ed Boon, um dos criadores da franquia, comentou um pouco sobre essa mudança para o RPG.
Segundo ele, “Com Mortal Kombat: Onslaught , reimaginamos o Mortal Kombat em um RPG de coleção baseado em equipe estratégica com combate corpo a corpo em ritmo acelerado que os fãs novos e existentes podem desfrutar.”
Boon também disse sobre a expansão de Mortal Kombat e a introdução de novas ideias a franquia. “Estamos expandindo os limites de Mortal Kombat para permitir que os jogadores experimentem a franquia de novas maneiras, mantendo-se fiel à sua natureza visceral” finalizou o produtor.
De acordo com o comunicado, será “a primeira experiência de história cinematográfica exclusiva para dispositivos móveis da franquia”. Os jogadores também terão uma vasta opção de personagens para formar equipes é derrotar a nova ameaça desse novo título.
É natural que alguns jogos mobile acabem sendo lançados em regiões isoladas antes de saírem para o mundo, mas é algo que não vai acontecer em Mortal Kombat: Onslaught, com lançamento global em sua estreia.
Mortal Kombat 11 foi o último jogo lançado para o Xbox, chegando em 2019 nas plataformas da Microsoft, e sendo um dos grandes jogos de luta presente no Xbox Game Pass.
Através do seu canal oficial no YouTube, a Eletronic Arts (EA) revelou uma nova gameplay do Need for Speed Unbound.
Na nova gameplay, a EA mostrou vários trechos do Need for Speed Unbound, que será lançado no Xbox Series X|S no dia 02 de dezembro. Um dos maiores destaques do trailer de gameplay foi o sistema de apostas do game, que promete ser um diferencial. Confira:
Uma pequena atualização de Fall Guys foi liberada nesta terça-feira (18) pela Mediatonic, desenvolvedora do jogo.
O pequeno patch visa corrigir alguns bugs e mudanças nas gincanas e rodadas dos feijões. Algumas delas estão sendo removidas por conta de “problemas encontrados em testes” e outras estão chegando ao Battle Royale.
Estamos removendo e substituindo algumas rodadas devido a problemas encontrados durante os testes. Aqui está uma lista de Rodadas que estamos acrescentando aos Solos, Esquadrões e Duos:Slime Climb, Lily Leapers, Volleyfall, e Pegwin Pool Party. Pegwin Pursuit também será adicionada somente aos Squads e Duos.
Eis o que estamos removendo de Solos, Esquadrões e Duos:Low-Gravity Ski Fall Variation, Starchart, Tip Toe, Tundra Run, e Big Fans. Team Tail Tag também será removida somente dos Squads e Duos.Os Lobbies Shows personalizados que incluem as Rodadas acima também serão desativados.
Também consertamos a exploração dos Pixel Painters – os jogadores não poderão mais escalar os pilares para sabotar outras equipes. Os jogadores no Switch não poderão mais ver todas as portas abertas no Templo Perdido e poderão ver as celebrações na tela da vitória dos Squads.
Fall Guys está disponível gratuitamente para Xbox One, Xbox Series X|S, PC via Epic Games Store, Nintendo Switch Playstation 4 e Playstation 5. O Battle Royale também está otimizado para a nova geração.
Nessa semana os assinantes Xbox Live Gold e ULTIMATE terão acesso a mais de 650 jogos com descontos de 15% a 90% de 11 a 18 de Outubro no Deals with Gold e Spotlight Sales.
Aproveite essa oportunidade e renove sua assinatura Live Gold ou Game Pass Ultimate para aproveitar o melhor do XBOX. Clique aqui e acesse o link para conferir as ofertas que o Hype Games preparou com exclusividade para quem acompanha a Central Xbox.