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Arquivos anuais: 2026

EITA! Codinome de um novo nível do Game Pass é encontrada em código

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Conforme revelado mais cedo, dois novos jogos chegaram no Game Pass hoje (06 de janeiro), o serviço de jogos por assinatura do Xbox.

Parece que o Xbox está preparando um novo nível para o Game Pass, pelo menos é o que sugeriu um codinome encontrado pelo desenvolvedor do plugin Better xCloud“.

Segundo relatado pelo desenvolvedor do plugin Better xCloud no X, o codinome “Triton” apareceu ao lado do codinome de outros níveis do Xbox Game Pass. Além disso, o desenvolvedor também apontou que já existem alguns jogos atribuídos ao possível novo nível – e são todos first-party do Xbox, como Psychonauts e Fallout 76.

Caso se concretize, podemos especular que o novo nível do Xbox Game Pass seja focado apenas em jogos first-party, oferecendo uma opção mais barata para os fãs ferrenhos da marca. A assinatura também pode receber mais valor caso inclua lançamentos day-one, que são restritos aos níveis Ultimate e PC, e jogos online. Confira:

Pode ser o sinal da primeira grande mudança nas assinaturas do Xbox

Este pode ser o início das mudanças nas assinaturas do Xbox Game Pass. Vale lembrar que um relatório apontou que Asha Sharma, a nova CEO da Microsoft Gaming, estava estudando meios de baratear a assinatura, o que incluiria níveis com anúncios e até mesmo uma possível parceria com uma das maiores empresas de streaming, a Netflix.

Entretanto, devemos lembrar que tudo isto não se passa de rumores, e precisaremos esperar mais algum tempo para ver o que vem por aí. E aí, você assinaria um nível focado apenas em jogos first-party do Xbox? Conta para gente nos comentários!

Aproveite para conferir a nossa Lojinha Virtual, com dicas de TVsControlesHeadsets, e produtos para você deixar seu cantinho Gamer do jeito que quiser.

Marathon é punitivo, difícil de dominar e absolutamente viciante

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A Bungie sempre esteve ligada a momentos marcantes no gênero de tiro em primeira pessoa. Desde revolucionar o FPS nos consoles com Halo até refinar a ideia de “mundo compartilhado” com Destiny, o estúdio sempre teve um papel importante na evolução dos shooters. Com Marathon, lançado em 5 de março de 2026, a proposta é ao mesmo tempo nostálgica e ambiciosa: trazer de volta o nome do clássico cult de 1994, mas reinventando tudo como um extraction shooter PvPvE moderno.

Apesar de carregar o mesmo nome da trilogia original, esse novo Marathon não é uma continuação direta. Aqui, o universo foi reimaginado como uma experiência multiplayer intensa, ambientada na colônia abandonada de Tau Ceti IV. Os jogadores assumem o papel de mercenários cibernéticos conhecidos como Runners, explorando áreas perigosas cheias de inimigos, ameaças do ambiente e, claro, outros jogadores disputando o mesmo loot valioso.

Misturando o gunplay afiado característico da Bungie com aquela tensão clássica de risco versus recompensa dos extraction shooters, Marathon tenta encontrar seu próprio espaço em um gênero hoje dominado por jogos como Escape from Tarkov e Hunt: Showdown. O resultado é um shooter visualmente marcante e bem polido na jogabilidade, que entrega combates intensos e cheios de adrenalina — mesmo que, em alguns momentos, ainda tenha dificuldade em equilibrar acessibilidade com a brutalidade típica do gênero.

No coração de Marathon tá o loop de extração — e é isso que dita tudo no jogo.

Cada partida começa com você “dropando” em Tau Ceti IV, sozinho ou em squad de até três Runners. O objetivo é bem direto: lootear o máximo que der (armas, recursos, artefatos) e sair vivo por um ponto de extração.

O problema? Se morrer, já era. Você perde tudo que levou e tudo que pegou. Isso faz com que cada decisão importe de verdade — entrar em fight, rotacionar, ou até evitar treta pode definir se você sai rico ou de mãos vazias.

E é aí que o jogo brilha. O sistema de risco vs recompensa cria uma tensão constante. Aquela run que parecia tranquila pode virar um inferno em segundos quando outro squad aparece do nada.

O pacing também é muito bom: você passa um tempo explorando na calma, checando canto por canto… e de repente tá no meio de um tiroteio insano. Ou você se adapta rápido, ou perde tudo.

Em vez de classes tradicionais, Marathon usa um sistema chamado Runner Shells.

Basicamente, são “corpos” cibernéticos que definem seu estilo de jogo. No lançamento, tem seis disponíveis, cada um com habilidades próprias e vantagens táticas diferentes.

Por exemplo: o Destroyer é focado em porradaria e dano bruto, perfeito pra quem gosta de entrar na fight sem pensar duas vezes. Já o Recon é mais voltado pra informação, ideal pra scoutar e jogar de forma mais estratégica. E tem o Thief, que é praticamente full stealth — mobilidade alta, bom pra evitar combate e sair lootando sem ser visto.

Além dessas habilidades base, dá pra montar sua build com armas, implantes e upgrades que você encontra durante as runs.

Isso deixa o jogo bem mais aberto pra experimentação. Tem quem prefira build tankuda pra trocar tiro direto, e tem quem vá no estilo mais furtivo, evitando treta sempre que possível.

E o mais legal é como tudo isso se mistura no squad: combinar diferentes shells e equipamentos abre espaço pra várias estratégias, deixando cada partida bem diferente da outra.

Se tem uma coisa que Marathon acerta de cara, é o gunplay. A Bungie já tem fama nisso, e aqui não é diferente. As armas são super responsivas, o recoil é tranquilo de controlar mas ainda exige skill, e o time-to-kill é rápido na medida certa — recompensa quem mira bem sem parecer injusto. As fights são sempre tensas e meio imprevisíveis, principalmente quando vários squads acabam se encontrando no mesmo objetivo.

O áudio também manda muito bem. Tiro ecoando pelo mapa, passo denunciando inimigo perto, barulhos sutis que já fazem você ficar em alerta… tudo isso faz diferença. No fim, tudo se encaixa pra entregar um gunplay muito redondo e satisfatório — facilmente o ponto mais forte do jogo.

Marathon foi pensado como um live service, com temporadas guiando a progressão a longo prazo.

Cumprindo missões e contratos de facção, você vai ganhando influência com seis facções diferentes, liberando melhorias como equipamentos iniciais melhores, mais espaço no baú e novas opções de equipamentos. O formato de temporadas incentiva aquele ciclo clássico: arriscar seu loot pra tentar builds mais fortes e pegar itens raros.

Mas claro, isso também levanta aquele alerta de sempre com live service. A Bungie vai conseguir manter um fluxo constante de conteúdo relevante? E o balanceamento, vai acompanhar? A Sony terá paciência de manter e apostar no jogo até que ele pegue tração e tenha uma base estável e sustentável?

Por enquanto, fica a dúvida — e isso pode fazer toda a diferença no longo prazo.

Se tem uma preocupação grande que eu tenho com Marathon (além daquele medo clássico de jogo bom morrer do nada), é o que vem depois da Season 1. Em junho rola o primeiro wipe, e isso me deixa meio assim. Nunca fui fã de wipe obrigatório — jogos como Hunt: Showdown e Arc Raiders deixam isso opcional, e sinceramente nunca me deu vontade de resetar tudo. Quando isso acontecer aqui, fica a dúvida: vou querer grindar tudo de novo?

E isso depende muito do conteúdo novo. Os quatro mapas atuais são muito bons, mas já dá pra sentir que precisa de mais variedade. Na Season 2 vem shell nova, armas e inimigos — mas de mapa mesmo, só uma versão noturna de Dire Marsh… meio pouco, né.

E sim, o jogo tem seus problemas. A UI não é das melhores, o primeiro battle pass é bem fraco, e a shotgun WSTR de cano duplo tá claramente forte demais. Também rola aquela sensação de que dava pra melhorar coisas simples — tipo um sistema de loadout mais rápido (igual ao do Hunt), ou dar mais opções viáveis pra quem joga solo, já que o Assassin acaba sendo pick padrão quase sempre.

Mas no geral? Isso tudo vira detalhe. O jogo é divertido pra caramba. E a Bungie até agora tá sendo ágil pra corrigir os problemas mais urgentes, o que já dá uma boa confiança.
E sendo bem direto: se você achou que Marathon ia flopar, eu também achei. Depois daquele alpha meio estranho — visual mais cartunesco, sem modo solo, sem prox chat — parecia que não ia rolar. Mas a Bungie ajustou tudo direitinho e entendeu o que faz o jogo se destacar: gunplay absurdo, mapas muito bem feitos e um sistema de progressão que faz o loop de loot realmente funcionar.

Hoje, Marathon não é só mais um FPS na minha lista — é o que eu tô jogando direto.

RESUMO: confira tudo que rolou no primeiro Xbox Partner Preview de 2026

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Perdeu o Xbox Partner Preview de hoje (26)? Nós da Central Xbox preparamos um resumo completo com todos os trailers que apareceram por lá!

Perdeu o Xbox Partner Preview de hoje (26)? Não se preocupe! Nós da Central Xbox preparamos um resumo completo com todos os trailers que apareceram por lá!

Confira tudo que rolou no Xbox Partner Preview de hoje:

Dispatch – em algum momento do inverno (Xbox Series X|S, PC e nuvem)

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Confira os novos jogos do Free Play Days – de 26 a 29 de março

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Chegou a lista de grandes títulos para jogar de graça neste fim de semana através do Free Play Days. Assinantes do Game Pass Ultimate, Premium e Essential poderão jogar dois jogos a partir de hoje, quinta-feira (26), até o próximo domingo (29).

Você pode encontrar e instalar os jogos do Free Play Days aqui no Xbox.com. O clique enviará você para a Microsoft Store, onde você deve estar conectado para ver a opção de instalação com sua associação ao Xbox Game Pass. Para fazer o download no console, clique na área de membro no painel inicial do seu Xbox One e Xbox Series X|S.

Confira os jogos que foram disponibilizados:

  • Rubber Bandits
  • Train Sim World 6: Thomas & Friends Edition

Se você gostar do que jogou e desejar continuar a diversão, pode comprar os jogos e outras edições com desconto e continuar jogando enquanto mantém sua pontuação de jogador e as conquistas obtidas no jogo durante o evento! Observe que a porcentagem de desconto pode variar de acordo com a região.

E aí, você vai aproveitar os novos jogos do Free Play Days liberados pelo Xbox? Conta para gente nos comentários!

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DOIS NOVOS JOGOS chegaram no Game Pass! – 26 de março

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No YouTube, a publicadora No More Robots revelou um novo trailer do Little Rocket Lab, que chegará no Game Pass em outubro.

Conforme revelado na semana passada, dois novos jogos chegaram no Game Pass hoje (26 de março), o serviço de jogos por assinatura do Xbox.

Vale lembrar que outros jogos estão programados para chegar no Xbox Game Pass em breve. Além disso, outros jogos deixarão o catálogo no final do mês, clique aqui para mais detalhes. Confira quais os novos jogos que chegaram no Game Pass:
Nota: horário de disponibilidade pode variar.

  • Nova Roma (Game Preview) (PC)
    Xbox Game Pass Ultimate e PC Game Pass
  • Easy Delivery Co. (Console, PC e nuvem)
    Xbox Game Pass Ultimate, Premium e PC Game Pass

Boas-vindas de volta! Temos ainda mais jogos chegando para você, incluindo alguns amados pelos fãs, novas opções para jogadores do plano Premium e atualizações de jogos que talvez você tenha perdido. Vamos direto ao assunto!

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Crimson Desert: um mundo grandioso que promete mais do que entrega!

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Crimson Desert: Nossa Análise! | Central Xbox

A estreia single-player da Pearl Abyss chega ao Xbox Series X|S com ambição monumental e falhas que pesam

Introdução

A Pearl Abyss construiu sua reputação ao longo de mais de uma década desenvolvendo Black Desert Online, um MMO de mundo aberto com sistemas densos e combate espetacular. Crimson Desert é sua primeira aposta no single-player — um projeto anunciado em 2020, profundamente revisado durante o desenvolvimento para se tornar uma IP independente, e que chegou ao Xbox Series X|S em março de 2026 carregando o peso de anos de expectativa acumulada.

Crimson Desert: Nossa Análise! | Central Xbox

A pergunta que o jogo precisa responder não é se a Pearl Abyss sabe construir mundos. Isso já estava dado. A questão é se a empresa consegue estruturar uma experiência single-player com a mesma coerência que dedicou à criação do seu continente.

A resposta é parcial — e entender por que exige olhar cada peça separadamente.

Combate

O combate de Crimson Desert é, sem dúvida, o ponto mais alto do jogo — e o que melhor traduz a herança da Pearl Abyss. Kliff acumula um moveset crescente ao longo da jornada, com espadas, escudos, lanças, machados e pistolas compondo um arsenal que se expande também pela observação de inimigos: um sistema de absorção de técnicas que incentiva a exploração do catálogo de adversários. O resultado tem profundidade de jogo de luta dentro de um RPG de mundo aberto — parries, contragolpes e encadeamentos de habilidades recompensam o jogador atento sem exigir a precisão implacável dos soulsborne.

O problema está na curva inicial. Uma quantidade considerável de sistemas é apresentada ao mesmo tempo — gerenciamento de inventário, culinária, missões de facções, fortalezas, poderes do Abismo — e a forma como o jogo os introduz raramente prioriza clareza. Menus pouco intuitivos e mecânicas de cura que criam fricção desnecessária são fontes de frustração que persistem além das primeiras horas.

A Pearl Abyss claramente priorizou densidade sobre acessibilidade, o que torna a experiência mais recompensadora para quem tem paciência para absorver sistemas gradualmente — e potencialmente alienante para quem esperava uma entrada mais direta. Esse desequilíbrio de apresentação não é trivial: afeta a percepção do jogo inteiro nas horas mais críticas, que são as iniciais.

Crimson Desert: Nossa Análise! | Central Xbox

A exploração, por outro lado, é exemplar. O lema de que “se você pode ver, pode ir até lá” é levado a sério: Pywel é um continente contínuo, sem telas de carregamento entre regiões, e a verticalidade do mapa é trabalhada de forma genuína. Há sempre algo — uma tocaia de bandidos, uma ruína com quebra-cabeça, um NPC com uma história menor — para justificar o desvio de rota. O mapa nunca se sente vazio, e é aí que o DNA de MMO da Pearl Abyss trabalha a favor do single-player.

Mundo

A narrativa começa com premissa funcional: Kliff MacTuff, líder dos Greymanes, sobrevive a uma emboscada devastadora pelos Black Bears e parte para reunir seus companheiros, reconstruir sua facção e confrontar Myurdin, o líder inimigo. É um ponto de partida familiar, mas com condições de sustentar uma jornada longa.

O problema é que a história ultrapassa sua própria coerência rapidamente. Em poucas horas, Kliff é ressuscitado por forças sobrenaturais, transportado para uma fortaleza flutuante por um mendigo e equipado com um wingsuit futurista — e absorve cada uma dessas revelações com indiferença quase cômica. Não questiona, não reage. Esse descolamento entre o que acontece narrativamente e como o protagonista processa os eventos enfraquece qualquer construção de tensão dramática. A história não é incompetente; é imprecisa. Parece não saber o que quer ser.

Crimson Desert: Nossa Análise! | Central Xbox

O continente de Pywel, no entanto, é construído com cuidado real. Cada região tem identidade cultural, arquitetura própria e lore estratificado que o jogador descobre de forma gradual — uma cidade mecanizada com seres de metal, ruínas flutuantes com tecnologia ancestral, territórios gelados com suas próprias disputas políticas. O continente merecia uma história à sua altura. Não foi o que recebeu, e essa lacuna ressoa com mais força justamente porque o cenário é tão bem realizado.

Técnica

Visualmente, Crimson Desert impressiona com regularidade. O BlackSpace Engine — motor proprietário da Pearl Abyss, evoluído a partir do que roda Black Desert Online — renderiza Pywel como um espaço contínuo onde a escala é palpável a partir de qualquer ponto elevado. A iluminação em espaços abertos, a densidade de vegetação das florestas e a arquitetura medievalesca das cidades são trabalhadas com um nível de detalhe que raramente decepciona quando o olhar se distancia.

O design de som segue a mesma lógica de escala: o impacto do combate tem peso físico, com choques de metal e efeitos de habilidades que complementam a legibilidade das trocas. A trilha sonora é funcional — épica nas batalhas de grande escala, mais contida durante a exploração — sem se destacar como composição autônoma, mas cumprindo seu papel de ancoragem emocional.

Crimson Desert: Nossa Análise! | Central Xbox

No detalhe, o jogo não é perfeito. Renderização de cabelo e barba do protagonista foi alvo de crítica no lançamento, e há pop-in de vegetação e rochas em certas configurações. A Pearl Abyss reagiu com atualizações rápidas, e a situação melhorou notavelmente — mas versões iniciais carregavam imperfeições que o distanciavam do padrão visual prometido pelos trailers.

Uma controvérsia à parte: após o lançamento, jogadores identificaram assets de pinturas e placas gerados por IA sem a devida declaração da desenvolvedora. A Pearl Abyss emitiu desculpas e classificou o ocorrido como elementos incluídos inadvertidamente de fases iniciais de produção. Não compromete a experiência diretamente, mas revela uma fissura de transparência que merece registro.

Performance

No Xbox Series X, Crimson Desert oferece três modos de exibição. O modo Performance roda a 1080p com alvo de 60 FPS e ray tracing em configuração baixa — na prática, o framerate flutua entre 45 e 60 FPS durante gameplay normal, com quedas mais pronunciadas em áreas urbanas densas e batalhas de grande escala. O modo Balanced opera a 1280p nativo com upscale para 4K e mantém os 40 FPS com mais consistência, sendo a opção mais equilibrada para quem busca fluidez sem abrir mão da resolução.

O modo Quality sobe para 1440p nativo upscalado para 4K com ray tracing em alta e framerate travado em 30 FPS — o modo mais estável, mas que exige uma concessão real em um jogo cujo combate pede resposta rápida. VRR melhora a experiência geral e reduz o tearing especialmente nos modos Performance e Balanced.

No Xbox Series S, a oferta é mais restrita: dois modos, sem ray tracing em nenhum deles. O modo Quality entrega 1080p a 30 FPS estáveis — a opção mais equilibrada para o console. O modo Performance tenta atingir 40 FPS, mas opera a 720p, resultando em uma imagem consideravelmente mais áspera e sem os efeitos de iluminação presentes no Series X.

Para jogadores no Series S, o modo Quality em 1080p/30 FPS é a escolha mais confortável, ainda que 30 FPS seja uma concessão real para o ritmo de combate do jogo. Os tempos de carregamento são curtos em ambas as plataformas, e o mundo de Pywel é transmitido de forma contínua sem interrupções visíveis durante a exploração. O jogo é compatível com o programa Xbox Play Anywhere, mas não está no Game Pass.

Progressão

Crimson Desert é um jogo longo — com dezenas de horas de conteúdo principal e uma camada secundária que pode facilmente dobrar esse número. O ritmo da campanha oscila: os primeiros capítulos têm andamento tutorial implícito, com missões que introduzem mecânicas de forma gradual, mas sem sempre conectar essas atividades ao fio narrativo central.

A sensação de que Kliff vai de duelo de braço de ferro a infiltração em fortaleza sem transição orgânica é recorrente nas horas iniciais — e reflete o mesmo problema de coesão que afeta a narrativa.

Crimson Desert: Nossa Análise! | Central Xbox

Com o tempo, o jogo encontra um ritmo mais consistente. As missões de facção têm contexto suficiente para justificar o envolvimento, e os encontros de chefe — um ponto especialmente forte do design — oferecem espetáculo e desafio em medidas que funcionam como marcos satisfatórios de progressão.

A progressão de habilidades, baseada em Fragmentos do Abismo e desbloqueios ligados à exploração e derrotas de inimigos, evita o nivelamento numérico genérico e incentiva a diversidade de rotas. É um sistema que ganha sentido à medida que a jornada avança — mas exige que o jogador atravesse a fase mais desorientada do jogo antes de revelar sua lógica interna.

Conclusão

Crimson Desert é um jogo para quem tem paciência com sistemas complexos e enxerga na exploração livre uma recompensa suficiente por si mesma. Quem encontrou satisfação em mundos como Breath of the Wild ou nos mapas densos de Dragon’s Dogma 2 vai reconhecer em Pywel um continente à altura — vasto, habitado e cheio de razões para desviar do caminho principal.

O combate, quando dominado, tem uma profundidade que poucos action RPGs da geração alcançam, e os encontros de chefe são alguns dos mais memoráveis do gênero nos últimos anos.

Quem busca uma história bem construída, sistemas introduzidos com clareza ou performance técnica impecável no console vai encontrar razões reais para frustração. O que Crimson Desert entrega com excelência é espaço — e a promessa de que explorar esse espaço vale o esforço. Se a Pearl Abyss aprender com os tropeços desta estreia, o que vier a seguir tem tudo para ser excepcional.

Asha Sharma removeu a campanha “Isto é um Xbox”, reforça relatório

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Um novo relatório do site The Information nos forneceu mais detalhes em torno do fim da polêmica campanha "Isto é um Xbox", iniciada em 2024.

Um novo relatório do site The Information nos forneceu mais detalhes em torno do fim da polêmica campanha “Isto é um Xbox”, iniciada em 2024.

De acordo com o relatório, foi a direção de Asha Sharma que levou ao fim da campanha “Isto é um Xbox”, que visava reforçar que a marca ia além de consoles já que estava disponível em consoles portáteis, nuvem, PC e outros dispositivos. Vale lembrar que a nova CEO da Microsoft Gaming já havia classificado a campanha como “destrutiva”. Confira o trecho do relatório:

Ela cancelou uma campanha de marketing controversa… Essa campanha — que foi controversa entre os fiéis e funcionários do Xbox porque parecia dizer que consoles não importavam mais — foi retirada da presença online do Xbox este mês sob a direção de Sharma, segundo alguém com conhecimento direto da medida.

Campanha pode ter iniciado como iniciativa da ex-presidente do Xbox

Logo após a saída da antiga direção da Microsoft Gaming, um relatório apontou que Sarah Bond, a ex-presidente do Xbox, idealizou a campanha “Isto é um Xbox”, que contou com o apoio do ex-CEO Phil Spencer. Infelizmente, a saída de Bond foi marcada de mistérios, principalmente por não ter sido citada em e-mails de Satya Nadella.

Embora a página da campanha “Isto é um Xbox” tenha sido removida do site oficial do Xbox, alguns resquícios dela ainda podem ser encontrados na internet, como o trailer no YouTube que não foi removido. E aí, você acha que a Sarah Bond foi realmente a responsável pela campanha? Conta para gente nos comentários!

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UM NOVO JOGO chegou no Game Pass! – 25 de março

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O MECHWARRIOR 5: CLANS será lançado em day-one no Game Pass na próxima semana!

Conforme revelado na semana passada, um novo jogo chegou no Game Pass hoje (25 de março), o serviço de jogos por assinatura do Xbox.

Vale lembrar que outros jogos estão programados para chegar no Xbox Game Pass em breve. Além disso, outros jogos deixarão o catálogo no final do mês, clique aqui para mais detalhes. Confira qual o novo jogo que chegou no Game Pass:
Nota: horário de disponibilidade pode variar.

  • Absolum (nuvem, Xbox Series X|S e PC)
    Xbox Game Pass Ultimate, Premium e PC Game Pass

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Playground revela requisitos mínimos e recomendados para o Forza Horizon 6 no PC

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A Playground Games revelou novos detalhes da versão de PC de Forza Horizon 6, destacando um grande salto técnico em relação ao jogo anterior.

Além de apresentar o Japão como cenário principal, o novo jogo promete aproveitar ao máximo o hardware moderno, com melhorias gráficas significativas, suporte amplo a tecnologias de upscaling e uma grande variedade de configurações para diferentes tipos de PC.

Requisitos de PC mínimos e recomendados vão de acessíveis a extremamente exigentes

A Turn 10 e a Playground divulgaram a tabela completa de requisitos, mostrando que o game escala bem entre diferentes configurações — mas também pode exigir bastante em setups mais avançados.

A Playground Games revelou os Playground revela requisitos mínimos e recomendados para o Forza Horizon 6 no PC.

Ou seja, enquanto configurações intermediárias ainda dão conta do recado, o modo com raytracing completo exige máquinas de alto nível.

Raytracing e tecnologias modernas são o foco

A versão de PC traz um conjunto robusto de tecnologias gráficas, incluindo:

  • NVidia DLSS 4, Frame Generation e DLAA;
  • AMD FSR 3/4;
  • Intel XeSS 2.1;
  • NVIDIA Reflex.

O destaque fica para o uso de raytracing em tempo real, com:

  • Reflexos realistas em carros e ambientes
  • Iluminação global (RTGI), que melhora sombras e luz indireta

Esses recursos prometem elevar o nível de realismo do mundo aberto, especialmente nas paisagens do Japão.

Mais liberdade para configurar e otimizar

Outro ponto importante é o foco em acessibilidade e controle para o jogador de PC. Agora será possível:

  • Alterar configurações gráficas sem reiniciar o jogo;
  • Visualizar mudanças em tempo real;
  • Monitorar uso de VRAM e RAM;
  • Rodar um modo benchmark para testar desempenho.

Além disso, o game terá suporte a ultrawide, altas taxas de quadros sem limite e compatibilidade com volantes — mantendo o padrão já visto em Forza Horizon 5.

A Playground Games revelou os Playground revela requisitos mínimos e recomendados para o Forza Horizon 6 no PC.

Experiência pensada para todo tipo de hardware

Apesar do foco em gráficos de ponta, a Playground reforça que Forza Horizon 6 foi desenvolvido para rodar bem em uma ampla variedade de dispositivos, incluindo PCs portáteis como Steam Deck e ROG Ally.

A ideia é clara: entregar a versão mais completa e flexível da franquia até hoje — tanto para quem joga em setups modestos quanto para quem quer extrair o máximo possível em 4K com ray tracing.

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Xbox divulga novidades da sua atualização de março

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A Microsoft revelou uma nova leva de novidades para o ecossistema Xbox em março, trazendo desde recursos inéditos para consoles até atualizações sobre o futuro da plataforma e expansão de serviços. As mudanças reforçam a estratégia da empresa em conectar console, PC, nuvem e dispositivos portáteis em um único ambiente integrado.

Novos recursos chegam primeiro aos Insiders

Os participantes do programa Xbox Insider já começaram a testar funcionalidades bastante pedidas pela comunidade.

Entre os destaques está a expansão da personalização da tela inicial, que agora permite adicionar até 10 grupos. Além disso, os jogadores podem criar cores personalizadas para o sistema, ajustando tonalidades de acordo com sua preferência.

Outra mudança importante envolve o Quick Resume, um dos recursos mais populares do Xbox. Agora, será possível desativá-lo individualmente para jogos específicos, garantindo inicializações mais estáveis em títulos que apresentam problemas com a função.

O Guia do console também recebeu melhorias, exibindo os cinco emblemas mais recentes de cada jogador diretamente no perfil.

Xbox reforça visão para a próxima geração

Durante a Game Developers Conference, a empresa compartilhou novos detalhes sobre o futuro da plataforma, com destaque para o Project Helix.

A proposta é clara: criar um ecossistema unificado, onde jogos possam rodar de forma nativa em consoles, PCs e nuvem. A iniciativa também se conecta ao crescimento do Xbox Play Anywhere, que já ultrapassa 1.500 títulos compatíveis.

Além disso, o chamado “modo Xbox” começará a chegar a dispositivos com Windows 11, ampliando ainda mais o alcance da plataforma.

Xbox Games Showcase 2025

Mais personalização com planos de fundo dinâmicos

Os consoles Xbox Series X|S receberam novos planos de fundo dinâmicos, incluindo temas de jogos como Sea of Thieves e Towerborne. A novidade reforça o foco da Microsoft em oferecer mais opções de personalização visual para os jogadores.

Cloud Gaming cresce e amplia biblioteca

O Xbox Cloud Gaming segue em expansão, agora com suporte para mais de 1.000 jogos na função “Transmita seu próprio jogo”.

Entre os títulos disponíveis estão nomes como Marathon e Resident Evil 7: biohazard, permitindo que jogadores acessem suas bibliotecas em diferentes dispositivos sem depender de downloads.

Mais formas de jogar: portátil, toque e periféricos

A empresa também continua investindo em acessibilidade e flexibilidade. O programa de compatibilidade portátil facilita a identificação de jogos otimizados para dispositivos móveis, enquanto o suporte a mouse, teclado e controles por toque segue crescendo.

Atualmente, mais de 190 jogos oferecem suporte a mouse e teclado na nuvem, enquanto mais de 260 títulos podem ser jogados via toque em dispositivos móveis.

Expansão do catálogo Play Anywhere

O programa Xbox Play Anywhere continua recebendo novos títulos, permitindo que jogadores comprem uma vez e joguem em múltiplas plataformas com progresso compartilhado. Entre os destaques recentes estão High On Life 2 e Reanimal, reforçando o crescimento contínuo do serviço.

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ÚLTIMAS

O Xbox está fazendo novas movimentações no seu programa de retrocompatibilidade, pelo menos é o que apontou o desenvolvedor do Better xCloud.

Eita! Xbox relistou vários jogos retrocompatíveis em sua loja

Parece que o Xbox está fazendo novas movimentações no seu programa de retrocompatibilidade, pelo menos é o que apontou o desenvolvedor do plugin Better xCloud. De acordo...