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Arquivos anuais: 2018

Vampyr – Análise / Review

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Ousadia, elegância e simplicidade associados a uma deliciosa e brutal jogabilidade

Criado e Desenvolvido pela Dontnod Entertainment (e publicado pela Focus Interactive), Vampyr é um game de Ação e RPG. Originalmente o jogo seria lançado em 2017, porém devido a algumas melhorias teve sua estréia nos consoles apenas em 2018. Vampyr – Análise / Review

Analisar este game foi uma profunda e prazerosa experiência regada a uma oportunidade única de retomar a um dos assuntos que eu mais fui apaixonado na minha infância: Os Vampiros. Confira como eu derramei lágrimas (másculas) de sangue.

Não posso começar esse texto sem contar porque sou fascinado pelos Vampiros e como apareceram em minha vida. Não caros Nosferatus, não foi por causa de filmes como “Entrevista com o Vampiro“, ou “Blade“, nem relacionado a alguma modinha.

Em meados dos anos 90, enquanto estava no colegial, alguns amigos me apresentaram o RPG de mesa “Vampire: The Mascarade” e dai pra frente foi uma paixão instantânea não só pela história mas também pelo submundo das tretas ambientado nas histórias.Na Máscara, interpretávamos a história, atuávamos como atores, encarnando o papel do seu Vampiro favorito, sendo ele um Maluco (Malkavian), um Bruxo (Brujah), um Feiticeiro (Tremere) além de outras dezenas de clãs. Aliado a isso, cada um possuía suas habilidades e dificuldades (como cada ser humano). A graça desse RPG de mesa, era passar por uma história recheada de desafios, evoluindo seu personagem e se tornando cada vez mais e mais PIKA. Mas vamos deixar a Mascara de lado (afinal essa é uma crítica sobre o Vampyr –  The Game), mas esse foi este jogo que me fez criar uma empatia enorme com o gênero para videogames.

Faz um bom tempo que estou aguardando um jogo de Vampiros, que me faça dizer “UAU”. Mesmo depois das adaptações de Blade (no Playstation e Xbox) e os próprios Vampire: The Masquerade Redemption & Bloodlines (lançados a no mínimo 10 anos atrás), sempre ficou um gostinho de “falta algo”. Mas a Dontnod chegou com tudo, botou mais de 60 pessoas para trabalhar, e cá estamos: VAMPYR – QUE FODA!

Vampyr - Análise / ReviewEm Vampyr, o enredo segue centrado no médico vampiro Jonathan Reid, que se encontra com o fato de estar dividido entre o seu Juramento de Hipócrates e a sua sede de sangue. Toda história acontece em Londres, durante a pandemia da gripe Espanhola no ano de 1918.

Uma das primeiras características positivas do game é que a ambientação foi criada de acordo com uma pesquisa feita pela equipe de desenvolvimento, que viajou até a cidade para criar os visuais idênticos além de outros feitos sob imaginação dos designers.

Se você chegou até este ponto da análise deve estar se perguntando o porque de eu ter iniciado meu ‘monólogo’ falando sobre Vampire: The Mascarade. Mas o que raios isso te ma ver com Vampyr?

Quando comecei a falar sobre, deixei claro que Vampiro sempre foi um tema muito peculiar em minha vida. Não sou o mais entendido do assunto (claro!) mas o contato através do RPG de mesa me fez desejar ver tudo isso num formato de videogame. Algo que eu pudesse controlar cada aspecto do que aprendi no tabuleiro, mas segurando um controle.

E é ai que Vampyr se encaixa, o jogo trouxe todos os aspectos individuais, num único ambiente e personagem. Podemos escolher se o Vampiro seguirá caminho A ou B, qual classe de atributos evoluir primeiro, e claro, usufruir das habilidades especiais que ali se encontram. É o jogo que na minha (humilde) opinião chegou mais próximo a fidelidade vampírica que eu estava aguardando.

Vampyr - Análise / ReviewSe é pra falar da fidelidade, vamos falar um pouco sobre a campanha em si. É você contra todos, não tem cooperativo tão pouco multiplayer. A história é rica em detalhes, cheia de cinemática, e para quem gosta de ver vídeos durante o quebra pau, esse é uma das melhores produções que já existiram. As vezes um pouco cansativo, mas passa…

Para você atingir o sucesso no jogo, tem alguns caminhos a focar: Reunir informações sobre seus alvos, estudar e mudar seus hábitos, coletar pistas e manter certos relacionamentos ao comunicar-se com os habitantes de Londres, o que serve como um mundo ficcional semi-aberto construído em torno de centros de bairros que se ligam a outras áreas. Igual no conto de vampiros, Reid só pode entrar em uma casa com um convite. E não se esqueça qualquer pessoa no jogo é um alvo, que traz consequências que afetam a história.

Por exemplo: Quando você se alimenta de sangue humano você desbloqueia novos poderes além de se alimentar. O jogo é tão rico em detalhes que cada morador tem um tipo diferente de história, relacionamentos e rotinas. Quando morrem eles transmitem para Reid seu último pensamento.

Vampyr - Análise / ReviewUma das habilidades mais legais de Reid é a “Hipnose” que te da uma bela vantagem para controlar os alvos fracos, coagir-los para receber informações importantes e até os levar pra ara áreas menos visíveis para que Reid se alimente sem ter que recorrer ao combate.

Se você se pergunta sobre o sistema de combate, Reid pode também utiliza armas de corpo a corpo, pode ser tanto uma serra como estacas, além de armas de longo alcance. Uma dica as melhorias de armas existentes podem ser adquiridas através de fabricação ou saqueando locais ou os corpos das vítimas.

Vampyr - Análise / Review

As lutas são recheadas de ação. Você enfrenta outros Vampiros conhecidos como “caveiras”, além de ter que aguentar ‘matadores de vampiros’ que podem facilmente detectar seu personagem. Tome cuidado ao utilizar seus poderes durante combate, sua vida e energia será sugada por completo te forçando a se alimentar.

Ahh e como não falar da sua habilidade principal “Primavera” que te da total suporte para alcançar locais que de outra forma estariam fora do alcance e avançar mais rapidamente no jogo. Quando melhorada pode causar danos no impacto e invencibilidade temporária.

Assista uma de nossas Lives:

Assista ao Vivo o Game Vampyr!

Continuando a sequência de Vampyr, o novo da Dontnod Studios. Assista no mixer.com/th3deejay

Posted by Universo Xperience on Wednesday, June 13, 2018

Felizmente não vamos (e não queremos) dar nenhum SPOILER do jogo, nenhum detalhe da rica história ou qualquer parte de sua evolução, para isso você terá que adquirir o jogo que está disponível na Microsoft Store por R$ 183,00, Playstation®Store por R$219,00 e Steam por US$ 49.99.

  • O jogo foi analisado em um Xbox One X, com uma cópia gentilmente cedida pela Focus Home Interactive.

Vampyr – Análise / Review

State of Decay 2 ganha atualização 2.0 e Independence Pack

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Jogo foi lançado em Maio de 2018.

Foi revelado pela Microsoft que State of Decay 2 alcançou a marca de 3 milhões de jogadores, e para celebrar a produtora Undead Labs lançou o primeiro DLC pago e também a a atualização 2.0 que será gratuita.

A DLC paga leva o nome de Independence Pack e custa R$19 comprado separadamente ou já incluída para quem pegou a Ultimate Edition do game, essa DLC vem com três novos veículos (Pyrohawk, Burninator e Meatwagon), três novas armas corpo-a-corpo, duas armas de longo alcance e vários fogos-de-artifício.

Já para a atualização 2.0 que é gratuita está chegando 20 novas missões, novos zumbis “Revolutionary War”, novas armas “Red Talon e Network”, e um novo comerciante “Rare Books”.

Games With Gold: Revelados os Games de Julho

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A Microsoft anunciou os quatro jogos da Xbox Live Games With Gold Julho 2018.

Como já é comum, os jogos são liberados gratuitamente todos os meses para todos os assinantes do Xbox Live Gold. Depois de anunciar que todos os jogos de 360 lançados no programa Games With Gold serão retrocompatíveis no Xbox One, todos nós ganhamos mais games, então aproveitem. games with gold julho 2018

Xbox One

No Xbox One, os membros Live terão de graça  Assault Android Cactus durante o mês de Julho, enquanto Death Squared estará de graça de 16 de Julho a 15 de Agosto de 2018.

  

Xbox 360

Já no 360, começando 1 de Julho estará Virtua Fighter 5 Final Showdown de graça até o dia 15. A partir do dia 16 o download será do  Splinter Cell Conviction até dia 31.

  

games with gold Julho 2018

Cat Quest II: The Lupus Empire é oficialmente anunciado

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Lançamento previsto para o início de 2019.

Foi revelado pela produtora indie The Gentlebros que a sequência de Cat Quest, que leva o nome de Cat Quest II: The Lupus Empire vai ser lançado no início de 2019 para Xbox One. Segundo os produtores o game é um RPG de ação num mundo aberto onde você pode jogar como um gato e um cachorro, sozinho ou com um amigo.

Mais informações: https://thegentlebros.com/catquest2/

Xbox Game Pass tem seu update de jogos de Julho revelado

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Mais 9 jogos chegando para o Game Pass.

Foi divulgado pelo Xbox quais serão as novidades que vão chegar ao Xbox Game Pass no dia 1 de Julho, confira os jogos:

 

  • Fallout 3
  • The Elder Scrolls IV: Oblivion
  • Shadow Complex
  • Zombie Army Trilogy
  • DiRT 4
  • Human Fall Flat
  • Abzu
  • Warhammer: Vermintide II (a partir do dia 11 de Julho)
  • Bomber Crew (a partir do dia 10 de Julho)

Um décimo jogo chegará no Xbox Game Pass mas ele só vai ser revelado no Inside Xbox de 10 de Julho.

Trata-se de uma assinatura tipo “Netflix” onde você tem uma biblioteca rotativa de jogos e enquanto durar sua assinatura você tem direito de jogar os jogos disponíveis no serviço, novos games são adicionados mensalmente. O serviço tem  14 dias sem qualquer custo para novos assinantes. Depois caso queiram continuar a usufruir do serviço a mensalidade custa 29,00 reais.

Confira as ofertas Deals With Gold: 26 de Junho até 03 de Julho

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Deals with Gold

Descontos válidos do dia 26 de Junho até 03 de Julho para as Deals With Gold, ofertas de até 75% de desconto.

    

Xbox One Deals

*These offers are only valid for Xbox Live Gold members.
Please note: prices and availability are subject to change and may vary by region.

Xbox 360 Deals

-Xbox 360 deals serão adicionadas quando forem disponibilizadas.

Forza Horizon 4 tem arquivos disponibilizados por engano

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Jogo será lançado no dia 2 de Outubro

Um erro técnico acabou disponibilizando uma versão de Forza Horizon 4 por acidente na Microsoft Store no PC, esse erro acabou deixando algumas pessoas fazerem o download do game, pelo que foi apurado esse erro afetou quem fez a pré-venda da Ultimate Edition com um download de aproximadamente 90GB.

O pessoal da produtora já logo falou que isso foi um erro e os arquivos não podem ser iniciados e estão encriptados e que isso não vai atrapalhar, as pessoas afetadas podem só apagar as pastas sem medo porque quando o jogo for lançado o download vai iniciar automaticamente.

Moonlighter – Análise / Review

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Todo RPG que se preze tem uma vila com um vendedor de armas e poções, certo?

Já se perguntou como esses mercadores conseguiram esses itens? Essa é a premissa de Moonlighter: Assuma o papel de Will, de dia tome conta da humilde loja Moonlighter, de noite aventure-se dentro de masmorras atrás de muito loot para suprir o estoque de sua loja. Moonlighter – Análise / Review

Um pouco de história

Algum tempo atrás, durante uma escavação arqueológica perto da cidade de Rynoka, foram encontrados portões que levavam a outras dimensões. Dentro deles, os aventureiros exploravam masmorras procedurais onde encontravam inimigos repletos de itens valiosos. A briga não era fácil, e a ganância fez muitos heróis quisessem mais e perderem suas vidas nelas. A cidade então decidiu trancar as masmorras… E a próspera Rynoka acabou sendo esquecida.

Moonlighter - Análise / Review

O tempo passou e Will herdou a loja de seu pai. A cidade passa por dificuldades e não sobrou nenhum mercador além de Will por lá. Eis que surge uma vontade grande de transformar a pequena Rynoka em uma grande vila mercante novamente, mas para isso é preciso reabrir as masmorras, ou pelo menos a primeira delas, mais fácil e que apresenta menos risco de vida aos heróis que a encarerem.

O core de Moonlighter

Basicamente Moonlighter é um Rogue-Lite e fica entre explorar as masmorras até a hora que a vida do Will estiver acabando e não possuir mais poções, ou seu inventário estiver cheio, voltar para a loja, colocar os itens a venda, vendê-los, comprar upgrades e voltar a masmorra para repetir o processo. Soa repetitivo e é um pouco sim, na verdade o começo do jogo é bem difícil e as indas e vindas das masmorras serão constantes, isso pelo menos na primeira masmorra.

Depois que Will estiver bem forte, basta descer até o terceiro nível da primeira masmorra, vencer o chefe e liberar a entrada para a próxima masmorra. A próxima masmorra será mais difícil e exigirá o mesmo processo mencionado acima novamente, mas será mais rápido e o jogo fluirá melhor também.

Moonlighter - Análise / Review

Os upgrades são de armas e armaduras, e ficam travados pela masmorra em que o jogador estiver, ou seja, é impossível evoluir o personagem todo antes de enfrentar o primeiro chefe. Além disso, é importante evoluir a loja e a casa do Will como por exemplo comprar uma cama melhor, que dá bônus de vida para encarar melhor as masmorras, ou então ampliar a loja para poder colocar mais itens a venda e atrair consumidores mais elitizados. Além da própria Moonlighter, Will precisará investir para trazer outros mercadores para fazer parte da cidade, como uma negociante de poções e um banqueiro.

Jogabilidade

Com um estilão de jogo vindo diretamente dos clássicos títulos da série The Legend of Zelda de 8 e 16 bits, os comandos são ótimos e funcionam bem no geral, mas há algumas falhas no alcance das armas. As vezes o inimigo não toma um hit, e as vezes toma, o que dá uma sensação de problema técnico. Além disso é bem comum o personagem travar em algum canto, como em um vaso ou placa, e o jogador é obrigado a resetar o game.

Moonlighter - Análise / Review

O jogo possui alguns tipos de armas como espada com escudo, espada grande e arco e flecha, o que traz um pouco de variedade nos estilos de ataque, mas que no geral não mudam tanto, só o arco realmente apresenta diferença real perto do resto. Will não possui pulo, mas o personagem rola, o que pode ser usado para esquivar de inimigos e também atravessar buracos.

Gráficos & Som

Para fãs de pixel art, esse jogo é perfeito. Extremamente detalhado, muito bem feito, lindo de morrer. Cada masmorra tem seus aspectos únicos e os chefões são gigantes e incríveis! Os personagens bem variados, assim como os inimigos comuns. Em algumas fases, o excesso de quadro de movimentação de certos inimigos faz o jogo apresentar queda de quadros. Testamos o jogo no Xbox One, mas esses problemas persistem também no PS4 e PC.

As músicas são muito boas, mas acabam se repetindo um pouco demais, o que tira um pouco o brilho do jogo. Mas relaxa, não é um fator para se desistir de Moonlighter. Os efeitos sonoros são simples, nada que irá surpreender ou atrapalhar.

Moonlighter - Análise / Review

Conclusão

O excesso de indas e vindas nas masmorras cansam e o jogo é pouco recompensador em todo esse percurso. A beleza do jogo motiva a seguir adiante, mas tem horas que nem isso vai colaborar. O jogo traz 4 masmorras com visuais bem distintos e seus chefes, mas grande parte das vezes esses inimigos comuns são iguais a outros vistos anteriormente, com apenas o visual diferente.

O jogo apresenta alguns problemas técnicos nos combates e se você gosta de caçar umas conquistas ou troféus, risque esse jogo da sua lista. Ele não é difícil, porém diversas conquistas travam e não abrem de jeito algum. Esse problema está relacionado à todas as plataformas, portanto se isso vai desmotivá-lo, espere por correções para investir nesse título.

Moonlighter está disponível para PS4 por R$ 71,50, para Xbox One por R$ 37,95 e PC no Steam por R$ 37,99.

Moonlighter – Análise / Review

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