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Arquivos anuais: 2025

A única razão de Call of Duty existir é porque a EA foi babaca, diz chefe do Battlefield

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A última terça-feira (29) ficou cheia de publicações nas redes sociais sobre o Call of Duty estar de graça na loja do Xbox. Entretanto, não é bem assim.

Vince Zampella, atual chefe da franquia Battlefield, fez uma declaração polêmica sobre a origem de Call of Duty. Ele afirmou que a série da Activision só existe devido a ações da Electronic Arts (EA). Isso surgiu em uma entrevista recente, onde Zampella destacou o impacto de decisões passadas no mundo dos jogos.

Zampella, que já trabalhou em estúdios rivais, explicou que conflitos internos e decisões corporativas influenciaram o desenvolvimento de grandes franquias. Por exemplo, ele se refere a eventos históricos no setor, como disputas entre desenvolvedores e editores. Assim, a declaração dele liga diretamente a existência de Call of Duty a escolhas da EA nos anos 2000.

Vince Zampella, atual chefe da franquia Battlefield, fez uma declaração polêmica sobre a origem de Call of Duty.

A declaração de Zampella foi: “A única razão de Call of Duty existir é porque a EA foi escrota“. Essa frase, traduzida, sugere que atitudes da EA criaram oportunidades para a Activision. No contexto, Zampella alude a como a EA lidou com projetos como Medal of Honor, o que pode ter pavimentado o caminho para Call of Duty.

Para contextualizar, Zampella é conhecido por seu papel na Infinity Ward, estúdio original de Call of Duty, antes de se mudar para projetos como Battlefield. Ele fundou a Respawn Entertainment após saídas conturbadas, o que adiciona camadas à sua visão. No entanto, a indústria de jogos de tiro em primeira pessoa cresceu com rivais como esses, impulsionando inovações.

Essa revelação vem em um momento de debates sobre a competição entre franquias. Battlefield e Call of Duty continuam a dominar o mercado, com lançamentos anuais que atraem milhões de jogadores. Zampella, agora no comando da EA para Battlefield, usa essa história para ilustrar como decisões corporativas moldam o setor.

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Beta do Black Ops 7 teve “99% das suas partidas” livres de cheats

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O Xbox compartilhou mais informações sobre a chegada do Call of Duty: Black Ops 7 no novíssimo Nintendo Switch 2.

A equipe do Ricochet divulgou novos dados sobre o sistema anti-cheat durante o beta de Call of Duty: Black Ops 7. De acordo com o relatório, o beta alcançou uma taxa impressionante de 99% de partidas livres de cheats ao final da semana de testes.

Os dados mostram que a tecnologia anti-cheat da Activision funcionou de forma eficaz, banindo contas suspeitas e mantendo a integridade das partidas. Isso inclui o uso de ferramentas avançadas para detectar e neutralizar ameaças em tempo real.

A equipe do Ricochet divulgou novos dados sobre o sistema anti-cheat durante o beta de Call of Duty: Black Ops 7.

Planos para lançamento

Além dos resultados do beta, a Activision anunciou a implementação de novas ferramentas de detecção de cheats impulsionadas por IA. Essas inovações visam melhorar ainda mais a segurança do jogo no lançamento oficial.

A equipe do Ricochet enfatizou que essas atualizações serão essenciais para combater ameaças emergentes. Com o beta servindo como teste, os desenvolvedores coletaram valiosos insights para refinar o sistema.

Os jogadores podem esperar uma experiência mais justa, com menos interrupções causadas por cheats. Essa abordagem reforça o compromisso da Activision em promover jogabilidade equilibrada. No geral, os dados do beta indicam um progresso significativo no combate a cheats. A Activision planeja continuar monitorando e atualizando o sistema anti-cheat após o lançamento de Black Ops 7.

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Hollow Knight: Silksong recebe nova atualização

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Segundo o conhecido insider eXtas1s, o aguardadíssimo Hollow Knight: Silksong pode chegar no catálogo do Xbox Game Pass muito em breve.

A equipe de desenvolvimento de Hollow Knight: Silksong lançou recentemente uma nova atualização, a 1.0.28891, que enfatiza correções de bugs e melhorias de estabilidade, com poucas alterações no equilíbrio do jogo.

Essa atualização chega como parte do suporte pós-lançamento contínuo para o título, ajudando a refinar a experiência dos jogadores. De acordo com as notas de patch oficiais, o foco principal foi em resolver problemas comuns, como travamentos e erros visuais, para garantir uma jogabilidade mais suave.

A equipe de desenvolvimento de Hollow Knight: Silksong lançou recentemente uma nova atualização nos consoles e PC.

Principais Correções no Patch 1.0.28891

A atualização do Hollow Knight: Silksong aborda vários bugs, incluindo falhas em mecânicas de plataforma e interações com inimigos, o que melhora o fluxo geral do jogo. Além disso, há ajustes em desempenho para dispositivos com Xbox, garantindo que o jogo rode de forma mais eficiente.

Em relação a mudanças de equilíbrio, as notas de patch indicam poucas alterações, mantendo o design original intacto para evitar grandes impactos na curva de dificuldade. Jogadores podem conferir as notas completas no site oficial para detalhes específicos.

Essa abordagem reforça o compromisso da Team Cherry com a comunidade, especialmente após o lançamento de Hollow Knight: Silksong para Xbox e outras plataformas. Com essa atualização, o jogo continua a evoluir, oferecendo uma experiência mais polida sem alterar o cerne da jogabilidade.

Para quem joga no ecossistema Xbox, essa patch é uma boa notícia, pois corrige problemas relatados e melhora a compatibilidade. Os desenvolvedores prometem mais atualizações no futuro, baseadas no feedback dos jogadores.

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xAI, de Elon Musk, planeja jogos e filmes com IA até 2026

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xAI, a empresa de inteligência artificial fundada por Elon Musk, anunciou planos para desenvolver tecnologia de “modelo mundial” que pode gerar jogos e filmes criados por IA até o final de 2026. Essa iniciativa envolve o uso de avançados algoritmos de IA para criar conteúdo interativo e audiovisual. De acordo com fontes oficiais, o projeto visa explorar novas formas de produção criativa.

O que é a tecnologia de “modelo mundial” da xAI?

A tecnologia de “modelo mundial” da xAI se baseia em sistemas de IA que simulam ambientes complexos e geram narrativas dinâmicas. Essa abordagem permite a criação de jogos com mundos expansivos e filmes com cenas personalizadas. A xAI está testando ferramentas semelhantes às usadas em seu modelo Grok, lançado em 2023.

Elon Musk mencionou em entrevistas que essa tecnologia pode otimizar o desenvolvimento de jogos, reduzindo custos e tempo. No entanto, especialistas no setor de games destacam que isso exige integração com equipes humanas para garantir qualidade.

xAI anunciou planos para desenvolver tecnologia de "modelo mundial" que pode gerar jogos e filmes criados por IA até o final de 2026.

Impactos no setor de games e filmes

A entrada da xAI no mercado de games pode transformar como os estúdios produzem conteúdo, com IA assumindo tarefas como design de níveis e roteiros. Fontes da indústria, como relatórios da NVIDIA, mostram que ferramentas de IA já estão em uso em grandes produtoras de jogos. Isso inclui empresas como a Microsoft, que integra IA no Xbox para melhorar experiências de jogadores.

Para o Xbox, isso significa oportunidades de inovação, pois a plataforma pode adotar tecnologias semelhantes. No entanto, discussões em fóruns de tecnologia apontam para questões éticas, como o impacto no emprego de desenvolvedores humanos. A xAI enfatiza que sua meta é complementar, não substituir, o trabalho criativo.

Até o momento, a xAI não revelou detalhes específicos sobre parcerias com estúdios de games, mas planos indicam testes iniciais em 2025. Essa evolução segue o crescimento do mercado de IA, que deve atingir US$ 407 bilhões até 2027, de acordo com a Statista.

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12 demos gratuitas de jogos indies estarão disponíveis no Steam Next Fest

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O Steam acaba de ganhar uma atualização que promete melhorar bastante a experiência de quem depende de recursos de acessibilidade para jogar no PC.

Steam Next Fest retorna com uma seleção de demos gratuitas, destacando 12 jogos indie que jogadores podem experimentar agora. O evento, conhecido por promover títulos independentes, permite que os usuários explorem novos games antes do lançamento oficial. Essa iniciativa faz parte da festa virtual do Steam, que incentiva o feedback dos jogadores.

Entre as demos disponíveis, estão jogos de diversos gêneros, como aventuras e puzzles, vindos de desenvolvedores indie. Os 12 demos incluem títulos como “COCOON”, um puzzle em mundos interconectados, e “Venba”, uma narrativa culinária indiana, conforme destacado no evento.

Steam Next Fest retorna com uma seleção de demos gratuitas, destacando 12 jogos indie que jogadores podem experimentar agora.

Como acessar as demos

Para baixar as demos, basta acessar a página do Steam Next Fest no site da Valve. O evento ocorre até o final da semana e oferece downloads gratuitos sem compromisso. Jogadores podem fornecer feedback diretamente aos desenvolvedores, ajudando a refinar os jogos finais.

Essa oportunidade é ideal para quem busca variedade em games. Steam Next Fest já impactou milhares de títulos indie, com eventos passados resultando em lançamentos bem-sucedidos. Além disso, os participantes podem adicionar os jogos à lista de desejos para notificações futuras.

Com o crescimento do mercado indie, eventos como esse aumentam a visibilidade de novos criadores. Os 12 demos selecionados representam a criatividade global, incluindo estúdios de diferentes países. Essa edição reforça o papel do Steam em conectar jogadores e desenvolvedores.

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Oblivion Remasterizado: Edição física já está disponível!

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Através do seu perfil oficial no X, a Bethesda, do Xbox Game Studios, revelou o número de jogadores do The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered.

A edição física remasterizada de The Elder Scrolls IV: Oblivion está agora disponível para jogadores de Xbox, oferecendo uma experiência clássica atualizada em formato físico.

De acordo com o anúncio da Bethesda, essa versão inclui melhorias visuais e de desempenho para consoles modernos, como o Xbox Series X|S.

Detalhes da Edição

A edição física remasterizada traz o icônico jogo de RPG com gráficos aprimorados e conteúdo adicional, como DLCs clássicos, para uma imersão renovada no vasto mundo de Tamriel. Essa reedição física está à venda em lojas selecionadas e online, com preços variando de acordo com a região, mas os valores em dólares nos EUA partem de US$ 29,99.

A edição física remasterizada de The Elder Scrolls IV: Oblivion está agora disponível para jogadores de Xbox.

O Que Esperar

O jogo mantém sua jogabilidade original, com exploração livre, missões épicas e personalização de personagens, agora com suporte a resoluções mais altas. Para mais informações, visite o site oficial da Bethesda através deste link.

Disponibilidade global inclui regiões como a América Latina, com distribuição variando por país, o que facilita o acesso para a comunidade Xbox.

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Xbox lança três novos planos de fundo dinâmicos

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Xbox Games Showcase 2025
Xbox Games Showcase 2025

O Xbox lançou três novos planos de fundo dinâmicos temáticos de jogos em seus consoles de nova geração, os Xbox Series X|S.

Os três novos planos de fundo dinâmicos do Xbox Series X|S são baseados no Call of Duty: Black Ops 7, Battlefield 6 e Keeper. O jogo da Activision será lançado no catálogo do Game Pass no dia 14 de novembro, enquanto o segundo jogo da Double Fine sob o guarda-chuva do Xbox chegará no serviço nesta sexta-feira (17). Confira:

O Xbox lançou três novos planos de fundo dinâmicos temáticos de jogos em seus consoles de nova geração, os Xbox Series X|S.
Via: Pure Xbox
O Xbox lançou três novos planos de fundo dinâmicos temáticos de jogos em seus consoles de nova geração, os Xbox Series X|S.
Via: Pure Xbox
Via: Pure Xbox

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Silent Hill f é ousado e ambicioso, mesmo com ritmo desarticulado

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Tem havido muita especulação aqui em casa sobre o que exatamente o “f” em SILENT HILL f significa. Seria “fear”? “fatal”? Ou talvez algo mais… intraduzivelmente assustador?
Bem, depois de terminar o jogo, confesso: ainda não cheguei a uma resposta definitiva — mas qualquer uma dessas opções chega perigosamente perto da verdade.

Produzido pela Konami em parceria com a NeoBards Entertainment, este é o mais novo capítulo de uma longa e enigmática franquia. E preciso dizer: as coisas mudaram — e muito — desde a primeira vez que caminhei pelas ruas enevoadas do Silent Hill original.
Esta nova encarnação parece mirar alto, com ambições imensas e uma abordagem diferente para o terror psicológico que marcou a série.

A grande questão é: será que SILENT HILL f consegue sustentar esse peso e honrar o legado, ou acabará lembrando os tropeços de Silent Hill 4: The Room?

Bom… só há uma maneira de descobrir. Melhor entrar na neblina — e ver o que ela esconde.

Em SILENT HILL f, assumimos o papel de Hinako, uma jovem adulta vivendo no Japão dos anos 1960. Ela enfrenta um cotidiano sufocante: um pai alcoólatra e abusivo, uma mãe emocionalmente ausente e um círculo de amigos outrora inseparável, agora fragmentado à medida que emoções e desejos juvenis começam a transbordar.

Os temas que o jogo aborda são densos e, por vezes, dolorosos. Questões como gênero, puberdade, casamento, maternidade, família, amizade e amadurecimento permeiam toda a narrativa — exploradas com a ousadia e a sensibilidade característica do roteirista cult Ryukishi07.

É difícil não admirar a coragem com que o jogo encara essas ideias — sem suavizá-las, sem concessões, e com uma sinceridade rara no gênero.

Ajuda o fato de que as atuações excepcionais, a apresentação cinematográfica estelar e a música melancólica elevam muitos dos principais pontos da história do jogo e lhes dão o peso que merecem. Silent Hill pode às vezes parecer um pouco simples, mas certamente sabe como enquadrar algumas imagens grotescas e deslumbrantes ou dar à performance o tempo e a atenção necessários para brilhar, especialmente na dublagem japonesa original do jogo.

É uma pena que o mesmo não possa ser dito de todos os cenários do jogo. Eles oscilam entre os becos enevoados e corredores repulsivos — cobertos por aquela carne pulsante e fétida tão característica da série — e ambientes excessivamente claros, comuns e assépticos, que diluem parte da tensão.

Há momentos em que a atmosfera realmente acerta o alvo (aqueles espantalhos são puro combustível para pesadelos), mas, no geral, a sensação é de estar passeando como um turista por locais vazios e pitorescos, sob um clima apenas desconfortável, não aterrorizante. Uma pena para uma franquia que, em seu auge, dominava a arte de transformar cada passo em um ato de puro pavor.

Como de costume, Silent Hill f intercala a exploração com uma série de quebra-cabeças, indo desde desafios simples até enigmas deliberadamente enigmáticos — e, às vezes, tão ilógicos que desafiam até o sentido de progressão.

O ritmo também sofre com as idas e vindas entre o mundo real e um domínio místico paralelo. Embora a conexão entre ambos seja fundamental à narrativa, as transições são frequentemente forçadas ou mal explicadas, resultando em uma estrutura narrativa irregular e fragmentada, que quebra a imersão em vez de intensificá-la.

Uma das maiores surpresas desta nova versão de SILENT HILL é, sem dúvida, o sistema de combate. Nos títulos clássicos, lutar era algo a ser evitado sempre que possível — o terror vinha justamente da vulnerabilidade. Desta vez, porém, o jogo assume uma postura completamente diferente.
Sim, é como Dark Souls — e não, essa não é uma comparação preguiçosa. O combate gira em torno de esquivas, contra-ataques, uso preciso de armas e gerenciamento de stamina, o que lhe confere um ritmo tenso e metódico, mas recompensador.

As armas são variadas e todas possuem medidores de durabilidade. Com o uso constante, elas se desgastam e eventualmente se quebram, deixando você potencialmente indefeso. Cada tipo de arma tem uma resistência diferente, e, com um pouco de sorte, é possível repará-las com kits de ferramentas encontrados pelo cenário. É uma boa ideia reservar as armas mais pesadas para inimigos maiores, mas muitas vezes você acabará improvisando — atacando com o que tiver à mão e rezando para aguentar até o fim.
Naturalmente, as batalhas contra chefes também rendem conquistas específicas, dependendo de como você os derrota.

Seguindo essa nova direção, a câmera se torna um elemento essencial — e, felizmente, ela cumpre bem o seu papel. A exceção fica para os combates em corredores estreitos, onde o sistema de travamento de alvo revela seu ponto fraco. Nessas situações, é fácil acabar encurralado, especialmente contra criaturas maiores, e a câmera simplesmente não consegue acompanhar o caos. Aprender a atrair inimigos para áreas mais amplas antes de atacar se torna quase uma tática de sobrevivência.

Mesmo com esse foco maior na ação, o combate continua sendo apenas um complemento aos icônicos quebra-cabeças da série — e SILENT HILL f mantém essa tradição. Um detalhe interessante é que o jogo permite ajustar separadamente a dificuldade do combate e dos enigmas, o que é excelente para equilibrar a experiência conforme o estilo de cada jogador: você pode enfrentar quebra-cabeças infernais e ainda manter lutas mais acessíveis, ou o contrário.

SILENT HILL f é absolutamente brilhante — pelo menos em 90% do tempo. A tensão constante e a atmosfera sufocante, reforçadas por visuais impressionantes e um design de som impecável, criam uma experiência verdadeiramente imersiva. Jogue no escuro, com fones de ouvido, e você entenderá exatamente o que quero dizer.

Os únicos pontos que realmente incomodam são o ritmo desarticulado, combate instável e a câmera — um obstáculo menor, mas perceptível, especialmente nas primeiras horas. Com o tempo, você aprende a contornar suas limitações, embora ela ainda possa atrapalhar em alguns momentos críticos.

No geral, SILENT HILL f é uma obra intensa, assustadora e profundamente envolvente. Um retorno digno para a série, e uma experiência imperdível para quem aprecia terror psicológico de alto nível.

Só não diga que eu não avisei: o conteúdo gráfico é pesado — e isso faz parte do que o torna tão perturbador.

POSITIVO:

  • Atmosfera excelente
  • Narrativa intrigante e bem construída
  • Sonoplastia excepcional
  • Perturbador na medida certa

NEGATIVO:

  • Câmera um tanto confusa
  • Ritmo um tanto desarticulado
  • Combate instável

Desinformação sobre Xbox: lojas mantêm produtos em estoque

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As vendas de consoles caíram na Europa!

Recentemente, rumores online sugeriram que lojas como Target e Walmart estariam removendo produtos Xbox de suas prateleiras. Entretanto, a Microsoft esclareceu que continua comprometida com o mercado de hardware, combatendo uma onda crescente de desinformação.

Os fatos sobre os rumores, segundo declarações oficiais, mostram que a Target e Walmart não estão retirando itens Xbox. Essa confusão surgiu de interpretações erradas de notícias sobre parcerias de jogos.

Microsoft tem respondido a diversas especulações nos últimos meses. A empresa enfatiza seu investimento contínuo em consoles e acessórios Xbox, conforme fontes confiáveis como o site oficial da Microsoft. Confira a (breve) declaração:

A Target e o Walmart, entre outros varejistas, continuam sendo parceiros comprometidos com os consoles, acessórios e jogos do Xbox.

Rumores que começaram a circular neste final de semana apontaram que o Walmart e Target estariam removendo estoques de produtos Xbox.

Contexto da desinformação

Rumores sobre o fim do hardware Xbox ganharam força após anúncios de jogos multiplataforma, mas não indicam saída do mercado. De acordo com relatórios recentes, vendas de Xbox Series X e S permanecem ativas nas lojas citadas.

Para esclarecer, um porta-voz da Microsoft afirmou que a companhia está expandindo sua presença, não se retirando. Isso ajuda a combater a disseminação de informações incorretas nas redes sociais.

Além disso, é importante destacar que a divisão de jogos da Microsoft já confirmou que está trabalhando em seu console de nova geração, clique aqui para mais detalhes.

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Everwild, jogo do Xbox cancelado na metade do ano, teve imagens vazadas

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O Everwild não foi cancelado!

Revelado como o primeiro jogo do Xbox para a nova geração de consoles durante a X019, o Everwild, que estava sendo desenvolvido pela Rare, foi cancelado neste ano como parte de uma reestruturação. Entretanto, algumas imagens vazadas começaram a circular na internet.

Em um relatório do site MP1st, finalmente pudemos descobrir como o Everwild se pareceria caso ele fosse lançado pela Rare. Nas imagens vazadas, podemos ver o estilo de arte mais cartoon, lembrando muito os últimos jogos da franquia Zelda para os consoles principais da Nintendo.

Além disso, as imagens também mostraram um pouco do inventário e do sistema de desenvolvimento do Everwild. Elas foram obtidas em um site de um ex-desenvolvedor da Rare que trabalhou no projeto. Confira:

Algumas imagens do Everwild, jogo da Rare cancelado pelo Xbox na metade do ano, foram vazadas por um ex-desenvolvedor.

Algumas imagens do Everwild, jogo da Rare cancelado pelo Xbox na metade do ano, foram vazadas por um ex-desenvolvedor.

Ainda sem novidades da Rare

Logo após o cancelamento do Everwild, a Rare confirmou que focaria em atualizações do Sea of Thieves enquanto focava em “alterações no seu processo de desenvolvimento”. Infelizmente, não se sabe qual será o próximo grande projeto da desenvolvedora, que é conhecida por trabalhar em grandes franquias clássicas.

Além do cancelamento do Everwild, outros jogos do Xbox também tiveram seus trabalhos encerrados em 2025, como um novo MMO RPG da ZeniMax Online e o Perfect Dark, que tentou retornar das cinzas pela Crystal Dynamics.

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